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	<title>Informações confiáveis para o setor rental</title>
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	<description>ALEC - Associação Brasileira de Locadores de Equipamentos</description>
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	<title>Informações confiáveis para o setor rental</title>
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		<title>Alugar São Paulo reúne o setor rental para discutir os desafios que já estão transformando as locadoras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 15:01:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[alugar são paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em sua 6ª edição, Alugar São Paulo encontro promovido pela ALEC abordou Reforma Tributária, captação de recursos e retenção de profissionais, reunindo conhecimento, troca de experiências e networking.</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Em sua 6ª edição, Alugar São Paulo encontro promovido pela ALEC abordou Reforma Tributária, captação de recursos e retenção de profissionais, reunindo conhecimento, troca de experiências e networking na sede da TOTVS.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A 6ª edição do Alugar São Paulo, realizada no dia 27 de agosto, na sede da TOTVS, colocou em pauta três questões decisivas para o futuro das locadoras: como se preparar para a Reforma Tributária, onde buscar recursos para financiar o crescimento e o que fazer para atrair, desenvolver e reter bons profissionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Promovido pela ALEC, o encontro reuniu empresários, gestores e profissionais do mercado rental para uma tarde de conteúdo, atualização e relacionamento. Mais do que apresentar tendências, as palestras trouxeram orientações práticas para desafios que já fazem parte da rotina das empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A abertura foi conduzida pela presidente da ALEC, Monica Zambolini, que destacou a importância de criar espaços nos quais os locadores possam ampliar seus conhecimentos, compartilhar experiências e encontrar caminhos para tomar decisões mais seguras.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reforma Tributária exige preparação imediata</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira palestra técnica, “Reforma Tributária na Locação”, foi apresentada por Paulo Henrique Souza, fundador da AUDITLocOne, empresa contábil especializada no setor de locação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a apresentação, ele mostrou que as mudanças não estarão restritas ao recolhimento dos tributos. A Reforma Tributária terá reflexos nos sistemas de gestão, na emissão de documentos fiscais, nos controles internos, no fluxo de caixa e, principalmente, na formação dos preços praticados pelas locadoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os pontos abordados estiveram as novas obrigações fiscais, a importância da inscrição estadual, as mudanças na emissão dos documentos, a classificação tributária das operações e o <em>split payment</em>, mecanismo pelo qual o valor correspondente ao imposto poderá ser direcionado ao governo no momento da liquidação financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa nova dinâmica exige atenção especial ao caixa. O valor faturado pela locadora não será necessariamente o valor que estará disponível para sustentar a operação, pagar despesas e financiar novos investimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paulo Henrique também reforçou que a precificação não poderá continuar baseada apenas na experiência, na percepção do empresário ou nos preços praticados pela concorrência. Será necessário conhecer com precisão os custos, os créditos tributários disponíveis, a depreciação dos equipamentos e a realidade de cada contrato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha do regime tributário e o impacto das mudanças para as empresas enquadradas no Simples Nacional também fizeram parte da discussão. A mensagem foi clara: esperar a Reforma entrar em vigor para começar a se preparar pode custar caro. Sistemas, cadastros, processos e controles patrimoniais precisam ser revistos desde já.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Capital certo para cada momento da empresa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na palestra “Desmistificando a Captação de Recursos”, Luis Sandim da Imeri Capital, mostrou que o acesso ao capital não deve ser visto apenas como uma solução para empresas em dificuldade. Quando bem estruturado, ele pode financiar a expansão da frota, apoiar aquisições, fortalecer o capital de giro, alongar dívidas e preparar a locadora para novos ciclos de crescimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sandim apresentou um panorama do mercado de locação e destacou seu potencial de expansão. A terceirização do uso de máquinas e equipamentos continua avançando, enquanto diferentes segmentos ainda apresentam espaço para ampliar a participação da locação no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, o capital pode iniciar um ciclo virtuoso: a empresa investe em equipamentos, aumenta sua capacidade de atendimento, conquista novos clientes, gera mais caixa e amplia sua possibilidade de reinvestimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A apresentação também explicou as diferenças entre duas alternativas de captação. A entrada de um novo sócio ou <em>equity</em>, pode trazer recursos de longo prazo, conhecimento, governança e acesso a novos mercados, mas envolve participação societária. Já o crédito preserva o controle dos atuais sócios, porém exige capacidade de pagamento e pode envolver garantias e aumento do endividamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto destacado foi que os recursos não estão somente nos grandes bancos. Bancos médios, fundos de crédito, investidores estratégicos, fundos de investimento e <em>family offices</em> também podem fazer parte das alternativas disponíveis, dependendo do porte, da estrutura e dos objetivos da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para acessar essas fontes, entretanto, a locadora precisa estar organizada. Receita recorrente, margens consistentes, fluxo de caixa previsível, carteira diversificada, contratos de qualidade, processos estruturados, boa gestão e controle do endividamento estão entre os aspectos observados por investidores e credores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A recomendação foi não conduzir o negócio a partir de um produto financeiro previamente escolhido. Antes de contratar uma linha de crédito ou buscar um investidor, o empresário deve entender para que precisa do dinheiro, em quanto tempo espera obter retorno e qual estrutura é compatível com a capacidade financeira da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em síntese: o capital precisa ser captado na estrutura certa e no momento adequado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pessoas são os ativos mais difíceis de substituir</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Encerrando a programação, Luiz Eduardo Milanezi apresentou a palestra “Reter para Crescer: como proteger os seus melhores ativos”. O conteúdo partiu de uma pergunta provocadora: se o empresário permanecer 15 dias afastado, sua locadora continuará funcionando bem, sem depender dele para cada decisão?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reflexão mostrou que a retenção de profissionais não é apenas uma questão de recursos humanos. Ela está diretamente relacionada à capacidade da empresa de crescer, manter seus padrões de atendimento e reduzir a dependência do proprietário na operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando um bom funcionário deixa a locadora, a perda vai muito além das despesas de desligamento e contratação. Saem com ele o conhecimento sobre os clientes, a frota e os processos, a velocidade para resolver problemas, a confiança construída nos relacionamentos e a capacidade de transmitir conhecimento aos novos integrantes da equipe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Milanezi destacou que equipamentos podem ser comprados, mas o conhecimento específico sobre locação precisa ser formado ao longo do tempo. Por isso, a saída de uma pessoa-chave pode reduzir a qualidade das cotações, comprometer a oficina, a logística e o atendimento e obrigar o empresário a retornar a funções que acreditava já ter delegado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A retenção começa ainda no processo seletivo. Mais do que contratar alguém somente pelo tempo de experiência, é necessário avaliar a capacidade de aprender, o raciocínio, a disciplina, a comunicação e a aderência ao comportamento exigido pela função. Entrevistas estruturadas e testes práticos podem tornar essa escolha mais segura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O palestrante também defendeu que reter talentos exige um sistema composto por seleção adequada, reconhecimento, feedback, bonificação, perspectivas de carreira e liderança preparada. A chamada entrevista de permanência, realizada