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	<title>Informações confiáveis para o setor rental</title>
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	<description>ALEC - Associação Brasileira de Locadores de Equipamentos</description>
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	<title>Informações confiáveis para o setor rental</title>
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		<title>Retenção de talentos começa antes da contratação e se constrói todos os dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 20:50:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[contratação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Live da ALEC reuniu mais de 90 pessoas no Instagram para discutir contratação, integração e liderança nas locadoras, com o especialista Rodrigo José</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Live da ALEC reuniu mais de 90 pessoas no Instagram para discutir contratação, integração e liderança nas locadoras, com o especialista Rodrigo José</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma vaga aberta, a equipe sobrecarregada e o gestor sem tempo para selecionar com calma. A contratação acontece na urgência, o novo profissional começa a trabalhar sem orientação suficiente e, pouco tempo depois, a empresa precisa recomeçar o processo. Como interromper esse ciclo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse foi um dos desafios debatidos na live sobre Retenção de Talentos promovida pela ALEC em 20 de outubro. A transmissão reuniu mais de 90 pessoas no Instagram da associação, em uma conversa com Rodrigo José, CEO da Lifecraft, conduzida por Monica Zambolini e Marot Gandolfi.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro abordou uma das dores mais presentes no cotidiano dos locadores: encontrar profissionais, preparar quem chega e construir condições para que as pessoas queiram permanecer. A discussão passou por seleção, reconhecimento, desenvolvimento e pelo papel da liderança nessa relação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Olhar para dentro antes de buscar fora</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de procurar o candidato ideal, a locadora precisa avaliar o que oferece como ambiente de trabalho. Como as tarefas são orientadas? O que se espera de cada profissional? Os valores anunciados pela empresa aparecem nas decisões do dia a dia?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das reflexões da conversa foi justamente que missão, visão e valores precisam sair do quadro na parede. Eles devem orientar a maneira de contratar, ensinar, cobrar e reconhecer a equipe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as pequenas locadoras, essa organização também faz parte do planejamento do crescimento. “Hoje você está pequeno, mas onde você quer chegar?” A provocação convida o empresário a pensar na empresa que deseja construir e nas pessoas que serão necessárias para chegar lá.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A urgência não pode definir a contratação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A recomendação de olhar para dentro também se aplica à definição da vaga. Ter uma descrição do cargo ajuda a esclarecer responsabilidades, competências necessárias e expectativas, tanto para quem contrata quanto para quem será contratado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na conversa, três aspectos receberam atenção: caráter, competência e combinação — a compatibilidade entre o profissional, a função e a forma de trabalhar da empresa. A experiência técnica, sozinha, não responde a todas essas questões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não contrate quem você não pode demitir” foi outra provocação apresentada. A reflexão chama a atenção para contratações em que vínculos pessoais ou compromissos prévios dificultem uma avaliação profissional e decisões posteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foi discutida a orientação de “demorar para contratar e demitir rápido”. O ponto é dedicar cuidado à seleção, evitando que a pressa para preencher uma vaga substitua a análise do perfil, e enfrentar os desencontros identificados com clareza e responsabilidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Integrar é ensinar antes de cobrar</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A chegada de um colaborador exige mais do que apresentar o espaço e indicar uma tarefa. Nos primeiros dias, a prioridade deve ser a orientação, sem colocar a pessoa imediatamente para executar atividades sozinha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma sequência simples apresentada durante a live resume esse processo: primeiro, o responsável faz e o novo profissional observa; depois, o profissional faz acompanhado; por fim, realiza a atividade com autonomia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa passagem gradual permite explicar procedimentos, corrigir dúvidas e verificar se houve aprendizado. Na locadora, isso significa dedicar tempo para ensinar como a empresa atende, organiza sua operação e cuida dos equipamentos e dos clientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A construção do entendimento sobre o cargo começa na entrevista e continua diariamente. As expectativas precisam ser reforçadas nas orientações e nas conversas, acompanhando o desenvolvimento de cada pessoa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Liderança se faz com proximidade</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A preparação de líderes também esteve na pauta. Saber executar bem uma atividade não significa, automaticamente, saber orientar uma equipe. Liderar envolve acompanhar, perceber sinais de desmotivação, reconhecer contribuições e conduzir conversas difíceis com respeito e clareza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para empresas com estruturas pequenas e poucos cargos de chefia, o debate sobre reconhecimento e desenvolvimento ganha ainda mais importância. A relação com a equipe precisa ser cuidada antes que a insatisfação se transforme em pedido de demissão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conversa reforçou uma ideia que conecta a gestão de pessoas à essência do setor: máquinas são locadas por gente para gente. Por trás de cada equipamento há profissionais que atendem, orientam, entregam e mantêm a operação funcionando. Estar perto dessas pessoas é parte do trabalho de quem quer fortalecer a locadora.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/programa-3/">Minha Casa Minha Vida: programa impulsiona a atividade e empresas seguem mais otimistas que a média do setor</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/construcao-58/">Setores fora da construção já representam 45% dos negócios da Orguel</a></p>
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		<title>Minha Casa Minha Vida: programa impulsiona a atividade e empresas seguem mais otimistas que a média do setor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 20:20:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[MCMV]]></category>
		<category><![CDATA[otimista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Empresas que operam com o Programa MCMV seguem mais otimistas que o restante da construção, mas dificuldades cresceram reduzido o entusiasmo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Empresas que operam com o Programa MCMV seguem mais otimistas que o restante da construção, mas dificuldades cresceram reduzido o entusiasmo. Escassez de mão de obra é o principal entrave, enquanto custos e limitações financeiras ganham importância.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No primeiro semestre do ano, o Programa Minha Casa Minha Vida dominou o mercado habitacional do país. De acordo coma pesquisa da CBIC/BRAIN, o programa representou mais de 50% das vendas realizadas no período. Na cidade de São Paulo, esse percentual alcançou mais de 70% dos lançamentos e das vendas realizadas até julho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ampliação das faixas de renda atendidas, o aumento dos limites de valor dos imóveis financiáveis e a disponibilidade recorde de recursos do FGTS permitiram o aumento no volume de lançamentos e contratações. Paralelamente, o mercado de habitações, para a média/alta renda, que dispõe de financiamento com taxas de juros mais elevadas, encolheu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, é natural supor que as empresas ligadas ao programa continuem exibindo indicadores superiores à média do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De fato, as empresas de Edificações Residenciais e Incorporação que atuam no programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) continuam apresentando desempenho superior ao observado entre as empresas que não operam no programa. Os resultados da Sondagem da Construção referente a setembro de 2026 mostram, entretanto, que o aumento de dificuldades, especialmente relacionadas à contratação de trabalhadores, contribuiu para minar a percepção positivos em relação aos negócios correntes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados da pesquisa indicam que a percepção sobre a situação atual dos negócios entre as empresas do MCMV voltou a se deteriorar após a forte recuperação observada em março de 2026. Em setembro, 17,1% das empresas classificaram a situação como boa, enquanto 23,4% a consideraram fraca. O saldo entre avaliações positivas e negativas tornou-se novamente negativo (-6,3 pontos percentuais). Em março, esse mesmo saldo havia atingido +15,8 pontos percentuais. Na comparação com o cenário de setembro de 2025, a piora foi menos expressiva – o saldo também era negativo (-2,3 p.p), sugerindo que houve um momento de maior euforia em março, depois corrigido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário ainda é relativamente mais favorável do que o observado entre as empresas que não atuam no programa. Nesse grupo, o saldo entre avaliações positivas e negativas alcançou -10,2 pontos percentuais em setembro de 2026, resultado mais desfavorável do que o registrado pelas empresas do MCMV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A carteira de contratos também sinaliza certa acomodação das atividades. Na comparação com setembro de 2025, houve pequena melhora, mas as assinalações mencionando um nível abaixo do normal prevalecem: 10,6% das empresas do MCMV consideraram sua carteira acima do normal, enquanto 29,0% a classificaram abaixo do normal. Ainda assim, o indicador permanece acima daquele observado para as empresas fora do programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Indicador de Situação dos negócios e de carteira de contratos: MCMV x demais empresas fora do programa</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://blogdoibre.fgv.br/sites/blogdoibre.fgv.br/files/u139/blog207.png" alt=""/></figure>



