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	<title>Informações confiáveis para o setor rental</title>
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	<description>ALEC - Associação Brasileira de Locadores de Equipamentos</description>
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	<title>Informações confiáveis para o setor rental</title>
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		<title>Emprego na construção desacelera, mas setor segue entre os que mais contratam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 18:09:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ritmo de geração de empregos na construção vem desacelerando. De acordo com o Caged, o setor gerou 12 mil novos postos de trabalho com carteira assinada em maio</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O ritmo de geração de empregos na construção vem desacelerando. De acordo com o Caged, o setor gerou 12 mil novos postos de trabalho com carteira assinada em maio, ante 16,6 mil criados no mesmo mês de 2025. No acumulado de 12 meses até maio, a construção criou 91 mil empregos, ante 98,7 mil gerados no mesmo período imediatamente anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O nível de emprego no setor não cresceu em todos os estados em maio. São Paulo fechou 688 postos de trabalho com carteira assinada, repetindo em menor escala o que aconteceu no mesmo mês de 2025, quando encerrou 983. Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Roraima, Alagoas e Rio Grande do Norte também diminuíram o número de empregados na construção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A variação também ocorre dentro dos Estados. Na cidade de São Paulo, por exemplo, o saldo entre admitidos e demitidos no setor foi de apenas 43 trabalhadores em maio, novamente repetindo o ocorrido no mesmo mês de 2025, quando este saldo registrou somente 57.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados refletem sobretudo a redução do ritmo da atividade da construção desde dezembro, segundo a maioria das construtoras ouvidas na Sondagem da Construção do FGV IBRE em junho. Além disso, o principal quesito que mais limitou o crescimento dos negócios continuou sendo a falta de mão de obra, mesmo a não qualificada, conforme assinalaram as empresas na enquete.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Sondagem registrou que o setor permanece moderadamente pessimista, com recuo nos indicadores de Situação Atual dos Negócios, Carteira de Contratos e Demanda Prevista, e ligeira melhora em Tendência dos Negócios. Mesmo com todas as dificuldades, a construção segue muito relevante para a economia. Em maio, foi o segundo setor que mais criou empregos: 16,5% dos 72,9 mil postos criados no país. Ao final daquele mês, a construção empregava 3,1 milhões de trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/casa-10/">A cinco dias da inauguração, uma força-tarefa brasileira prepara a segunda Casa do Construtor na Argentina</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/abramat-3/">Abramat reduz projeção da indústria de materiais de construção</a></p>
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		<title>A cinco dias da inauguração, uma força-tarefa brasileira prepara a segunda Casa do Construtor na Argentina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 20:20:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Treinamentos, ajustes operacionais e transferência de conhecimento mobilizam equipes brasileiras e argentinas para garantir que a segunda unidade da Casa do Construtor abra as portas seguindo o mesmo padrão das mais de 800 operações da marca.</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Treinamentos, ajustes operacionais e transferência de conhecimento mobilizam equipes brasileiras e argentinas para garantir que a segunda unidade da Rede no país abra as portas seguindo o mesmo padrão das mais de 800 operações da marca</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem passar pela futura unidade da <a href="https://casadoconstrutor.com.br/">Casa do Construtor</a> em Guaymallén, na região metropolitana de Mendoza, provavelmente verá uma loja praticamente pronta para abrir as portas no próximo sábado. O que não aparece para quem observa de fora é o movimento que acontece nos bastidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto os últimos equipamentos são posicionados, sistemas passam pelos testes finais e a fachada recebe os ajustes definitivos, uma equipe brasileira transforma o imóvel em uma unidade preparada para operar seguindo o mesmo padrão das mais de 800 lojas da Rede. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Muito antes da inauguração, profissionais das áreas de Expansão, Operações, Marketing, Tecnologia da Informação, Jurídico e Comunicação desembarcam na Argentina para acompanhar cada etapa da implantação. O objetivo é transferir conhecimento, formar equipes e adaptar um modelo de negócio brasileiro à realidade do mercado argentino sem abrir mão da identidade construída pela Casa do Construtor ao longo de mais de três décadas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos dias, a rotina começa cedo. Enquanto consultores revisam procedimentos operacionais e acompanham a organização dos equipamentos, outras equipes validam contratos, ajustam sistemas, conferem materiais de comunicação, treinam vendedores, alinham processos comerciais e simulam situações reais de atendimento ao cliente. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outro ambiente, máquinas passam por inspeções finais, o estoque é organizado e a oficina mecânica recebe os últimos ajustes. Na área administrativa, indicadores financeiros, controles internos e fluxos operacionais são revisados para que a unidade inicie as atividades integrada aos padrões internacionais da Rede. </p>



<p class="wp-block-paragraph">À frente da operação está o empresário Franco Cruces, que já atua no segmento da construção civil por meio de uma revenda da Husqvarna. Ao conhecer o modelo da Casa do Construtor, enxergou uma oportunidade de ampliar sua atuação em um mercado onde a locação profissional de equipamentos ainda possui amplo espaço para crescer. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Bruno Arena, vice-presidente Internacional da Casa do Construtor, a inauguração representa a etapa mais visível de um trabalho que começou meses antes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Quando uma unidade abre as portas, o cliente vê uma loja pronta para operar. O que poucos enxergam é a estrutura que existe por trás desse momento. Há meses de planejamento, treinamento, validação de processos e transferência de conhecimento para garantir que aquela operação já nasça preparada para atender dentro do padrão da Casa do Construtor.&#8221; </p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o executivo, essa preparação é um dos principais diferenciais da estratégia internacional da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Não exportamos apenas uma marca. Exportamos um jeito de operar. Nossa equipe acompanha de perto cada implantação porque queremos que o empreendedor local tenha acesso ao mesmo conhecimento que tornou a Casa do Construtor referência no Brasil. Essa troca é o que sustenta uma expansão consistente.&#8221; </p>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha de Mendoza também faz parte dessa estratégia. Considerada uma das economias mais importantes do interior argentino, a província reúne forte atividade na construção civil, indústria, logística e agronegócio, além de um ambiente formado por pequenas e médias empresas, perfil semelhante ao encontrado em diversas regiões brasileiras onde a locação de equipamentos já está consolidada. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova unidade recebeu investimento aproximado de US$ 100 mil entre aquisição de equipamentos, adequações do imóvel e estrutura operacional. O espaço destinado ao atendimento possui 25 metros quadrados, enquanto depósito e oficina funcionam em áreas de apoio anexas à operação, ampliando a capacidade logística da franquia. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos próximos dias, o ritmo continuará intenso. Além dos últimos treinamentos e ajustes operacionais, a equipe brasileira acompanhará os testes finais antes da inauguração marcada para 25 de julho. Pouco tempo depois, a Casa do Construtor repetirá esse processo em Escobar, onde abrirá a terceira unidade da Rede na Argentina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Bruno Arena, é justamente esse trabalho silencioso, realizado longe dos holofotes, que explica por que a internacionalização da empresa vai além da abertura de novas lojas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Cada inauguração é consequência de um trabalho muito maior. Quando o cliente entra na loja pela primeira vez, a operação já passou por dezenas de etapas de preparação. É isso que nos permite crescer mantendo a qualidade e construindo uma marca sólida também fora do Brasil.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/abramat-3/">Abramat reduz projeção da indústria de materiais de construção</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/presencial/">NR-35 passa a exigir treinamento presencial para trabalho em altura</a></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/casa-10/">A cinco dias da inauguração, uma força-tarefa brasileira prepara a segunda Casa do Construtor na Argentina</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