enquanto ainda existe tempo para agir, pode ajudar o gestor a descobrir o que motiva o profissional, quais dificuldades enfrenta e o que poderia levá-lo a aceitar uma proposta de outra empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Planos de carreira não precisam ser complexos, mas devem mostrar com clareza quais competências e resultados são necessários para avançar. Isso vale para vendas, manutenção, logística, administração e financeiro. As promoções, por sua vez, devem ser baseadas em competência, atitude e desempenho, e não somente no tempo de empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro alerta importante foi direcionado à liderança. Muitas vezes, o profissional não deixa a empresa, mas o gestor. Cobranças sem orientação, promessas não cumpridas, mudanças frequentes de regras, correções feitas em público e a falta de reconhecimento afastam justamente as pessoas que as locadoras mais precisam preservar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Gestão preparada para uma nova realidade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As três palestras, embora tenham tratado de temas diferentes, convergiram para uma mesma conclusão: crescer de maneira sustentável exige organização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária demanda sistemas, controles e uma precificação mais técnica. A captação de recursos exige informações confiáveis, previsibilidade e clareza sobre os objetivos da empresa. A retenção de talentos depende de processos, liderança e perspectivas de desenvolvimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reunir esses conteúdos em sua 6ª edição, o Alugar São Paulo reforçou o compromisso da ALEC de aproximar os locadores de informações capazes de apoiar decisões mais seguras. O encontro também proporcionou momentos de networking e troca de experiências, fortalecendo a conexão entre profissionais que enfrentam desafios semelhantes em diferentes empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um mercado que passa por transformações tributárias, financeiras e humanas, improvisar se torna cada vez mais arriscado. As locadoras que se prepararem, estruturarem seus processos e cuidarem de seus melhores ativos estarão mais prontas para aproveitar as oportunidades do próximo ciclo de crescimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Preço, créditos e balanços vão mudar: Fórum Rent 2026 coloca as decisões que podem mexer no caixa das locadoras no centro do debate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 18:49:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Rent]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em sua 6ª edição, evento reúne especialistas do mercado Rental no dia 1º de outubro, no auditório da TOTVS, em São Paulo, para discutir Reforma Tributária, gestão, indicadores e decisões estratégicas que já exigem atenção das locadoras.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em sua 6ª edição, evento reúne especialistas do mercado Rental no dia 1º de outubro, no auditório da TOTVS, em São Paulo, para discutir Reforma Tributária, gestão, indicadores e decisões estratégicas que já exigem atenção das locadoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A Reforma Tributária não vai perguntar se a sua locadora está pronta</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Precificação, aproveitamento de créditos, contabilização dos novos tributos, impactos nas demonstrações financeiras e decisões de gestão. Temas que até pouco tempo podiam ser tratados como assuntos para o futuro começam a entrar definitivamente na agenda de quem administra uma locadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse cenário que acontece, no dia <strong>1º de outubro de 2026</strong>, a <strong>6ª edição do Fórum Rent de Contabilidade</strong>, encontro direcionado ao mercado de locação de veículos, máquinas, equipamentos e demais bens móveis. As inscrições já estão abertas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento será realizado no <strong>auditório da sede da</strong> <a href="https://www.totvs.com/?utm_campaign=totvs_matriz_pauta&amp;utm_source=instagram&amp;utm_medium=social&amp;utm_content=instagram_site_totvs_linktree_20200526"><strong>TOTVS</strong></a><strong>, na Avenida Braz Leme, 1000, em Santana, São Paulo</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que acompanhar alterações na legislação, a proposta é colocar na mesa uma questão que atinge diretamente empresários e gestores: <strong>como transformar as mudanças tributárias, contábeis e de gestão em decisões práticas dentro da locadora?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não basta entender IBS e CBS. É preciso entender o impacto na operação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para uma locadora, uma mudança tributária dificilmente termina no departamento fiscal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela pode atingir o preço cobrado do cliente, a margem dos contratos, a compra e renovação da frota, os créditos tributários, a contabilização dos impostos e até a leitura dos resultados da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a programação do Fórum Rent amplia a discussão para temas diretamente relacionados à gestão do negócio, entre eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Precificação: como recalcular os preços com a Reforma Tributária;</strong></li>



<li><strong>Como utilizar créditos tributários durante o período de transição;</strong></li>



<li><strong>Como contabilizar os novos impostos;</strong></li>



<li><strong>Impactos da Reforma Tributária nos balanços e demonstrações financeiras;</strong></li>



<li><strong>Pricing e Inteligência de Negócio no Segmento de Locação de Veículos Leves e Pesados;</strong></li>



<li><strong>Como interpretar os principais indicadores do negócio.</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O próprio formato do encontro reforça essa proposta. O Fórum prevê palestras com especialistas do mercado Rental, networking com lideranças do setor, apresentação de soluções voltadas às locadoras, exposição de empresas e debates entre palestrantes e público.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>TOTVS recebe a 6ª edição em sua sede</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A realização do encontro na sede da TOTVS também aproxima o debate contábil e tributário de outro tema que se torna cada vez mais relevante para as locadoras: tecnologia aplicada à gestão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para <a href="https://www.linkedin.com/in/rpinheiro02/"><strong>Rafael Pinheiro, diretor de produtos para Prestadores de Serviços da TOTVS</strong></a>, receber o Fórum representa uma oportunidade de contribuir com um segmento que atravessa mudanças importantes:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Receber o Fórum Rent de Contabilidade na sede da TOTVS é uma grande satisfação e reforça nosso compromisso com o desenvolvimento do setor de locação no Brasil. Trata-se de um segmento estratégico para a economia, que passa por importantes transformações regulatórias e de gestão. Acreditamos que promover espaços de diálogo, troca de conhecimento e atualização sobre temas relevantes, como a Reforma Tributária, é fundamental para apoiar as empresas em seus desafios e oportunidades. Na TOTVS, buscamos estar cada vez mais próximos desse ecossistema, contribuindo com tecnologia, inovação e conhecimento para impulsionar a competitividade e o crescimento sustentável das empresas de locação”, destaca Rafael Pinheiro, diretor de produtos para Prestadores de Serviços da TOTVS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha do local acompanha o posicionamento do evento de aproximar <strong>contabilidade, tributação, gestão e tecnologia</strong> dentro de uma mesma discussão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O custo de não se preparar também entra na conta</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante muito tempo, algumas decisões tributárias puderam ser tratadas depois do fechamento do mês ou deixadas exclusivamente sob responsabilidade da contabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo cenário exige outra postura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma precificação feita sem considerar corretamente créditos e novos tributos pode comprometer margem. Uma interpretação equivocada dos números pode distorcer a tomada de decisão. E uma locadora que só começar a estudar as mudanças quando elas estiverem totalmente implantadas poderá descobrir tarde demais que contratos, processos e sistemas deveriam ter sido revistos antes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É justamente essa distância entre <strong>“saber que a Reforma existe” e entender o que fazer com ela dentro da empresa</strong> que o Fórum Rent pretende reduzir.