<ul class="wp-block-list">
<li>Indicador = 100+ assinalações positivas – assinalações negativas</li>



<li>Fonte: FGV IBRE</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação às expectativas de demanda para os próximos meses, ocorreu o mesmo movimento:&nbsp; houve o crescimento forte do otimismo em março e depois retornado ao patamar equivalente ao de setembro de 2025. Entretanto, em setembro de 2026 as assinalações continuam preponderantemente positivas, embora menos intensas do que as registradas em março. Entre as empresas vinculadas ao programa, 21,4% esperam aumento da demanda, contra apenas 5,6% que projetam redução. O indicador de demanda prevista alcançou 115,8 pontos em setembro de 2026. Entre as empresas que não operam com o MCMV, o indicador ficou em 105,9 pontos, evidenciando que o programa continua oferecendo perspectivas mais favoráveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Situação semelhante ocorre com a tendência dos negócios. Em setembro, 18,8% das empresas do MCMV acreditavam em melhora dos negócios e apenas 5,6% projetavam piora. Embora o saldo positivo permaneça expressivo, ele é consideravelmente inferior ao observado um semestre antes, quando praticamente metade das empresas esperava melhora do ambiente de negócios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O arrefecimento das expectativas em relação aos negócios também afetou o mercado de trabalho. Em março, quase metade das empresas do programa pretendia ampliar o quadro de funcionários. Em setembro, apenas 6,1% indicaram intenção de contratar mais trabalhadores, enquanto 85,7% esperam manter o nível de emprego estável. O resultado sugere que o setor segue operando em ritmo elevado, mas o ritmo de expansão será menor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Indicador de Demanda Prevista: MCMV x demais empresas fora do programa</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://blogdoibre.fgv.br/sites/blogdoibre.fgv.br/files/u139/blog208.png" alt=""/></figure>



<ul class="wp-block-list">
<li>Indicador = 100+ assinalações positivas – assinalações negativas</li>