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		<title>Abramat reduz projeção da indústria de materiais de construção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 14:39:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<category><![CDATA[materiais de construção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Faturamento deflacionado voltou a crescer em junho, mas o desempenho acumulado ficou abaixo das expectativas e levou a Abramat a revisar a estimativa anterior </p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Faturamento deflacionado voltou a crescer em junho, com alta de 1,9% sobre maio, mas o desempenho acumulado ficou abaixo das expectativas e levou a Abramat a revisar a estimativa anterior de +1,9%</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A indústria de materiais de construção encerrou o primeiro semestre de 2026 com retração de 3,4% no faturamento deflacionado em relação ao mesmo período do ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado, abaixo das expectativas da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), levou a entidade a revisar a projeção de crescimento do setor neste ano, reduzindo a estimativa de +1,9% para +0,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A revisão ocorre apesar do sinal de reação registrado em junho. Na comparação com maio, considerando os dados dessazonalizados, o faturamento avançou 1,9%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação a junho de 2025, o resultado permaneceu estável, indicando que a atividade começa a recuperar parte das perdas registradas ao longo dos primeiros meses do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O avanço mensal foi impulsionado principalmente pelos materiais básicos, que cresceram 2,4% em relação a maio, com ajuste sazonal. Os materiais de acabamento também apresentaram desempenho positivo, com alta de 1,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na comparação anual, porém, os segmentos seguem em ritmos distintos: os materiais básicos registraram crescimento de 1,4%, enquanto os materiais de acabamento recuaram 2,1%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os indicadores acumulados mostram que a recuperação da indústria ainda ocorre de forma gradual. No acumulado de 12 meses, o faturamento deflacionado do setor registra retração de 3,8%, refletindo um ritmo de crescimento abaixo do esperado para a primeira metade do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Mauro Franco, presidente executivo da Abramat, o resultado de junho mostra que a indústria preserva sua capacidade de reação, mas ainda enfrenta um ambiente econômico que limita uma recuperação mais consistente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O avanço registrado em junho mostra que a indústria continua reagindo, especialmente nos segmentos ligados aos materiais básicos, que costumam acompanhar mais de perto o ritmo da construção. No entanto, o desempenho do primeiro semestre ficou abaixo das nossas expectativas e exigiu uma revisão das projeções para 2026.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Abramat, a revisão da estimativa reflete principalmente o ambiente macroeconômico, marcado pela manutenção da taxa de juros em patamar elevado, pelo alto nível de endividamento das famílias e pela performance abaixo do esperado do Programa Reforma Casa Brasil, fatores que continuam influenciando o desempenho da indústria ao longo de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação de Franco, a revisão representa uma adequação ao cenário observado até agora, sem alterar a expectativa de continuidade da recuperação da atividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A revisão da projeção representa um ajuste às condições observadas no primeiro semestre. Seguimos convivendo com um ambiente macroeconômico desafiador, marcado pela taxa de juros elevada e pelas incertezas geopolíticas, que continuam influenciando o ritmo de recuperação do setor. Nossa expectativa é de continuidade desse processo ao longo do segundo semestre, ainda que em intensidade menor do que projetávamos anteriormente.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice Abramat é um estudo mensal que acompanha o desempenho do faturamento deflacionado da indústria de materiais de construção, com base em dados oficiais, pesquisas com associados e metodologia desenvolvida pela Ecconit.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/presencial/">NR-35 passa a exigir treinamento presencial para trabalho em altura</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/emprego-5/">Emprego na construção desacelera no interior de SP em maio</a></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/abramat-3/">Abramat reduz projeção da indústria de materiais de construção</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
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		<item>
		<title>NR-35 passa a exigir treinamento presencial para trabalho em altura</title>