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um encontro construído para quem vive o Rental</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Fórum Rent chega à sexta edição com uma característica que ajuda a explicar sua proposta: conteúdo direcionado às particularidades do setor de locação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O próprio site do evento reúne depoimentos de representantes do mercado destacando a importância de discutir contabilidade e tributação considerando as peculiaridades das locadoras, em vez de aplicar conceitos genéricos a um modelo de negócio que possui características próprias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação reúne profissionais com experiência em contabilidade, auditoria, tributação, gestão e outros temas ligados diretamente ao ecossistema Rental.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Inscrições abertas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>6º Fórum Rent de Contabilidade</strong> acontece em <strong>1º de outubro de 2026</strong>, na sede da TOTVS, em São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As inscrições já estão abertas para empresários, gestores, profissionais das áreas contábil, fiscal, financeira e tributária e demais profissionais ligados ao mercado de locação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um momento em que as regras estão mudando, a pergunta deixa de ser apenas <strong>“o que muda com a Reforma Tributária?”</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pergunta mais importante passa a ser:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>o que a sua locadora vai fazer antes que a mudança chegue ao preço, ao caixa e ao balanço?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.forumrent.com.br/?utm_source=inforental"><strong>Faca sua inscrição!</strong></a> Se você for associado à ALEC, aplique o cupom – ALEC20.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ler mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/empregos-11/">Construção respondeu por mais de 21% dos novos empregos formais do país em julho </a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/pib-9/">PIB: Construção recua 0,4% no segundo trimestre, mas cresce 1,1% no semestre</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Construção respondeu por mais de 21% dos novos empregos formais do país em julho </title>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 22:30:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
		<category><![CDATA[empregos formais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Setor teve o segundo melhor desempenho entre as atividades econômicas, abriu 12,7 mil vagas no mês e acumula mais de 180 mil empregos em 2026.</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Setor teve o segundo melhor desempenho entre as atividades econômicas, abriu 12,7 mil vagas no mês e acumula mais de 180 mil empregos em 2026</em> </p>



<p class="wp-block-paragraph">A construção civil abriu 12.691 novas vagas de trabalho com carteira assinada em julho de 2026, registrando o segundo melhor desempenho entre os setores da economia brasileira no mês, atrás apenas do setor de Serviços, que gerou 24.098 novos postos de trabalho. Diante do saldo nacional de 58.568 novas vagas formais, a construção respondeu por 21,67% de todos os empregos gerados no país no período. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), e analisados pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). </p>



<p class="wp-block-paragraph">No recorte por segmentos, as Obbras de Infraestrutura lideraram a geração de empregos em julho, com 7.087 novas vagas. Na sequência aparecem os Serviços Especializados para Construção, com saldo de 4.253 postos, e a Construção de Edifícios, com 1.351 novos empregos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o resultado, a construção alcançou 3,131 milhões de trabalhadores formais, estoque 2,92% superior ao registrado em julho de 2025. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o presidente da CBIC, Eduardo Aroeira, o resultado de julho evidencia a relevância da construção na dinâmica do mercado de trabalho brasileiro. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“A construção continua demonstrando sua força na geração de emprego e renda. Responder por mais de 20% das novas vagas formais criadas no país em julho mostra a dimensão do nosso setor e sua capacidade de movimentar a economia”, afirma Aroeira.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Construção supera 180 mil novos empregos no ano</strong> </p>



<p class="wp-block-paragraph">De janeiro a julho de 2026, a construção civil acumulou 180.449 novos empregos formais, garantindo também a segunda posição entre os setores que mais geraram postos de trabalho no país. O resultado representa crescimento de 1,67% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram abertas 177.483 vagas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Cada novo investimento na construção gera oportunidades, mobiliza uma extensa cadeia produtiva e produz efeitos que chegam diretamente à vida das pessoas. Criar condições para que o setor continue crescendo é também contribuir para o desenvolvimento do Brasil”, destaca o presidente da CBIC. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Infraestrutura acelera e lidera geração de vagas</strong> </p>



<p class="wp-block-paragraph">A infraestrutura é o principal destaque do mercado de trabalho da construção em 2026. Nos primeiros sete meses do ano, o segmento gerou 71.711 novos postos formais, ante 57.308 no mesmo período de 2025, um crescimento expressivo de 25,13%. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência aparecem a Construção de Edifícios, com 61.589 novas vagas entre janeiro e julho, e os Serviços Especializados para Construção, com 47.149 postos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a economista-chefe da CBIC, Ieda Vasconcelos, o desempenho da infraestrutura reflete a perspectiva de ampliação dos investimentos no segmento, enquanto a geração de vagas em edificações permanece positiva mesmo diante de um ambiente econômico mais restritivo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“A infraestrutura vem se destacando na geração de novos empregos, com um aumento expressivo no número de vagas em relação ao ano passado. Esse movimento está associado à perspectiva de investimentos recordes no segmento em 2026, impulsionados por novas concessões, parcerias público-privadas e investimentos em saneamento. A Construção de Edifícios também continua gerando novos empregos, mesmo diante de um cenário de juros elevados, mas em ritmo mais moderado”, analisa Ieda. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Construção tem maior salário médio de admissão</strong><br>  Além da geração de postos de trabalho, a construção civil se destaca pela remuneração na entrada do trabalhador no mercado formal. Em julho, o salário médio de admissão no setor foi de R$ 2.634,50, o maior entre as atividades econômicas e superior à média nacional de R$ 2.419,23.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/pib-9/">PIB: Construção recua 0,4% no segundo trimestre, mas cresce 1,1% no semestre</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/industria-9/">CNI: atividade da indústria da construção desacelera, mas emprego no setor resiste</a></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/empregos-11/">Construção respondeu por mais de 21% dos novos empregos formais do país em julho </a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
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		<item>
		<title>PIB: Construção recua 0,4% no segundo trimestre, mas cresce 1,1% no semestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 21:34:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026, na comparação com os três meses anteriores, na série com ajuste sazonal, segundo dados divulgados na terça-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A Indústria avançou 0,1% no período, puxada pelas Indústrias Extrativas, que cresceram 3,4%. A construção, por sua vez, registrou retração de 0,4%.