<li>Fonte: FGV IBRE</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">De todo modo, a escassez de mão de obra qualificada continua sendo o principal problema enfrentado pelas empresas do programa, mencionada por 45,7% dos entrevistados. Embora abaixo do pico de 52,3% registrado em março, o percentual permanece acima da média do setor. Entre as empresas que não operam com o MCMV, a escassez também é a maior limitação, mas o percentual alcançou 38,9% em setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, observa-se um crescimento importante das preocupações relacionadas aos custos e às condições financeiras. O custo de matéria-prima foi citado por 37,9% das empresas, quase o dobro do observado um ano antes. Vale lembrar que o aumento do preço do barril de petróleo repercutiu nos preços de vários insumos, atingindo assim o orçamento das obras. O componente Materiais e Equipamentos do INCC-DI em setembro estava 1,5 p.p acima do registrado no mesmo período do ano passado.&nbsp; O custo da mão de obra chegou a 28,6%, como resultado das condições mais adversas do mercado de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por sua vez, as limitações de ordem financeira saltaram para 30,5%, tornando-se um dos principais obstáculos à atividade, enquanto o acesso ao crédito bancário também voltou a ganhar relevância, sendo apontado por 35,4% das empresas. O aumento de assinalações nesses quesitos pode ser resultado da escassez da linha de financiamento à produção do programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, a combinação de custos elevados, desafios financeiros e restrições de crédito ajuda a explicar a redução do entusiasmo observada em relação à pesquisa anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado da sondagem sugere, portanto, que o MCMV continuará exercendo papel central na sustentação da atividade setorial nos próximos meses. O ambiente segue favorável para as empresas participantes do programa, mas os desafios relacionados a custos, financiamento e disponibilidade de mão de obra qualificada ganharam peso na gestão dos empreendimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fatores limitativos aos negócios*</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://blogdoibre.fgv.br/sites/blogdoibre.fgv.br/files/u139/blog209.png" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">* Percentual de assinalações</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: FGV IBRE</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/construcao-58/">Setores fora da construção já representam 45% dos negócios da Orguel</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/construcao-57/">Construção civil alerta para alta de 5,5% nos imóveis com redução da jornada de trabalho</a></p>
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		<title>Setores fora da construção já representam 45% dos negócios da Orguel</title>
		<link>https://alec.org.br/construcao-58/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 19:23:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos seis anos, a Orguel ampliou a atuação para além da construção e avançou em setores como mineração, indústria, agronegócio e óleo e gás.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Participação era de 30% em 2020; avanço em mercados como mineração, indústria e óleo e gás acompanha crescimento médio anual de 20% da empresa</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos seis anos, a Orguel ampliou a atuação para além da construção e avançou em setores como mineração, indústria, agronegócio e óleo e gás. Em 2020, esses mercados respondiam por 30% dos negócios da empresa; hoje, representam 45%. A diversificação acompanhou o crescimento da companhia, que registrou média de 20% ao ano no período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança reflete uma estratégia de reduzir a concentração em um único mercado e ampliar a aplicação de equipamentos e soluções de engenharia em operações com demandas distintas. Elevadores, andaimes, plataformas e outras estruturas de acesso temporárias são usados tanto em obras como em manutenção industrial, plantas de mineração e instalações de petróleo e gás.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os equipamentos de acesso podem ser semelhantes, mas os desafios de engenharia mudam muito de uma indústria para outra. Entrar nesses mercados exigiu desenvolver capacidade para entender cada operação e adaptar a solução às condições de segurança, prazo e produtividade de cada cliente”, afirma Sérgio Guerra, CEO da Orguel.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Da indústria às operações offshore</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na plataforma P-48 da Petrobras, na Bacia de Campos (RJ), o sistema suspenso QuikDeck foi usado em serviços de manutenção em alto-mar. Na mineração, a empresa participou de uma obra da Anglo American no Porto do Açu (RJ), com estruturas de acesso e reescoramento dimensionadas para suportar cargas de até 26 toneladas. Em Jacareí (SP), um elevador de cremalheira foi adaptado para atender às obras de modernização da unidade da Suzano, entre centenas de outros projetos já executados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os projetos ilustram como equipamentos originalmente associados à construção encontram aplicação em atividades industriais, de mineração e de petróleo e gás. “A inovação tem sido determinante para ampliar as possibilidades de aplicação dos nossos equipamentos. É o que nos permite desenvolver novas soluções e avançar em setores que têm exigências técnicas muito diferentes entre si”, diz Sérgio Guerra.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tecnologia amplia aplicações</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 2018, a companhia contabiliza mais de 120 projetos de inovação executados. Entre as tecnologias incorporadas estão BIM, inteligência artificial, impressão 3D, realidade virtual e aumentada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A digitalização também chegou à produção dos equipamentos. No parque fabril da Mecan, empresa do grupo localizada em Vespasiano (MG), mais de 70% dos processos são automatizados e robotizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A diversificação não é apenas comercial. Ela depende da capacidade de engenharia e de inovação. Quanto mais conseguimos projetar, simular, automatizar e adaptar nossas soluções, maior é o número de aplicações que podemos atender”, afirma o executivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/inteligencia-2/">A inteligência artificial será a salvação da locação?</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/estado/">Construção volta a gerar empregos no estado de SP </a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Construção civil alerta para alta de 5,5% nos imóveis com redução da jornada de trabalho</title>
		<link>https://alec.org.br/construcao-57/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 16:54:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[jornada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aprovação do fim da escala 6×1 no Senado levou entidades da construção civil a reiterar os alertas sobre o possível aumento dos custos de produção de imóveis.</p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/construcao-57/">Construção civil alerta para alta de 5,5% nos imóveis com redução da jornada de trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A aprovação do fim da escala 6×1 no Senado levou entidades da construção civil a reiterar os alertas sobre o possível aumento dos custos de produção de imóveis. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) estima que a redução da jornada poderá exigir a contratação de aproximadamente 288 mil trabalhadores adicionais a partir de 2027, pressionando os custos e comprometendo o ritmo de execução das obras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário se soma a dificuldades já enfrentadas pelo setor, como a escassez de trabalhadores qualificados, o desinteresse dos mais jovens em ingressar nos canteiros e a concorrência por mão de obra com serviços de transporte por aplicativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Na prática, o encarecimento das obras poderá significar menos investimentos, atrasos nas entregas e redução do alcance de políticas públicas”, afirmou a CBIC, em nota, ao apontar possíveis impactos em projetos residenciais e de infraestrutura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Minha Casa, Minha Vida, as projeções da entidade indicam que a redução da jornada poderá resultar em cerca de 30 mil unidades habitacionais financiadas a menos por ano, devido ao encarecimento da produção. O volume corresponde a aproximadamente 6% da média anual de contratações do programa no atual mandato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), por sua vez, estima que a redução da jornada, combinada ao aumento dos custos de produção, poderá elevar em 5,5% o preço final dos imóveis. A projeção consta de estudo realizado em parceria com a consultoria Ecconit.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A necessidade de ampliar equipes em um setor que enfrenta escassez de mão de obra qualificada pode pressionar custos e cronogramas, comprometendo a viabilidade de projetos e a oferta de moradias”, alertou a associação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://timesbrasil.com.br/brasil/construcao-civil-alerta-para-alta-de-55-nos-imoveis-com-reducao-da-jornada-de-trabalho/">Times Brasil</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/construcao-56/">Construção civil deve crescer até 1% em 2026, mas crédito preocupa setor</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/inteligencia-2/">A inteligência artificial será a salvação da locação?</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/construcao-57/">Construção civil alerta para alta de 5,5% nos imóveis com redução da jornada de trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
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		<item>
		<title>Construção civil deve crescer até 1% em 2026, mas crédito preocupa setor</title>
		<link>https://alec.org.br/construcao-56/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 20:36:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O PIB da construção deverá crescer entre 0,5% e 1% em 2026, com desempenho superior ao projetado para 2025 e sustentado principalmente pelo segmento formal das construtoras.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Produto Interno Bruto (PIB) da construção deverá crescer entre 0,5% e 1% em 2026, com desempenho superior ao projetado para 2025, 0,5%, e sustentado principalmente pelo segmento formal das construtoras. A avaliação foi apresentada durante a Reunião de Conjuntura do SindusCon-SP, realizada na manhã desta terça-feira (14).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a economista Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção do FGV Ibre, os indicadores mostram que a atividade segue aquecida no mercado formal. Nos primeiros oito meses do ano, o emprego com carteira assinada na construção cresceu 3% no Brasil, 2,4% no Estado de São Paulo e 3,3% na capital paulista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da perspectiva positiva, o setor mantém preocupações relevantes para os próximos anos. A principal delas é a redução das fontes de crédito imobiliário para famílias de renda média. Há uma preocupação com a queda dos recursos da poupança e a retração dos financiamentos com recursos livres podem dificultar a compra de imóveis fora do programa Minha Casa, Minha Vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro desafio é a escassez de mão de obra, apontada pelas empresas como a principal limitação aos negócios. Ao mesmo tempo, os custos da construção acumulam alta superior a 7% nos últimos 12 meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mercado residencial, executivos do setor alertaram para a defasagem dos preços dos imóveis destinados à classe média. Com juros ainda elevados, o consumidor enfrenta dificuldades para a aquisição da casa própria, o que pressionará lançamentos e vendas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a reunião, representantes das construtoras demonstraram preocupação com uma possível desaceleração do mercado. Embora o ritmo de lançamentos ligados ao Minha Casa, Minha Vida continue crescendo, as vendas mostram sinais de perda de fôlego, o que poderá levar parte das empresas a reduzir novos projetos. Para os especialistas reunidos pelo SindusCon-SP, a demanda por habitação permanece elevada no Brasil. E as vendas poderão ganhar impulso caso haja redução dos juros nos próximos anos. A melhora das condições de crédito é vista como um dos principais fatores para acelerar o crescimento da construção civil e do mercado imobiliário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/inteligencia-2/">A inteligência artificial será a salvação da locação?</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/estado/">Construção volta a gerar empregos no estado de SP </a></p>
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		<title>A inteligência artificial será a salvação da locação?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 15:21:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[I.A.]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[mão de obra qualificada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fernando, o “cérebro empresarial” criado para enfrentar a falta de mão de obra qualificada e devolver tempo ao dono da locadora</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fernando, o “cérebro empresarial” criado para enfrentar a falta de mão de obra qualificada e devolver tempo ao dono da locadora</strong><strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A falta de mão de obra qualificada deixou de ser apenas uma dificuldade pontual e passou a interferir diretamente na capacidade de crescimento das locadoras. Faltam profissionais, o treinamento exige tempo, a rotatividade desgasta as equipes e, muitas vezes, todo o conhecimento da operação continua concentrado no dono ou em poucas pessoas-chave.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse cenário que a inteligência artificial começa a ocupar um espaço muito mais relevante do que o de uma ferramenta tecnológica. Ela surge como apoio para preservar conhecimento, organizar rotinas, reduzir tarefas repetitivas, atender com agilidade e transformar os dados da empresa em decisões. Em um futuro que já está muito próximo, talvez ela não substitua as pessoas, mas pode ser decisiva para que as locadoras consigam continuar crescendo mesmo sem encontrar, no mercado, todos os profissionais de que precisam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi sobre esse novo momento que conversamos com Lucas Nunes, CEO e founder da LBN e criador do Fernando. Com mais de 17 anos de experiência no mercado de locação, Lucas conhece de perto uma realidade muito comum no setor: a locadora cresce, mas o dono continua sendo chamado para resolver tudo. O Fernando nasceu justamente para mudar essa lógica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A tecnologia não chega para retirar o valor das pessoas. Ela chega para liberar as pessoas do trabalho repetitivo e permitir que usem melhor aquilo que têm de mais valioso: experiência, relacionamento e capacidade de decisão.”</p>