		<link>https://alec.org.br/presencial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 14:14:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[treinamento presencial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos os treinamentos previstos na Norma Regulamentadora nº 35 (NR-35), que trata da segurança em trabalhos em altura, deverão ser realizados exclusivamente na modalidade presencial. </p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/presencial/">NR-35 passa a exigir treinamento presencial para trabalho em altura</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Todos os treinamentos previstos na Norma Regulamentadora nº 35 (NR-35), que trata da segurança em trabalhos em altura, deverão ser realizados exclusivamente na modalidade presencial. A mudança foi estabelecida pela Portaria MTE nº 1.259/2026, publicada no Diário Oficial da União em 16 de julho, e entra em vigor imediatamente, com prazo de transição de um ano para adequação das empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante esse período, até 16 de julho de 2027, as organizações deverão regularizar os treinamentos iniciais realizados total ou parcialmente a distância. A norma determina que os trabalhadores que concluíram o curso integralmente em formato remoto façam novamente a capacitação presencial ou, nos casos de treinamento híbrido, completem a carga horária presencial exigida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A atualização também modifica dispositivos do Anexo III da NR-35, que trata das escadas de uso individual. Entre as novas exigências estão a realização de análise de risco específica para utilização de escadas fixas verticais, a avaliação da necessidade de adoção de Sistema de Proteção Individual Contra Quedas (SPIQ), além da implementação de procedimentos operacionais e de verificações periódicas desses equipamentos. A norma prevê ainda um cronograma escalonado para organizações que possuem grande quantidade de escadas fixas verticais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, as alterações reforçam a necessidade de uma gestão integrada dos riscos relacionados ao trabalho em altura. A prevenção de quedas passa a exigir a combinação de medidas como capacitação dos trabalhadores, planejamento das atividades, análises de risco, inspeções periódicas, supervisão, sistemas de ancoragem, equipamentos de proteção, procedimentos operacionais e planos de resgate.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tema tem interface com o projeto “Monitoramento de dados de Saúde e Segurança no Trabalho e Relações Trabalhistas e iniciativas de prevenção de acidentes e valorização do trabalhador”, da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, em parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://cbic.org.br/nr-35-passa-a-exigir-treinamento-presencial-para-trabalho-em-altura/">CBIC</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/emprego-5/">Emprego na construção desacelera no interior de SP em maio</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/construcao-49/">Setor de materiais de construção acelera retomada no segundo semestre</a></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/presencial/">NR-35 passa a exigir treinamento presencial para trabalho em altura</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
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		<item>
		<title>Emprego na construção desacelera no interior de SP em maio</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 20:13:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Seis das 11 regiões analisadas pelo SindusCon-SP e FGV/Ibre registraram saldo negativo no mês, mas todas mantêm crescimento do emprego no acumulado de 2026 </p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/emprego-5/">Emprego na construção desacelera no interior de SP em maio</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Seis das 11 regiões analisadas pelo SindusCon-SP e FGV/Ibre registraram saldo negativo no mês, mas todas mantêm crescimento do emprego no acumulado de 2026</em> </p>



<p class="wp-block-paragraph">A construção civil apresentou desaceleração na geração de empregos formais nas regionais do SindusCon-SP em maio. Levantamento da entidade em parceria com o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre) mostra que seis das 11 regionais analisadas encerraram o mês com saldo negativo de vagas, diferença entre admissões e desligamentos. Apesar do recuo em maio, todas acumulam crescimento do emprego em 2026, com um estoque de mais de 841 mil trabalhadores com carteira assinada no estado de São Paulo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os resultados positivos, Sorocaba apresentou o maior saldo do mês, com a abertura de 809 vagas e estoque de 100,6 mil trabalhadores com carteira assinada. A regional acumula crescimento de 6% no ano e de 5,92% nos últimos 12 meses.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Santos também se destacou, com saldo positivo de 405 empregos em maio e estoque de 30,5 mil trabalhadores formais. A regional acumula crescimento de 7,1% no ano e de 7% nos últimos 12 meses.