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026, na comparação com os três meses anteriores, na série com ajuste sazonal, segundo dados divulgados na terça-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A Indústria avançou 0,1% no período, puxada pelas Indústrias Extrativas, que cresceram 3,4%. A construção, por sua vez, registrou retração de 0,4%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do recuo na comparação trimestral, a construção cresceu 1% em relação ao segundo trimestre de 2025 e acumulou alta de 1,1% no primeiro semestre de 2026, frente ao mesmo período do ano anterior. Para a economista-chefe da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos, o desempenho reflete a perda de dinamismo já percebida pelo setor e um ambiente econômico mais adverso do que o esperado no início do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Começamos 2026 com uma expectativa mais positiva para a trajetória dos juros. A partir do fim de fevereiro, com o início dos conflitos no Oriente Médio, esse cenário começou a mudar. A perspectiva passou a ser de uma redução menor do que a esperada inicialmente, o que aumentou a cautela dos empresários e se refletiu no desempenho da construção”, afirma Ieda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A economista destaca que o recuo ocorre após um primeiro trimestre mais forte. Também é preciso considerar a perda de dinamismo das pequenas obras e reformas, que integram o cálculo do PIB da construção. Nesse segmento, a redução do consumo das famílias, diante do maior endividamento e do crédito mais caro, contribui para a desaceleração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O resultado do segundo trimestre preocupa, sobretudo pelos possíveis reflexos nas decisões de novos investimentos. Começamos o ano com perspectivas melhores e hoje o empresário trabalha com um ambiente econômico mais desafiador para o segundo semestre e para 2027”, destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mesmo com juros elevados, construção mantém projeção de crescimento de 1,2%</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o primeiro trimestre de 2022, quando a taxa básica de juros voltou ao patamar de dois dígitos, o custo do crédito aparece entre os três principais problemas apontados pelos empresários da construção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Selic em nível elevado, os custos da construção acima da inflação e a redução das expectativas positivas dos empresários limitam uma expansão mais forte da atividade. Por outro lado, o avanço das obras de infraestrutura e os lançamentos imobiliários realizados nos últimos dois anos ajudam a sustentar as perspectivas para o setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desse cenário, a CBIC mantém a projeção de crescimento de 1,2% para a construção civil em 2026.“Sem dúvida, qualquer resultado negativo preocupa, mas continuamos esperando crescimento da construção neste ano. A infraestrutura tem exercido papel importante, puxada principalmente pelos investimentos privados, pelas concessões e pelo saneamento. No mercado imobiliário, o Minha Casa, Minha Vida também continua sendo um importante vetor da atividade”, explica Ieda.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mercado de trabalho mantém desempenho positivo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da retração da atividade no segundo trimestre, o mercado de trabalho continua apresentando resultados positivos. O saldo de novos empregos formais na construção cresceu 6,52% no primeiro semestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados do Novo Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O principal destaque foi a infraestrutura. Pela primeira vez desde o início da série histórica do Novo Caged, em 2020, o segmento registrou saldo de novas vagas superior ao da Construção de Edifícios. As obras de infraestrutura geraram quase 65 mil novos empregos formais entre janeiro e junho de 2026, avanço de cerca de 30% na comparação com igual período de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Construção de Edifícios, por sua vez, apresentou saldo positivo de 60.552 postos de trabalho, resultado 2,19% inferior ao registrado no primeiro semestre do ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Mesmo com todas as dificuldades, o setor continua contratando. A infraestrutura tem se destacado de maneira muito expressiva na geração de empregos, impulsionada pelas concessões, pelos investimentos privados e pelas obras relacionadas ao saneamento”, avalia Ieda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em junho, a construção alcançou 3,119 milhões de trabalhadores com carteira assinada em todo o país, alta de 3,16% em relação ao mesmo mês de 2025. Os jovens tiveram participação relevante nesse desempenho: 48,82% das 168.962 novas vagas geradas pelo setor no primeiro semestre foram ocupadas por pessoas entre 18 e 29 anos. A geração de empregos também foi disseminada pelo país. Todos os 26 estados e o Distrito Federal apresentaram saldo positivo no primeiro semestre. Em números absolutos, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro e Santa Catarina lideraram a criação de vagas na construção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/industria-9/">CNI: atividade da indústria da construção desacelera, mas emprego no setor resiste</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/totvs-2/">TOTVS promove Services Day 2026 para discutir como dados, IA e novas demandas estão transformando as operações de serviços</a></p>
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		<title>CNI: atividade da indústria da construção desacelera, mas emprego no setor resiste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 20:40:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[cni]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A indústria da construção segue em ritmo inferior ao registrado no ano passado. Em julho, o índice que mede a evolução da atividade do setor variou apenas 0,1 ponto, para 47,2 pontos. Com isso, o indicador se manteve meio ponto abaixo da média para os meses de julho. Os dados constam na Sondagem Indústria da Construção, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), no dia 24 de setembro.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A indústria da construção segue em ritmo inferior ao registrado no ano passado. Em julho, o índice que mede a evolução da atividade do setor variou apenas 0,1 ponto, para 47,2 pontos. Com isso, o indicador se manteve meio ponto abaixo da média para os meses de julho. Os dados constam na <a href="https://nam10.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Fclick.knewin360.com%2FClick%2Fclick%2FeyJhbGciOiJIUzI1NiIsInR5cCI6IkpXVCJ9.eyJjYW1wYWlnbklkIjoiYWM1OTMzNWMtYzkyNy00ODAwLTRjNDYtMDhkZWU5OGUxYzJkIiwicGVyc29uSWQiOiIyODE5Y2YyNi1kOTc5LTQ3ODctNzI5ZS0wOGQ5OWY4NzZmYTEiLCJlbWFpbCI6Im5hdGhhbGlhLnpvcnpvQHNlc2ljbmkuY29tLmJyIiwidXJsIjoiaHR0cHM6Ly93d3cucG9ydGFsZGFpbmR1c3RyaWEuY29tLmJyL2VzdGF0aXN0aWNhcy9zb25kYWdlbS1pbmR1c3RyaWEtZGEtY29uc3RydWNhby8_dXRtX3NvdXJjZT1qb3ImdXRtX21lZGl1bT1jb211bmlxdWUmdXRtX2NhbXBhaWduPXJlbGVhc2UiLCJpc1NlZ21lbnRhdGlvbiI6IkZhbHNlIiwibmJmIjoxNzg3NTkwOTYyLCJleHAiOjE3OTAxODI5NjIsImlhdCI6MTc4NzU5MDk2Mn0.EyMiUIvVXkE9S48ELyx5a60JyAVcSfs47DbSuNYoWPk&amp;data=05%7C02%7Cnathalia.zorzo%40sesicni.com.br%7C6c9634d2da594538a96308df02018e02%7C6d6bcc3fbda14f54af1d86d4b7d4e6b8%7C0%7C0%7C639231877863346140%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJFbXB0eU1hcGkiOnRydWUsIlYiOiIwLjAuMDAwMCIsIlAiOiJXaW4zMiIsIkFOIjoiTWFpbCIsIldUIjoyfQ%3D%3D%7C0%7C%7C%7C&amp;sdata=mTzvCG9TUAaFm6CUmcXsKJ2lW00d18IIk4aCZqL6I0w%3D&amp;reserved=0"><strong><em>Sondagem Indústria da Construção</em></strong></a>, divulgada pela <a href="https://nam10.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Fclick.knewin360.com%2FClick%2Fclick%2FeyJhbGciOiJIUzI1NiIsInR5cCI6IkpXVCJ9.eyJjYW1wYWlnbklkIjoiYWM1OTMzNWMtYzkyNy00ODAwLTRjNDYtMDhkZWU5OGUxYzJkIiwicGVyc29uSWQiOiIyODE5Y2YyNi1kOTc5LTQ3ODctNzI5ZS0wOGQ5OWY4NzZmYTEiLCJlbWFpbCI6Im5hdGhhbGlhLnpvcnpvQHNlc2ljbmkuY29tLmJyIiwidXJsIjoiaHR0cHM6Ly9jbmkucG9ydGFsZGFpbmR1c3RyaWEuY29tLmJyLz91dG1fc291cmNlPWpvciZ1dG1fbWVkaXVtPWNvbXVuaXF1ZSZ1dG1fY2FtcGFpZ249cmVsZWFzZSIsImlzU2VnbWVudGF0aW9uIjoiRmFsc2UiLCJuYmYiOjE3ODc1OTA5NjIsImV4cCI6MTc5MDE4Mjk2MiwiaWF0IjoxNzg3NTkwOTYyfQ.uVRg3i_Cq7fv0QhXKfLkyKw7o28gtIWji9fiKc6NhKk&amp;data=05%7C02%7Cnathalia.zorzo%40sesicni.com.br%7C6c9634d2da594538a96308df02018e02%7C6d6bcc3fbda14f54af1d86d4b7d4e6b8%7C0%7C0%7C639231877863363632%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJFbXB0eU1hcGkiOnRydWUsIlYiOiIwLjAuMDAwMCIsIlAiOiJXaW4zMiIsIkFOIjoiTWFpbCIsIldUIjoyfQ%3D%3D%7C0%7C%7C%7C&amp;sdata=7j22DKwEZUs7GtjPiyWWmhoOkSpQco4kIYycHqOgLrc%3D&amp;reserved=0">Confederação Nacional da Indústria (CNI)</a>, em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (<a href="https://nam10.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Fclick.knewin360.com%2FClick%2Fclick%2FeyJhbGciOiJIUzI1NiIsInR5cCI6IkpXVCJ9.eyJjYW1wYWlnbklkIjoiYWM1OTMzNWMtYzkyNy00ODAwLTRjNDYtMDhkZWU5OGUxYzJkIiwicGVyc29uSWQiOiIyODE5Y2YyNi1kOTc5LTQ3ODctNzI5ZS0wOGQ5OWY4NzZmYTEiLCJlbWFpbCI6Im5hdGhhbGlhLnpvcnpvQHNlc2ljbmkuY29tLmJyIiwidXJsIjoiaHR0cHM6Ly9jYmljLm9yZy5ici8iLCJpc1NlZ21lbnRhdGlvbiI6IkZhbHNlIiwibmJmIjoxNzg3NTkwOTYyLCJleHAiOjE3OTAxODI5NjIsImlhdCI6MTc4NzU5MDk2Mn0.4UCC-hYFXl_UaKtPJ00DaVlfvuIDT82OptHbPgA_APo&amp;data=05%7C02%7Cnathalia.zorzo%40sesicni.com.br%7C6c9634d2da594538a96308df02018e02%7C6d6bcc3fbda14f54af1d86d4b7d4e6b8%7C0%7C0%7C639231877863379371%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJFbXB0eU1hcGkiOnRydWUsIlYiOiIwLjAuMDAwMCIsIlAiOiJXaW4zMiIsIkFOIjoiTWFpbCIsIldUIjoyfQ%3D%3D%7C0%7C%7C%7C&amp;sdata=G2QwpBwdf6CGQn84tkSnU54zNSvG1VPScILrwJ9KIks%3D&amp;reserved=0">CBIC</a>), no dia 24 de setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A desaceleração do setor também se reflete na Utilização da Capacidade Operacional (UCO). O indicador, que funciona como um termômetro do ritmo dos canteiros de obras, caiu 1 ponto percentual, para 66%, em agosto. A UCO está 2 pontos percentuais abaixo do patamar observado no mesmo mês do ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado de trabalho da indústria da construção, por outro lado, mostrou desempenho relativamente mais favorável. O índice de evolução do número de empregados registrou alta de 0,4 ponto e chegou a 48,3 pontos. O indicador está 1,6 ponto acima da média para os meses de julho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo explica o porquê do descompasso entre a atividade, a UCO e o emprego.