<h1 class="wp-block-heading">Quando crescer aumenta o improviso</h1>



<p class="wp-block-paragraph">Em muitas locadoras, o aumento do número de contratos não vem acompanhado, na mesma velocidade, pela estruturação dos processos. A frota se movimenta mais, surgem novas demandas de manutenção, multiplicam-se as mensagens no WhatsApp e aumentam as renovações, cobranças e entregas. A empresa fatura mais, mas o improviso também cresce e começa a consumir margem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado é conhecido por quem vive o rental: informações espalhadas, disponibilidade incerta, faturamentos sujeitos a falhas, manutenção reativa, sublocações sem o acompanhamento necessário e uma equipe que consulta o dono antes de tomar qualquer decisão. Em vez de conduzir o negócio, o empresário vira o centro de todas as respostas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lucas chama atenção para um problema ainda mais profundo: quando o conhecimento da empresa está apenas na cabeça das pessoas, cada ausência, desligamento ou troca de funcionário representa perda de memória operacional. A locadora precisa ensinar tudo novamente. E, num mercado em que contratar já é difícil, recomeçar continuamente custa caro.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Fernando não é apenas um chatbot</h1>



<p class="wp-block-paragraph">Embora seja apresentado como um agente virtual, Fernando foi desenvolvido com uma proposta mais ampla. Segundo Lucas, ele funciona como um Sistema Cognitivo Empresarial &#8211; uma espécie de cérebro da locadora, conectado aos dados, aos processos, às regras e ao contexto real da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa diferença é importante. Um chatbot genérico responde perguntas a partir de informações limitadas. O Fernando, por sua vez, foi pensado para compreender como a locadora trabalha, quem são os responsáveis, quais são as rotinas, os contratos em andamento, a posição dos equipamentos, as pendências, os ciclos de faturamento e os indicadores financeiros. A partir desse contexto, pode transformar informação em alerta, análise, atendimento e ação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, ele pode consultar contratos e disponibilidade, alertar sobre renovações e pendências, apoiar o atendimento de clientes pelo WhatsApp, automatizar rotinas repetitivas e auxiliar o dono na leitura de margem, riscos e resultados. É como ter uma inteligência disponível para consultar a memória organizada da empresa, sem depender de alguém lembrar onde está cada informação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O ERP organiza. O Fernando transforma os dados em ação.”</p>