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na capital paulista, o mercado de trabalho da construção manteve estabilidade, com saldo positivo de 119 empregos em maio e estoque de 374 mil trabalhadores formais. Do total, 160,8 mil atuam em serviços especializados da construção, 119 mil em edificações e 94,3 mil em obras de infraestrutura. No acumulado de 2026, o emprego no setor registra alta de 4,8%.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ribeirão Preto e São José do Rio Preto também encerraram maio com estabilidade, ambas com saldo positivo de duas vagas. Ribeirão Preto mantém 53,2 mil trabalhadores formais e acumula alta de 4,9% no ano. São José do Rio Preto, com estoque de 25,6 mil empregados, registra crescimento de 8,3% em 2026, a maior variação entre as regionais analisadas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os saldos negativos, Campinas apresentou o maior recuo, com fechamento de 1.362 postos de trabalho em maio. Ainda assim, a regional mantém um dos maiores estoques de trabalhadores da construção no Estado, com 101,7 mil vínculos formais, e acumula crescimento de 2,7% no ano.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de Campinas, outras cinco regionais fecharam maio com saldo negativo de empregos, embora todas mantenham variação positiva no acumulado de 2026. Bauru encerrou o mês com saldo negativo de 303 vagas, estoque de 34,5 mil trabalhadores formais e alta de 3% no ano. Santo André fechou 159 postos de trabalho, mantém 46,9 mil empregados na construção e acumula crescimento de 2,5% em 2026.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já Mogi das Cruzes registrou saldo negativo de 48 vagas, estoque de 13,6 mil trabalhadores e avanço de 3,2% no ano. Em Presidente Prudente, foram fechados 72 postos de trabalho em maio, com estoque de 8,3 mil empregados e alta acumulada de 2,1%. São José dos Campos teve saldo negativo de 13 vagas, encerrou o mês com 52,9 mil trabalhadores formais e registra crescimento de 0,8% em 2026.  O levantamento foi realizado por meio da ferramenta online do SindusCon-SP, que acompanha mensalmente o desempenho do emprego formal na construção em todas as regionais da entidade. Os dados são apurados pelo FGV/Ibre, com base nas informações do Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego. A plataforma considera série histórica iniciada em 2021 e permite acompanhar o saldo de vagas, o estoque de trabalhadores e as variações do emprego no mês, no ano e nos últimos 12 meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/construcao-49/">Setor de materiais de construção acelera retomada no segundo semestre</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/cimento-16/">Venda de cimento cresce no 1º semestre </a></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/emprego-5/">Emprego na construção desacelera no interior de SP em maio</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Setor de materiais de construção acelera retomada no segundo semestre</title>
		<link>https://alec.org.br/construcao-49/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 17:56:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Feicon Rio]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após um primeiro semestre desafiador, indústria e varejo registram sinais de reação. Feicon Rio surge como protagonista deste novo momento ao reunir os principais players da construção civil em outubro A cadeia de materiais de construção entra na segunda metade de 2026 com uma leitura mais favorável, após um primeiro semestre pressionado por juros, crédito [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Após um primeiro semestre desafiador, indústria e varejo registram sinais de reação. Feicon Rio surge como protagonista deste novo momento ao reunir os principais players da construção civil em outubro</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A cadeia de materiais de construção entra na segunda metade de 2026 com uma leitura mais favorável, após um primeiro semestre pressionado por juros, crédito e custos. A indústria começa a mostrar reação e o varejo vê uma recuperação gradual, em um ambiente ainda marcado por expectativas moderadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, a Feicon Rio, que ocorre de 6 a 8 de outubro no Riocentro, se apresenta como ponto de encontro entre indústria, varejo, compradores e profissionais da construção civil. Para Ivan Romão, diretor da feira, a realização do evento acompanha um momento em que a cadeia busca eficiência, relacionamento e novas oportunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Feicon Rio acontece em um momento estratégico para a construção civil, marcado pela retomada do crescimento e pela intensificação das oportunidades de negócio. Mais do que acompanhar esse movimento, a feira impulsiona conexões qualificadas e acelera resultados para toda a cadeia. Com a força e a credibilidade da marca Feicon, consolidada ao longo de décadas em São Paulo, o evento amplia esse alcance ao mercado regional, levando um ambiente altamente propício à geração de negócios e parcerias estratégicas ao Rio de