&nbsp;“Essa diferença entre os comportamentos é comum em situações de desaceleração da atividade, que leva um pouco de tempo a mais para começar a se refletir no emprego, sobretudo depois desse longo período de mercado de trabalho bastante aquecido”, aponta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Empresários estão pessimistas há 20 meses</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) da Construção subiu 1,6 ponto e fechou agosto em 47,2 pontos. O resultado se deve ao avanço dos componentes que medem a avaliação dos empresários sobre as condições atuais e as expectativas para o desempenho das empresas e da economia. Apesar da melhora, o indicador continua abaixo da linha divisória de 50 pontos — que separa confiança de falta de confiança —, apontando pessimismo dos industriais da construção.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Expectativas para os próximos meses seguem moderadas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os empresários da construção não esperam mudanças significativas nos rumos do setor nos próximos meses. A pesquisa mostra que eles desejam manter o nível de compras de insumos e matérias-primas e o total de empregados a curto prazo. Em relação ao nível de atividade, os industriais projetam leve alta, enquanto esperam queda no lançamento de empreendimentos e serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira o desempenho dos índices de expectativa:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Compras de insumos e matérias-primas: +1,8 ponto, para 50,1 pontos;</li>



<li>Número de empregados: +0,9 ponto, para 50 pontos;</li>



<li>Nível de atividade: +1,4 ponto, para 50,6 pontos;</li>



<li>Novos empreendimentos e serviços: -0,2 ponto, para 48,7 pontos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Diante de expectativas moderadas, a intenção de investir ficou estável em 42,2 pontos. Ainda assim, o indicador está acima da média história, de 38,4 pontos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sobre a Sondagem Indústria da Construção</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para esta edição da pesquisa, a CNI consultou 318 empresas, sendo 123 pequenas, 133 médias e 62 grandes, entre 3 e 12 agosto de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://cbic.org.br/cni-atividade-da-industria-da-construcao-desacelera-mas-emprego-no-setor-resiste/">CBIC</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/totvs-2/">TOTVS promove Services Day 2026 para discutir como dados, IA e novas demandas estão transformando as operações de serviços</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/construcao-54/">Trilhas Profissionais: um novo caminho para a carreira na construção civil</a></p>
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		<title>TOTVS promove Services Day 2026 para discutir como dados, IA e novas demandas estão transformando as operações de serviços</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 20:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento reunirá na Totvs especialistas, clientes e profissionais do setor em São Paulo, no dia 8 de setembro, com conteúdos sobre eficiência operacional, Reforma Tributária, gestão de ativos, dados, Inteligência Artificial e atendimento. Empresas de serviços enfrentam uma agenda cada vez mais pressionada por eficiência operacional, controle de custos, disponibilidade de ativos, mudanças regulatórias e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Evento reunirá na Totvs especialistas, clientes e profissionais do setor em São Paulo, no dia 8 de setembro, com conteúdos sobre eficiência operacional, Reforma Tributária, gestão de ativos, dados, Inteligência Artificial e atendimento.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas de serviços enfrentam uma agenda cada vez mais pressionada por eficiência operacional, controle de custos, disponibilidade de ativos, mudanças regulatórias e novas expectativas dos clientes. Ao mesmo tempo, dados e Inteligência Artificial começam a ocupar espaço não apenas na execução das atividades, mas também na identificação de oportunidades e na tomada de decisões. Para discutir essas transformações e seus impactos na operação, a TOTVS promove o <strong>Services Day 2026</strong>, no dia 8 de setembro, em São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o tema <strong>“O futuro dos serviços se constrói com boas conexões”</strong>, o evento reunirá especialistas, clientes e profissionais de diferentes segmentos para compartilhar experiências e discutir tendências do mercado. A programação será distribuída em salas temáticas e no auditório principal, com conteúdos direcionados a áreas como Rental, Field Service, Deathcare e Terceirização.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reforma Tributária e eficiência operacional na agenda</strong><strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As mudanças trazidas pela <strong>Reforma Tributária</strong> estarão entre os assuntos discutidos durante o evento. Na trilha de Field Service, Irene Paixão, da TOTVS, abordará o que a nova realidade tributária pode exigir das operações de serviços. O tema também será discutido na trilha de Terceirização, em uma abordagem voltada à prevenção de perdas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A eficiência operacional será outro eixo das discussões. Na trilha de Field Service, um dos conteúdos mostrará o impacto da conexão entre a ordem de serviço e o backoffice nos resultados da operação. Já em Rental, o debate sobre downtime colocará em pauta os impactos financeiros de equipamentos parados e as possibilidades de reduzir esse tempo de indisponibilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dados e Inteligência Artificial avançam na tomada de decisão</strong><strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A evolução do uso de dados também terá espaço na programação. No segmento de Deathcare, o cliente Digna apresentará como inteligência de dados pode apoiar a gestão por meio de BI, dashboards, análise de inadimplência, churn e gestão preditiva da carteira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mesma trilha, o parceiro Duofy discutirá aplicações de <strong>Inteligência Artificial</strong> para previsão de cancelamentos, scoring de carteira, automação de cobrança e atendimento. A abordagem coloca a IA em situações concretas da operação, indo além da discussão sobre produtividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tema também estará presente no encerramento do evento, com uma palestra sobre <strong>Inteligência Artificial e Inteligência Humana</strong>, além de uma discussão sobre o futuro das operações de serviço a partir da transformação do trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Experiência do cliente, pessoas e novas formas de operar</strong><strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A transformação das operações também passa pela forma como as empresas se relacionam com seus clientes e organizam suas equipes. O Services Day terá uma palestra dedicada à excelência no atendimento e uma discussão sobre Recursos Humanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Rental, o painel com clientes discutirá como a tecnologia pode apoiar a locadora na produção e no faturamento, enquanto a trilha de Terceirização colocará a <strong>precificação</strong> em debate, abordando como empresas podem lidar com a pressão operacional e transformar esse desafio em uma variável estratégica do negócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A abertura da trilha de Rental contará ainda com Paulo Esteves, da ANALOC, que apresentará dados e tendências para o futuro do mercado de locação. Já no Deathcare, Ivana Peccia, da Anjos Memorial Pet, discutirá as transformações do mercado a partir do crescimento do segmento de <em>Deathcare</em> no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Services Day 2026 reforça, assim, uma discussão que atravessa diferentes operações de serviços: tecnologia, dados e pessoas precisam estar conectados aos desafios reais do negócio para apoiar decisões que impactam produtividade, eficiência e resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vagas são limitadas. Para informações detalhadas sobre a programação e inscrições, acesse o site oficial: <strong>https://eventos.totvs.com/event/services-day-2026</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Services Day 2026 conta também com um importante parceiro do setor, sendo apoiado pela empresa patrocinadora NG.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>Serviço</strong><strong></strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Evento:</strong> Services Day TOTVS 2026<br><strong>Data:</strong> 8 de setembro de 2026<br><strong>Horário:</strong> das 13h às 20h<br><strong>Local:</strong> Auditório TOTVS — Avenida Braz Leme, 1000, Casa Verde, São Paulo (SP)<br><strong>Informações e inscrições:</strong> https://eventos.totvs.com/event/services-day-2026</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais </h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/construcao-54/">Trilhas Profissionais: um novo caminho para a carreira na construção civil</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/empregos-10/">Construção civil mantém geração de empregos no primeiro semestre, mas juros altos freiam o ritmo de crescimento</a></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/totvs-2/">TOTVS promove Services Day 2026 para discutir como dados, IA e novas demandas estão transformando as operações de serviços</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