<h1 class="wp-block-heading">Antes da inteligência, vem a organização</h1>



<p class="wp-block-paragraph">Não existe inteligência artificial eficiente quando os dados são incompletos, os processos não estão definidos e cada setor trabalha de uma maneira. Por isso, a proposta da LBN combina o Fernando ao SigeAzul, ERP especializado em locação e a um trabalho de engenharia de operações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sistema reúne contratos, patrimônio, estoque, movimentações, manutenção, faturamento, cobrança e resultado financeiro em uma única base. O fluxo acompanha a locação desde o orçamento e o contrato até a entrega, a permanência do equipamento no cliente, a manutenção, a renovação, o faturamento e os indicadores. Quando essas etapas conversam, diminui a redigitação, reduz-se a conferência manual e fica mais difícil uma informação importante desaparecer no caminho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O equipamento também deixa de ser apenas um item cadastrado e passa a ter posição, valor, histórico e situação operacional. Está no estoque? No cliente? Em manutenção? Foi sublocado? Houve avaria? Qual é o seu histórico de movimentações? Essa visibilidade ajuda a evitar compras ou sublocações desnecessárias e reduz o tempo de máquina parada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mesmo vale para o financeiro. Faturamento, boletos, notas fiscais, cobranças e DRE precisam estar conectados aos contratos e aos ciclos de locação. Caso contrário, a empresa corre o risco de ter um bom volume de negócios e, ainda assim, perder dinheiro por falhas operacionais que poderiam ser evitadas.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Uma resposta à escassez de profissionais</h1>



<p class="wp-block-paragraph">É aqui que o Fernando se conecta de forma direta com uma das maiores dores atuais do rental. Se é cada vez mais difícil encontrar pessoas prontas, a empresa precisa criar condições para que os profissionais disponíveis produzam melhor, com mais segurança e autonomia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O agente virtual pode orientar consultas, recuperar informações, lembrar prazos e assumir atividades repetitivas. Isso não elimina a necessidade de uma boa equipe. Ao contrário: permite que o funcionário concentre seu tempo naquilo que exige sensibilidade, negociação, conhecimento técnico e relacionamento com o cliente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também reduz a dependência de profissionais que dominam sozinhos determinados processos. Quando regras, responsabilidades e informações passam a fazer parte de uma base empresarial acessível, o conhecimento deixa de pertencer apenas a uma pessoa e passa a ser patrimônio da locadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o dono, a mudança pode ser ainda mais significativa. Em vez de interromper o dia inúmeras vezes para responder onde está um equipamento, quando vence um contrato ou por que determinado valor não foi faturado, ele passa a receber informações organizadas e apoio para decidir. Deixa, aos poucos, de ser o gargalo da própria empresa.</p>



<h1 class="wp-block-heading">A inteligência precisa conhecer a locadora</h1>



<p class="wp-block-paragraph">Lucas ressalta que o Fernando não chega pronto em uma caixa. A implantação inclui diagnóstico dos gargalos e riscos, configuração do sistema, migração de dados, treinamento por setor e definição do contexto da inteligência artificial. É nesse processo que o agente aprende as regras, as responsabilidades, os canais e a realidade de cada operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cuidado evita um erro comum: acreditar que basta contratar uma tecnologia para transformar a gestão. A inteligência artificial potencializa aquilo que encontra. Se a empresa não sabe como trabalha, não define responsáveis e não registra informações confiáveis, a ferramenta terá pouco a oferecer. Por isso, a implantação é tão importante quanto o software.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta é que o Fernando evolua junto com a locadora. Em uma operação menor, pode apoiar os controles e as consultas internas. Em uma empresa em crescimento, pode atender clientes, dar suporte à equipe e funcionar como assistente do dono. Em estruturas mais complexas, pode apoiar diferentes setores e gestores, ampliando a governança da operação.</p>