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		<title>Trilhas Profissionais: um novo caminho para a carreira na construção civil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 15:14:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[mão de obra]]></category>
		<category><![CDATA[Trilhas Profissionais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há anos, a construção civil reclama da falta de mão de obra. As Trilhas Profissionais foram criadas justamente para dar respostas a essas questões.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Há anos, a construção civil reclama da falta de mão de obra. É difícil encontrar profissionais qualificados e, ao mesmo tempo, atrair gente nova para o setor. Esse é um problema que as empresas enfrentam diariamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, depois de tanto falar sobre a falta de trabalhadores, chegou o momento de apresentar uma solução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram dois anos de trabalho, discussão e diálogo entre empresas e trabalhadores. E, para mim, essa união é&nbsp;um dos pontos mais importantes das Trilhas Profissionais da Construção, iniciativa que o SindusCon-SP e seus parceiros lançarão no início de setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto de partida é simples: a construção precisa deixar claro que não oferece apenas emprego. Proporciona carreira. Muita gente talvez não saiba, mas o setor paga bons salários. A remuneração média de entrada está em torno de R$ 2,4 mil, entre as mais competitivas da economia brasileira. Em São Paulo, capital, um mestre de obras pode receber entre R$ 15 mil e R$ 20 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem pensa em ingressar na construção pode não saber por onde começar, o que precisa aprender ou quais competências são necessárias para avançar. E quem já está no setor nem sempre consegue visualizar até onde pode chegar profissionalmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As Trilhas Profissionais foram criadas justamente para dar respostas a essas questões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta é organizar as carreiras, estabelecer critérios de qualificação e certificação e mostrar ao trabalhador um caminho concreto de evolução profissional. As empresas que aderirem ao programa passarão a adotar os mesmos degraus de evolução e sete linhas de qualificação, criando uma referência comum e ajudando a uniformizar as carreiras no setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também vamos atualizar nomenclaturas que já não representam adequadamente as competências exigidas hoje, como as de servente e pedreiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há ainda outro compromisso, investir em qualificação. O Senai-SP será parceiro nessa jornada, com formação conectada às necessidades reais dos canteiros. A ideia é levar conhecimento para mais perto de onde o trabalho acontece e preparar profissionais para uma construção cada vez mais tecnológica, mecanizada, industrializada e produtiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto começa em São Paulo, com empresas associadas ao SindusCon-SP, mas a ambição é maior. Se o modelo for validado, poderá ser levado a canteiros de obras de todo o Brasil.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sabemos erguer edifícios, cidades e infraestrutura. Agora, com as Trilhas Profissionais da Construção, queremos deixar igualmente claro que também sabemos construir caminhos para uma carreira profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por Yorki Oswaldo Estefan, presidente do SindusCon-SP</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/empregos-10/">Construção civil mantém geração de empregos no primeiro semestre, mas juros altos freiam o ritmo de crescimento</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/concrete-5/">Concrete Show leva construção em escala real ao pavilhão com apartamento de alvenaria e casa de paredes de concreto</a></p>
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		<title>Construção civil mantém geração de empregos no primeiro semestre, mas juros altos freiam o ritmo de crescimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 14:56:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Construção civil gerou quase 169 mil novos empregos formais e mantém a projeção de crescimento de 1,2% para o ano.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A construção civil brasileira encerrou o primeiro semestre de 2026 com sinais de resiliência. Mesmo diante de um cenário de juros elevados, inflação persistente e custos de produção acima da média nacional,&nbsp;<strong>o setor gerou quase 169 mil novos empregos formais e mantém a projeção de crescimento de 1,2% para o ano</strong>. Os dados foram apresentados pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) durante a divulgação dos indicadores econômicos do segundo trimestre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise da entidade revela um&nbsp;<strong>mercado dividido entre resultados positivos e desafios estruturais</strong>. De um lado, o avanço das obras de infraestrutura, das concessões e dos investimentos em saneamento sustenta a atividade e amplia a contratação de trabalhadores. De outro, a permanência da Selic em patamar elevado reduz a confiança dos empresários e limita lançamentos, investimentos e financiamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a economista-chefe da CBIC, Ieda Vasconcelos,&nbsp;<strong>o ambiente macroeconômico continua pressionando a construção, embora o setor preserve sua capacidade de gerar empregos</strong>. “Nos primeiros seis meses deste ano, a construção civil gerou quase 169 mil novos empregos, o que representa um incremento de 6,5% em relação ao mesmo período do ano passado”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Infraestrutura lidera a criação de vagas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O grande destaque do semestre foi o segmento de infraestrutura</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Das quase 169 mil vagas abertas, cerca de 65 mil vieram de obras de saneamento, rodovias e grandes projetos de concessão, superando pela primeira vez a construção de edifícios em um primeiro semestre desde a criação do novo Caged, em 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Ieda Vasconcelos, esse movimento reflete o aumento dos investimentos públicos e, principalmente, privados. “<strong>O número de novas vagas na infraestrutura cresceu 30% em relação ao ano passado</strong>. As obras de saneamento, as PPPs e as concessões que estão saindo do papel explicam esse dinamismo”, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da CBIC, Eduardo Aroeira Almeida, reforçou que o marco legal do saneamento tem papel decisivo nesse desempenho. “<strong>O grande responsável pelos investimentos foi o setor privado, com 84% do total</strong>. Isso demonstra como o marco legal foi fundamental para que esse segmento continuasse gerando emprego e renda.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Selic reduz confiança e limita investimentos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do mercado de trabalho aquecido,&nbsp;<strong>os indicadores de confiança mostram um cenário menos favorável</strong>. A sondagem realizada pela CBIC em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) registrou queda na confiança dos empresários, mantendo o índice abaixo dos 50 pontos, patamar que indica falta de confiança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eduardo Aroeira relaciona diretamente esse comportamento ao custo do crédito. “<strong>A Selic elevada impacta principalmente a produção de edifícios</strong>. A atividade continua importante, mas vem perdendo ritmo com o passar do tempo”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, observa que<strong>&nbsp;a falta de confiança do empresariado deixou de ser pontual e passou a ser persistente</strong>. “Essa falta de confiança tende a refletir nas decisões dos empresários em relação a investimentos, contratações e lançamentos de novos empreendimentos”, avaliou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Custos seguem acima da inflação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro fator que preocupa o setor é o&nbsp;<strong>avanço dos custos da construção</strong>. Nos últimos 12 meses encerrados em julho, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) acumulou alta de 6,44%, enquanto a inflação oficial ficou em 4,44%. Materiais e equipamentos subiram 6,02%, e a mão de obra registrou aumento de 7,30%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os insumos com maior elevação aparecem fio de cobre, cimento, concreto, vidro e esquadrias. Para a CBIC,&nbsp;<strong>a pressão sobre esses materiais está relacionada ao aumento dos custos energéticos e aos efeitos prolongados dos conflitos internacionais</strong>&nbsp;sobre a cadeia de suprimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A situação preocupa especialmente os empreendimentos de habitação popular. “Nossa preocupação é que<strong>&nbsp;os contratos do Minha Casa Minha Vida são firmados com preço fixo</strong>. Se os custos continuam subindo, os novos contratos deixam de ser atrativos e isso pode reduzir a oferta de moradias para quem mais precisa”, explicou Eduardo Aroeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Juventude e perspectivas para 2026</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os indicadores também revelam um dado relevante sobre o perfil da mão de obra.