<h1 class="wp-block-heading">A salvação da locação?</h1>



<p class="wp-block-paragraph">Dizer que a inteligência artificial será a salvação da locação pode parecer exagero. Mas, diante da falta de mão de obra qualificada, da dificuldade de reter talentos e da quantidade de conhecimento que ainda se perde diariamente dentro das empresas, talvez a afirmação não esteja tão distante da realidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A IA não conserta um equipamento, não substitui a confiança construída com o cliente e não carrega sozinha a experiência de quem conhece o mercado. Mas pode preservar essa experiência, disponibilizar informação no momento certo, reduzir erros, automatizar tarefas e permitir que uma equipe enxuta opere com mais qualidade.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O futuro próximo não será uma disputa entre pessoas e máquinas. Será uma divisão mais inteligente do trabalho. A tecnologia ficará com aquilo que exige repetição, memória, velocidade e análise de grandes volumes de dados. As pessoas continuarão responsáveis pelo julgamento, pela criatividade, pelo relacionamento e pelas decisões que exigem humanidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as locadoras, a pergunta talvez já não seja se devem usar inteligência artificial, mas quanto tempo ainda podem esperar para começar a organizar seus dados e preparar suas operações para ela. Fernando representa esse movimento: transformar o conhecimento acumulado pela empresa em um cérebro empresarial capaz de apoiar o presente e sustentar o crescimento do futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Revista Rental News</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/estado/">Construção volta a gerar empregos no estado de SP </a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/empregos-13/">Construção gera mais de 200 mil novos empregos formais em 2026</a></p>
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		<title>Construção volta a gerar empregos no estado de SP </title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 15:04:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A construção civil encerrou agosto com saldo positivo de empregos no estado de São Paulo, após três meses consecutivos de resultados negativos, em maio, junho e julho. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A construção civil encerrou agosto com saldo positivo de empregos no estado de São Paulo, após três meses consecutivos de resultados negativos, em maio, junho e julho. O setor registrou aproximadamente 2,8 mil novas vagas no mês, elevando o estoque para 832.158 trabalhadores com carteira assinada. Em 12 meses, o estoque de trabalhadores cresceu 1,3%. Do total, 359.107 trabalhadores estão em serviços, 264.553 em edificações e 208.498 em infraestrutura.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na capital paulista, onde está localizada a sede do SindusCon-SP, o mercado de trabalho da construção também voltou a gerar empregos após três meses consecutivos de retração. Foram abertas aproximadamente 1,5 mil vagas em agosto, elevando para aproximadamente 15,7 mil o saldo acumulado no ano. O estoque chegou a 355.718 trabalhadores, com crescimento de 1,66% em 12 meses.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O resultado de agosto mostra uma retomada do emprego na construção em São Paulo. A recuperação aparece tanto na capital quanto em importantes regiões do estado. O cenário reforça a importância de acompanhar os dados regionalmente, porque os movimentos do mercado de trabalho não ocorrem de maneira uniforme”, observa Eduardo Zaidan, presidente executivo do SindusCon-SP.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Saldo positivo&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as regionais do interior, Campinas apresentou o maior saldo positivo em agosto, com 582 vagas. Após quatro meses consecutivos de fechamento de postos, entre abril e julho, a regional voltou a gerar empregos. O estoque cresceu 0,58% no mês, mas registra queda de 1,95% em 12 meses. No acumulado do ano, foram criados aproximadamente 2 mil empregos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bauru abriu 500 vagas, o melhor resultado para agosto desde o início da série histórica, em 2021. O estoque cresceu 1,39% no mês e apresenta variação de -0,14% em 12 meses. No ano, foram criados aproximadamente 1,5 mil empregos. Santo André criou 429 postos, no segundo mês consecutivo de expansão, com crescimento de 0,90% no mês e de 0,62% em 12 meses. No acumulado de 2026, são aproximadamente 1,8 mil vagas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sorocaba criou 295 vagas e manteve oito meses consecutivos de saldo positivo, sem registrar retração em 2026. No ano, a regional acumula aproximadamente 6,8 mil novos empregos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mogi das Cruzes, Ribeirão Preto e Presidente Prudente também registraram saldo positivo em agosto. Mogi criou 138 vagas, no terceiro mês consecutivo de expansão; Ribeirão abriu 84 postos, interrompendo uma sequência de cinco meses de resultados negativos; e Presidente Prudente criou 18 empregos, após pequena retração em julho.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Saldo negativo&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as regionais com saldo negativo, São José dos Campos fechou 556 vagas, no terceiro mês consecutivo de retração. O estoque recuou 1,07% no mês e 5,72% em 12 meses. Santos teve saldo negativo de 140 postos, no segundo mês seguido de queda, mas mantém crescimento de 6,47% em 12 meses. Já São José do Rio Preto fechou 82 vagas, interrompendo uma sequência de sete meses de saldo positivo de criação de empregos. Apesar do resultado de agosto, a regional acumula alta de 6,57% em 12 meses.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Brasil&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No país, a indústria da construção abriu aproximadamente 20,8 mil empregos com carteira assinada em agosto, segundo o Novo Caged. No acumulado do ano, o setor soma aproximadamente 200,4 mil novos postos. Ao final do mês, a construção empregava 3,15 milhões de trabalhadores formais no país. O setor respondeu por 12,57% dos novos empregos formais criados no Brasil em agosto.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Emprego nas Regionais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento é realizado por meio da ferramenta online do SindusCon-SP, que acompanha mensalmente o desempenho do emprego formal na construção nas regionais da entidade. Os dados são apurados pelo FGV/Ibre com base nas informações do Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego. A série histórica começa em 2021 e permite acompanhar o saldo de empregos, o estoque de trabalhadores e as variações do emprego no mês, no ano e nos últimos 12 meses. Link: <a href="https://bit.ly/empregonasregionais">https://bit.ly/empregonasregionais</a>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/empregos-13/">Construção gera mais de 200 mil novos empregos formais em 2026</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/cub-19/">CUB da construção paulista sobe 0,13% em setembro</a></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/estado/">Construção volta a gerar empregos no estado de SP </a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
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		<title>Construção gera mais de 200 mil novos empregos formais em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 14:24:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De janeiro a agosto de 2026, o setor da construção gerou 200.431 novos empregos com carteira assinada em todo o país.</p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/empregos-13/">Construção gera mais de 200 mil novos empregos formais em 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A construção segue apresentando resultados positivos no mercado de trabalho. De janeiro a agosto de 2026, o setor gerou 200.431 novos empregos com carteira assinada em todo o país. O saldo de novas vagas foi 2,66% superior ao registrado no mesmo período de 2025. Os dados são do Novo Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Somente em agosto, foram criados 20.848 novos postos de trabalho, resultado da diferença entre 219.292 admissões e 198.444 desligamentos. Foi o melhor desempenho dos últimos quatro meses, período em que o saldo mensal não ultrapassava 20 mil novas vagas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a economista-chefe da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos, os números demonstram a capacidade do setor de continuar gerando emprego mesmo diante de um ambiente econômico desafiador. “O saldo de mais de 200 mil novos postos formais criados nos primeiros oito meses do ano evidencia a força e a resiliência da Construção Civil. O setor continua gerando emprego e renda, mesmo diante de desafios importantes. Para sustentar esse ritmo de expansão no longo prazo, precisamos avançar em questões como os custos setoriais, que permanecem acima da inflação, e o cenário de juros elevados”, destaca Ieda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todos os segmentos criaram vagas em agosto</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os três segmentos da Construção registraram saldo positivo de empregos em agosto. Os Serviços Especializados, que incluem atividades como demolição, preparação de terreno e instalações elétricas e hidráulicas, lideraram a geração de postos no mês, com 8.415 novas vagas. As Obras de Infraestrutura criaram 7.396 novos postos, enquanto a Construção de Edifícios respondeu por 5.037 novas vagas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O salário médio de admissão na Construção também se manteve acima da média nacional. Em agosto, o valor foi de R$ 2.642,46, 9,61% superior à média de R$ 2.410,74 registrada para o conjunto das atividades econômicas. Entre as atividades acompanhadas pelo Novo Caged, a Construção apresentou o segundo maior salário médio de admissão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O setor encerrou agosto com 3,151 milhões de trabalhadores formais, número 3% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. O crescimento ocorreu nos três segmentos, com destaque para Obras de Infraestrutura, que apresentou expansão de 3,57%. A Construção de Edifícios avançou 2,88%, enquanto os Serviços Especializados cresceram 2,63%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Infraestrutura impulsiona resultado no ano</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No acumulado de janeiro a agosto, as Obras de Infraestrutura foram o destaque na geração de empregos. O segmento passou de um saldo de 62.312 novas vagas nos primeiros oito meses de 2025 para 79.065 no mesmo período deste ano, crescimento de 26,89%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Construção de Edifícios e Serviços Especializados também mantiveram saldo positivo no período, embora em ritmo inferior ao observado em 2025. Apesar dos resultados positivos do mercado de trabalho, a CBIC chama atenção para fatores que podem limitar a expansão do setor. Nos 12 meses encerrados em agosto, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) acumulou alta de 6,59%, acima dos 4,22% registrados pelo IPCA no mesmo período. O custo da mão de obra aumentou 7,60%, enquanto materiais e equipamentos tiveram alta de 6,10%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Temos um mercado de trabalho que continua demonstrando força, mas precisamos olhar também para as condições necessárias para que esse movimento permaneça. Custos acima da inflação e juros elevados dificultam o planejamento de longo prazo e novos investimentos. Superar esses obstáculos é fundamental para que a Construção continue ampliando sua contribuição para a geração de emprego e renda no país”, afirma Ieda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dificuldade de contratação de mão de obra também permanece entre os desafios enfrentados pelo setor. No trimestre encerrado em agosto, a taxa de desocupação no Brasil ficou em 5,3%, a menor para o período desde o início da série histórica, em 2012. O país contabilizou 5,8 milhões de pessoas desocupadas, redução de mais de 300 mil em relação ao mesmo trimestre de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://cbic.org.br/construcao-gera-mais-de-200-mil-novos-empregos-formais-em-2026/">CBIC</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/cub-19/">CUB da construção paulista sobe 0,13% em setembro</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/seguros/">Seguro de equipamentos: a proteção começa antes do sinistro</a></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/empregos-13/">Construção gera mais de 200 mil novos empregos formais em 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
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		<title>CUB da construção paulista sobe 0,13% em setembro</title>
		<link>https://alec.org.br/cub-19/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 18:44:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[CUB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O SindusCon-SP informa que o Custo Unitário Básico (CUB) global da indústria da construção paulista registrou variação positiva de 0,13% em setembro de 2026.</p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/cub-19/">CUB da construção paulista sobe 0,13% em setembro</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) informa que o Custo Unitário Básico (CUB) global da indústria da construção paulista registrou variação positiva de 0,13% em setembro de 2026. Com o resultado, o indicador acumulou elevação de 5,40% no ano e de 6,17% nos últimos 12 meses.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mês, todos os principais componentes do índice apresentaram alta. Os custos com mão de obra avançaram 0,11% em setembro, acumulando elevação de 5,61% no ano e de 6,23% nos últimos 12 meses. Os materiais de construção registraram alta de 0,15% no mês, com avanço de 5,10% no acumulado do ano e de 6,07% em 12 meses. Já as despesas administrativas aumentaram 0,27% em setembro, acumulando alta de 5,66% no ano e de 6,55% nos últimos 12 meses.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esse desempenho, o CUB representativo da construção paulista (padrão R8-N) foi apurado em R$ 2.238,58 por metro quadrado em setembro de 2026.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Com desoneração&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas obras incluídas na desoneração da folha de pagamentos, o CUB registrou variação positiva de 0,14% em setembro. No acumulado do ano, o índice apresentou elevação de 7,29%, enquanto a variação em 12 meses foi de 8,08%. O custo médio da construção paulista (padrão R8-N) com desoneração atingiu R$ 2.162,78 por metro quadrado no mês, sendo R$ 1.199,90 referentes à mão de obra, R$ 900,56 aos materiais e R$ 62,32 às despesas administrativas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Custos dos insumos&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os materiais pesquisados, as maiores altas em setembro foram registradas pelo fio de cobre antichama isolante 750 V 2,5 mm² (1,59), pela porta lisa p/ pintura 3,5x70x210cm (1,06) e pela emulsão asfáltica com elastômero para impermeabilizar (1,03). O fio de cobre apresentou variação superior à do IGP-M, que registrou alta de 1,57 no período, enquanto os outros dois materiais tiveram aumentos inferiores ao índice.  Na comparação dos últimos 12 meses, os destaques ficaram por conta do fio cobre antichama isolante 750 V 2,5 mm² (13,87), do cimento CPE-32 saco 50kg (11,15) e da alimentação tipo marmitex nº 8 (10,96). As três variações ficaram acima da inflação medida pelo IGP-M, que acumulou 3,34% no mesmo período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/seguros/">Seguro de equipamentos: a proteção começa antes do sinistro</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/empregos-12/">Construção abre 20,8 mil empregos em agosto, mas confiança do setor recua</a></p>
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		<title>Seguro de equipamentos: a proteção começa antes do sinistro</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 18:24:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apólices para locadoras precisam acompanhar máquinas em circulação, uso por terceiros e diferentes ambientes. Cobertura adequada, prevenção e documentação são decisivas para reduzir perdas e evitar surpresas na hora da indenização.</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Apólices para locadoras precisam acompanhar máquinas em circulação, uso por terceiros e diferentes ambientes. Cobertura adequada, prevenção e documentação são decisivas para reduzir perdas e evitar surpresas na hora da indenização.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Esta matéria foi produzida a partir de entrevista concedida à ALEC por Janaina Tiede, superintendente Comercial e Operacional, e Marcio Pazinato, sócio-diretor da Pazinato Seguros. Na conversa, os especialistas abordaram as particularidades do seguro para locadoras, os riscos envolvendo equipamentos em circulação e os cuidados necessários para que a proteção contratada corresponda à realidade da operação.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para uma locadora, o risco não termina quando o equipamento deixa o pátio. É justamente a partir daí que se multiplicam as variáveis: o bem passa por diferentes operadores, circula entre obras, indústrias, comércios e eventos, enfrenta transporte, carga e descarga e pode permanecer em locais com condições de segurança muito distintas. Essa mobilidade, que está no centro do negócio rental, também torna a proteção securitária mais complexa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Poucas seguradoras estão dispostas a assumir integralmente esse tipo de exposição. A aceitação depende do perfil da frota, dos equipamentos, dos locais de utilização, dos controles adotados pela empresa e das coberturas disponíveis. Por isso, uma apólice convencional para máquinas usadas pelo próprio proprietário nem sempre atende às necessidades de uma locadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Janaina Tiede, superintendente Comercial e Operacional, e Marcio Pazinato, sócio-diretor da Pazinato Seguros, a diferença está na aderência do contrato à operação real. A apólice precisa prever que os bens permanecerão sob responsabilidade de terceiros e estarão em movimentação constante. Se essa característica não estiver contemplada, o locador pode descobrir uma limitação justamente quando precisar acionar o seguro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O ponto central não é apenas ter seguro, mas saber exatamente quais riscos foram transferidos, quais continuam com a locadora e quais procedimentos precisam ser cumpridos para que a cobertura seja válida.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A cobertura precisa acompanhar a operação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Há apólices que protegem os equipamentos em qualquer local do território nacional, sem a necessidade de comunicar antecipadamente cada endereço. Outras estabelecem restrições, condições específicas ou exigem informações prévias. A resposta, portanto, não é automática: depende do que foi efetivamente contratado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também podem ser incluídos danos durante a operação, tombamento, colisão, incêndio, alagamento, descarga elétrica e acidentes ocorridos durante carga, descarga e transporte. Algumas soluções oferecem ainda responsabilidade civil para danos materiais ou corporais causados a terceiros durante a utilização do equipamento. Perdas financeiras, despesas extras ou a locação de um equipamento substituto podem existir como coberturas adicionais, mas não devem ser presumidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A variedade de bens seguráveis é ampla. Além de máquinas de maior porte, podem ser contemplados geradores, marteletes, compactadores, placas vibratórias, cortadoras de piso, ferramentas elétricas e outros equipamentos portáteis. A aceitação de itens antigos, usados ou sem a nota fiscal original também pode ser possível, desde que a propriedade e o valor sejam demonstrados por contratos de compra e venda, registros patrimoniais, documentos contábeis, laudos ou outras evidências aceitas pela seguradora.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Golpes exigem atenção redobrada</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fraudes, estelionato e apropriação indébita estão entre as maiores preocupações atuais das locadoras. Mas, do ponto de vista jurídico e securitário, desaparecimentos de equipamentos não são todos iguais e essa diferença interfere diretamente na análise do sinistro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No roubo, há violência ou ameaça. O furto simples ocorre sem violência e, em geral, sem sinais de rompimento de obstáculos; o furto qualificado envolve circunstâncias específicas, como arrombamento. No estelionato, o equipamento é obtido por meio de fraude. Na apropriação indébita, a pessoa recebe o bem legitimamente e depois deixa de devolvê-lo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas apólices oferecem proteção para determinadas modalidades de fraude, desde que haja contratação específica e cumprimento das exigências previstas. Isso não significa que todo golpe será indenizado. A caracterização jurídica da ocorrência, a documentação reunida e as condições do contrato serão consideradas na regulação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A palavra ‘roubo’ usada no cotidiano não define, por si só, a cobertura. Para o seguro, importam a dinâmica do fato, sua classificação e as condições previstas na apólice.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prevenção também faz parte do seguro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A proteção começa muito antes de um desaparecimento ou acidente. Análise cadastral do locatário, contrato formalizado, comprovante de entrega, identificação por número de série, fotos, registros internos e documentação organizada ajudam a reduzir fraudes e fortalecem a comprovação de um eventual sinistro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rastreamento, telemetria e monitoramento também podem facilitar a aceitação do risco e aumentar as possibilidades de recuperação do bem. Em determinadas situações, essas medidas influenciam as condições oferecidas pela seguradora. Mais importante, porém, é que melhoram a gestão da frota e permitem respostas rápidas diante de movimentações suspeitas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses controles não são meramente burocráticos. Quando uma obrigação expressa na apólice deixa de ser cumprida e isso interfere na caracterização do evento ou agrava o risco, a indenização pode ser limitada ou negada. O locador precisa transformar as exigências do seguro em procedimentos incorporados à rotina comercial e operacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Valor segurado, franquia e limites</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto que merece atenção é a forma de valorar a frota. Dependendo da modalidade, o seguro pode considerar a nota fiscal, o valor atual, o valor de mercado ou o custo de reposição. A existência ou não de depreciação também varia. Uma soma aparentemente alta pode não ser suficiente se o critério de indenização não acompanhar o custo real para repor o equipamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A franquia corresponde à parte do prejuízo que permanece com o segurado em cada ocorrência. Já o Limite Máximo de Indenização define quanto a seguradora pode pagar por determinada cobertura, enquanto o limite total estabelece sua responsabilidade máxima ao longo da vigência. Conforme a estrutura contratada, um sinistro relevante pode consumir parte do limite disponível para os demais equipamentos, caso não haja recomposição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para frotas em constante renovação, uma única apólice pode contemplar o conjunto dos bens e permitir inclusões ou exclusões durante a vigência, dentro das regras acordadas. Esse mecanismo acompanha o crescimento da empresa, mas exige atualização disciplinada: equipamento comprado e não incluído, ou valor desatualizado, pode representar uma lacuna de proteção.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quando o equipamento desaparece</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A rapidez e a qualidade das informações influenciam o andamento da análise. Ao identificar o desaparecimento ou outro evento coberto, a locadora deve:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>registrar imediatamente o Boletim de Ocorrência, descrevendo os fatos com precisão</li>