&nbsp;<strong>Quase metade das vagas abertas no semestre foi ocupada por jovens entre 18 e 29 anos</strong>, contrariando a percepção de que a construção civil perdeu capacidade de atrair novos trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o presidente da CBIC,&nbsp;<strong>o desafio atual não está na entrada desses profissionais, mas na permanência deles no setor.</strong>&nbsp;“O problema não é a entrada dos jovens. A realidade mostra que eles estão chegando. O desafio é conseguir retê-los na construção civil”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o restante de 2026,&nbsp;<strong>a CBIC mantém expectativa de crescimento moderado de 1,2%</strong>. A entidade avalia que os investimentos recordes em infraestrutura, os lançamentos imobiliários realizados nos últimos dois anos e o mercado de trabalho aquecido devem compensar, ao menos parcialmente, os efeitos negativos da taxa de juros elevada, do endividamento das famílias e da dificuldade de contratação de mão de obra qualificada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.cimentoitambe.com.br/construcao-civil-mantem-geracao-de-empregos-no-primeiro-semestre-mas-juros-altos-freiam-o-ritmo-de-crescimento/?utm_source=newsmassacinzenta&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=construcao-civil-mantem-geracao-de-empregos-no-primeiro-semestre-mas-juros-altos-freiam-o-ritmo-de-crescimento%2F&amp;utm_term=post_21&amp;utm_content=Ago_semana_4">Cimento Itambé</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/concrete-5/">Concrete Show leva construção em escala real ao pavilhão com apartamento de alvenaria e casa de paredes de concreto</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/construcao-53/">Construção Civil deve crescer 0,6% no primeiro semestre</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Concrete Show leva construção em escala real ao pavilhão com apartamento de alvenaria e casa de paredes de concreto</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 19:54:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[concrete show]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 17ª edição do Concrete Show terá duas áreas dedicadas à demonstração, em escala real, de sistemas construtivos industrializados. </p>
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<p class="wp-block-paragraph">A <strong>17ª edição do Concrete Show</strong> terá duas áreas dedicadas à demonstração, em escala real, de sistemas construtivos industrializados. A<strong> Praça de Alvenaria Industrializada </strong>e a <strong>MegaDemo – Paredes de Concreto</strong> vão apresentar diferentes formas de utilizar o concreto na construção de casas e apartamentos, que atendem os requisitos dos programas habitacionais da CDHU.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora tenham elementos e fornecedores em comum, <strong>os dois projetos apresentam sistemas construtivos diferentes</strong>. Em ambos, o concreto é a matéria-prima, mas a forma de erguer a estrutura é distinta: <strong>a Praça utiliza blocos estruturais de concreto em um processo de alvenaria racionalizada</strong>, enquanto a <strong>MegaDemo emprega formas metálicas para a execução de paredes de concreto.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Realizadas dentro do pavilhão no São Paulo Expo, <strong>as iniciativas fazem parte do evento, que acontece de 25 a 27 de agosto, das 13h às 20h</strong>. A expectativa é receber mais de 26 mil profissionais nos três dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Alvenaria racionalizada funciona como uma linha de produção</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Praça de Alvenaria Industrializada, os visitantes poderão conhecer um apartamento modelo em escala real, construído com blocos estruturais de concreto, argamassa, equipamentos, andaimes, escantilhão e gabaritos. O projeto também incorpora soluções para instalações elétricas que evitam a necessidade de quebrar as paredes, além de pré-lajes e outros componentes pré-fabricados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta é mostrar como a racionalização modifica a lógica tradicional de execução. Antes do início da obra, os componentes são dimensionados e quantificados, permitindo planejar o abastecimento e a sequência de atividades, com maior controle sobre os desperdícios e custos mais previsíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o apartamento modelo, por exemplo, estão previstos cerca de 1,3 mil blocos e 100 sacos de argamassa, além dos demais componentes necessários à execução.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Quando a alvenaria racionalizada é pensada de forma repetitiva, você industrializa o sistema. É como produzir um carro: em vez de fazer uma unidade, cria-se uma linha de produção, com componentes quantificados e uma logística planejada para dar velocidade à obra”, explica o engenheiro Paulo Manzini, responsável pela realização dos dois projetos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A lógica de repetição também aparece na utilização das pré-lajes. Depois da execução da alvenaria de um pavimento, a peça pré-fabricada é instalada para receber as etapas seguintes, permitindo reproduzir o mesmo processo nos pavimentos superiores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“A alvenaria racionalizada pode proporcionar ganho de velocidade próximo de 30% em relação ao método convencional”, destaca Manzini.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto da Praça foi desenvolvido com participação de engenheiros e calculistas, com a Arco Engenharia como responsável pelo projeto final. A execução da alvenaria contará com equipe de pedreiros, ajudantes, engenheiro e profissionais responsáveis pela marcação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>MegaDemo mostra a sequência das paredes de concreto</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a MegaDemo &#8211; Paredes de Concreto terá como referência uma casa modelo da Pacaembu Construtora, permitindo visualizar outro sistema de industrialização da construção. A demonstração utiliza formas metálicas com a sequência de execução desde a base e a armação até a montagem das formas, concretagem e etapas posteriores de acabamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lógica do sistema está diretamente relacionada à repetição em escala. De acordo com Manzini, depois da preparação da base e da montagem das armaduras e formas, ocorre a concretagem. No dia seguinte, as formas podem ser retiradas e têm início as etapas subsequentes, como tratamento das paredes, pintura, cobertura e instalação de portas e janelas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Em um canteiro, a capacidade de produção pode ser ampliada conforme a quantidade de conjuntos de formas disponíveis. Um conjunto de formas pode fazer uma casa por dia; com três conjuntos, são três casas, e com 15 conjuntos, 15 casas por dia”, explica Manzini.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A demonstração também evidencia um aspecto importante para a escolha de sistemas construtivos: <strong>a logística de abastecimento</strong>. Em empreendimentos de grande escala, a disponibilidade de fornecedores e a capacidade de entrega dos insumos podem determinar a viabilidade de uma solução.