<li>comunicar a corretora e formalizar o aviso de sinistro à seguradora</li>



<li>reunir nota fiscal ou prova de propriedade, contrato de locação, comprovante de entrega, número de série, fotos e registros internos</li>



<li>preservar mensagens, conversas por WhatsApp, e-mails, registros eletrônicos e demais evidências</li>



<li>acionar os recursos de rastreamento e adotar medidas possíveis para localizar e recuperar o equipamento.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O prazo de análise varia conforme a complexidade da ocorrência e começa a fluir adequadamente quando a documentação necessária está completa. Informações inconsistentes ou entregues de forma fragmentada podem prolongar o processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Leitura crítica evita falsas expectativas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Preço, isoladamente, não revela a qualidade de uma apólice. Duas propostas com valores próximos podem oferecer proteções muito diferentes quanto aos locais de uso, transporte, fraude, danos operacionais, responsabilidade civil, franquias e limites.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes da contratação, a locadora deve confrontar o texto da apólice com sua rotina: onde os equipamentos trabalham, quem os opera, como são transportados, quais controles existem, quais ocorrências mais ameaçam a empresa e quanto custaria manter a operação após uma perda. Também é necessário conhecer exclusões, obrigações e critérios de indenização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O seguro não substitui a prevenção nem elimina todos os riscos. Quando bem estruturado, porém, integra uma estratégia mais ampla de continuidade do negócio. A combinação entre cobertura compatível, cadastro rigoroso, contratos consistentes, rastreabilidade e documentação transforma a gestão de riscos em parte efetiva da operação e reduz a distância entre a expectativa do locador e aquilo que a apólice realmente entrega.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Rental News</p>



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<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>
</div>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/empregos-12/">Construção abre 20,8 mil empregos em agosto, mas confiança do setor recua</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/sondagem-6/">Confiança e expectativas da construção pioram em setembro, aponta Sondagem da CNI </a></p>
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