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso das paredes de concreto, por exemplo, a operação depende de uma estrutura capaz de abastecer o canteiro com o concreto necessário para as concretagens programadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sistemas diferentes para desafios semelhantes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As duas demonstrações partem de uma mesma questão: como organizar a construção para produzir em maior escala, com mais previsibilidade e menor dependência de processos improvisados. A resposta, porém, passa por sistemas construtivos diferentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Os projetos também permitem discutir o impacto da industrialização sobre a mão de obra. </strong>A redução da quantidade de profissionais necessária para determinadas etapas é acompanhada por uma mudança no perfil de qualificação, com maior importância para planejamento, engenharia e profissionais especializados em cada sistema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O último levantamento da Fundação João Pinheiro estimou o déficit habitacional brasileiro em 5,77 milhões de moradias em 2024, o equivalente a 7,4% do total de domicílios particulares ocupados no país. Diante da demanda por produção habitacional em escala, as duas demonstrações do Concrete Show colocam em evidência como diferentes sistemas construtivos podem organizar materiais, mão de obra, logística e etapas de execução em busca de maior produtividade e previsibilidade nos canteiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como participar do Concrete Show?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A edição de 2026 marca uma mudança no acesso ao Concrete Show, com a adoção do <strong>credenciamento pago para visitantes</strong>. O ingresso terá valor de R$ 150 na modalidade inteira e R$ 75 na modalidade meia solidária, mediante a doação de um quilo de alimento não perecível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ingressos para visitantes e congressistas do Construindo Conhecimento estão disponíveis no site do Concrete Show: <a href="https://u5451556.ct.sendgrid.net/ls/click?upn=u001.orZHaFubyDzP-2BxPLQ-2F088osUjjO-2F0DWFG6inGoEOh0iGGuQWL09ru60tUNDHgFm1sNxy_0bTUc7AVUs3pfubn3raO4A2sK9yZdSxQGCv5rQpGz2R30DUejDgP8tfG6kHEMwT-2Blzdh-2Fi2hxDAPbXhqQvuPCxxHeP-2BZFgEHE0bpWvzBD5rITB-2FOMpPOVFa1cIl0ENkIat0VllwLSfIy1fMGGEAAPLQXDRP6U3xTuwj3TrkNGpPKVXH60teHi1aYVG-2FKKxJko9CPK7VVgpWs-2Bs2wP47EdNVyvWV3yy9gDGRY6KYV1nT-2FGGZmUHuWJraS9R4E8GHDkUpCWzZA01NdWzNVQiSDTw-3D-3D">www.concreteshow.com.br</a>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Serviço:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Concrete Show South América &#8211; 17ª edição</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Data:</strong> 25 a 27 de agosto de 2026</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Local:</strong> São Paulo Expo | São Paulo&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Horário:</strong> 13 às 20 horas</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mais informações e ingressos:</strong> <a href="https://u5451556.ct.sendgrid.net/ls/click?upn=u001.fsGl-2BxEbJEGp-2F19PQCAbdCPGoUfJKQH6OTX1RuHwRtXcb8j-2BHJ5WuCfFD7bYtFT5wSsZ_0bTUc7AVUs3pfubn3raO4A2sK9yZdSxQGCv5rQpGz2R30DUejDgP8tfG6kHEMwT-2Blzdh-2Fi2hxDAPbXhqQvuPCxxHeP-2BZFgEHE0bpWvzBD5rITB-2FOMpPOVFa1cIl0ENkIeo-2FnRdCsQ8x2QYNFeDX3ZQHN8Exx-2BqroVQrDhQwXbtze-2B9AjeoTofL125I3-2BsuG6YvUjiWez9M085NW5HsNRCRcGhaLp1wl5VVCBUZ8xV6ZfHIj-2FXXDkdLjhbzRTLGjPWPXSPwmwWTPIYXCIcANUzQ-3D-3D">Clique aqui</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/construcao-53/">Construção Civil deve crescer 0,6% no primeiro semestre</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/rascunho-infraestruturaautomatico/">Infraestrutura impulsiona empregos e ajuda a sustentar crescimento da construção no Brasil</a></p>
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		<title>Construção Civil deve crescer 0,6% no primeiro semestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 19:44:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na apresentação do balanço do primeiro semestre, Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da FGV IBRE, apontou que a estimativa do crescimento do PIB da Construção Civil para o 1º semestre de 2026, sobre igual período do ano passado, é de 0,6%.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O SindusCon-SP realizou, na quarta-feira (12/08), em conjunto com o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE), a Reunião de Conjuntura Econômica de agosto, que acompanha o desempenho da construção civil e reúne indicadores de atividade, emprego, custos, crédito e mercado imobiliário. Na abertura, o presidente-executivo da entidade e responsável pela área econômica, Eduardo Zaidan (foto), comentou que tem a sensação de que o país está entrando em um “inverno econômico”, com vários indicadores mostrando que o nível de atividade está baixando.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PIB da construção</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na apresentação do balanço do primeiro semestre, Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da FGV IBRE, apontou que a estimativa do crescimento do PIB da Construção Civil para o 1º semestre de 2026, sobre igual período do ano passado, é de 0,6%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado veio acompanhado de alta no emprego da construção, no rendimento médio e no consumo de cimento. Na outra ponta, a produção física de materiais recuou e o volume de vendas no varejo caiu no período.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Emprego cresce</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O emprego na construção cresceu 3% no Brasil entre dezembro de 2025 e junho de 2026. Em São Paulo, o número de trabalhadores com carteira assinada avançou 2,1% no mesmo período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as regionais do SindusCon-SP, o desempenho também foi desigual. Lideraram o crescimento as regionais de Santos, Sorocaba e São José do Rio Preto. Também fecharam o período com crescimento São Paulo (capital), Mogi das Cruzes e Santo André. Na outra ponta, houve retração em Ribeirão Preto, Campinas, Bauru, São José dos Campos e Presidente Prudente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Consumo de cimento avança 2,3%</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No primeiro semestre, o consumo de cimento no Brasil cresceu 2,3%. Todas as regiões registraram aumento, com exceção do Sudeste, principal mercado consumidor do país, que ficou estável no período.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>INCC</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O INCC-DI acumulou alta de 4,91% no Brasil e de 5,19% em São Paulo no ano, até julho. Em 12 meses, as variações foram de 6,44% e 6,97%, respectivamente. Entre os componentes, o maior aumento no país foi o de tubos e conexões de PVC e, no estado, o de condutores elétricos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mercado imobiliário mantém expansão em São Paulo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado imobiliário residencial da cidade de São Paulo apresentou crescimento entre janeiro e maio. Os lançamentos aumentaram 10,6% e as vendas cresceram 3,9% em relação ao mesmo período de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Millennials e Geração Z</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados apresentados também mostraram a participação das diferentes gerações nos contratos habitacionais. Em uma base de 571.592 contratos realizados entre 2016 e 2025, os millennials responderam por 54,43% dos contratos da Faixa 1, 61,89% da Faixa 2 e 59,13% da Faixa 3. A Geração Z representou 31,01% dos contratos na Faixa 1, 17,57% na Faixa 2 e 18,02% na Faixa 3.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mão de obra qualificada lidera preocupações das empresas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Sondagem da Construção mostrou que a escassez de mão de obra qualificada continua entre os principais fatores que limitam a melhora dos negócios. Na série mais recente, de julho de 2026, o item foi apontado por 37,9% das empresas, seguido pelo custo de mão de obra (24,0%), demanda insuficiente (23,3%), competição no próprio setor (22,9%) e custo de matéria-prima (16,7%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o presidente do SindusCon-SP, Yorki Estefan, o cenário também se reflete nas decisões de investimento. “Para o futuro, se a Caixa Econômica Federal não entrar no crédito para habitação de média renda, vamos continuar praticamente no mesmo lugar ou ter uma evolução muito gradativa, que fica dependendo da queda dos juros”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cenário macroeconômico e eleitoral</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na parte final da reunião, o economista da FGV Robson Gonçalves abordou o cenário internacional e a economia brasileira. A projeção do Boletim Focus apresentada para o PIB brasileiro em 2026 é de 1,98%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre o início do período eleitoral, Gonçalves afirmou que a política habitacional deveria ser um tema sobre o qual os candidatos à Presidência deveriam se manifestar. “Estamos presenciando algo muito particular nestas eleições. Nenhum dos candidatos à Presidência tem apresentado propostas ou colocado no centro do debate temas como a economia e a política habitacional, fundamentais para o país. O ideal seria discutir o que foi feito, o que pretendem fazer e o que pode ser aprimorado. Mas esse debate não está acontecendo. A ausência de propostas sobre habitação e financiamento gera perplexidade. O empresariado não tem como estar satisfeito”, finalizou Gonçalves.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



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