Janeiro”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sinais de recuperação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (ABRAMAT) avalia que o segundo semestre deve manter uma trajetória de melhora, ainda que em ritmo moderado. Em maio, o faturamento deflacionado do setor de materiais de construção registrou alta de 0,8% em relação a abril, indicando reação após um período de maior instabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para o segundo semestre, trabalhamos com uma perspectiva de crescimento moderado e com comportamentos distintos entre os segmentos. Os materiais básicos tendem a acompanhar de forma mais direta o ritmo das obras, enquanto os materiais de acabamento permanecem mais sensíveis à renda, ao crédito e à confiança do consumidor”, afirma Mauro Franco, presidente executivo da ABRAMAT.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No varejo, a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (ANAMACO) projeta estabilidade, apoiada principalmente pela demanda por reformas, pequenas obras e manutenção de imóveis. Segundo o Termômetro Anamaco de maio, 33% das lojas consultadas registraram crescimento nas vendas, e a expectativa para os próximos seis meses segue positiva entre os lojistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O setor continua demonstrando resiliência, sustentado principalmente pelas reformas, pequenas obras e manutenção dos imóveis, que representam uma parcela significativa da demanda por materiais de construção”, destaca Cassio Tucunduva, presidente da entidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A leitura conjunta da indústria e do varejo aponta para um mercado que avança com prudência, mas ainda encontra sustentação em demandas recorrentes da construção.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rio como praça estratégica</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Rio de Janeiro reúne 10.258 estabelecimentos ligados ao varejo de materiais de construção, enquanto a região Sudeste concentra 73.329 CNPJs do segmento, de acordo com dados da ANAMACO. O peso do estado e da região ajuda a explicar a importância da expansão da Feicon para o Rio de Janeiro por ser um estado importante na articulação entre indústria, varejo, distribuidores, especificadores e profissionais da construção civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), a realização da Feicon Rio amplia a agenda de desenvolvimento da cadeia produtiva e fortalece o ambiente de negócios local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A chegada da Feicon ao Rio de Janeiro representa um movimento positivo para o fortalecimento da cadeia produtiva da Construção Civil e da indústria fluminense como um todo. É um evento referência na América Latina, que contribui para o desenvolvimento econômico do estado”, conclui Marcelo Kaiuca, presidente do Fórum Setorial da Construção Civil da Firjan.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Credenciamento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O credenciamento é gratuito e pode ser feito no <a href="https://www.feiconrio.com.br/pt-br.html">site oficial da Feicon Rio</a>. Podem se inscrever <a href="https://www.feiconrio.com.br/pt-br/register.html?cat=visitante&amp;ct=U2FsdGVkX1+3evTSl3dUtsdmOSXPuFi/xoS8aytmFck=&amp;t=M&amp;utm_source=outros&amp;utm_campaign=PR&amp;utm_medium=referral&amp;utm_content=press_release&amp;utm_ref=press_release">visitantes</a> e profissionais de <a href="https://www.feiconrio.com.br/pt-br/register.html?cat=imprensa&amp;ct=U2FsdGVkX1/kSmz8wb6jg2Z2AfBpokAwQBWnXlpIDJg=&amp;t=M">imprensa</a> interessados em acompanhar a programação, conhecer lançamentos, acessar conteúdos técnicos e se conectar com empresas e especialistas do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/cimento-16/">Venda de cimento cresce no 1º semestre </a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/mineracao/">Construção, agronegócio e mineração se integram e redesenham o mercado de máquinas</a></p>
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		<title>Venda de cimento cresce no 1º semestre </title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:28:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[venda de cimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Impulsionado por habitação, infraestrutura e mercado de trabalho aquecido, venda de cimento acumulou alta de 2,3% no período</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A comercialização de cimento no Brasil acumulou alta de 2,3% no 1º semestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano passado, totalizando 32,9 milhões de toneladas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas no mês de junho, foram vendidas 5,8 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 7,7% frente a 2025, segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na análise do despacho por dia útil (253,6 mil toneladas), o aumento foi de 3% sobre junho do ano passado, com retração de 0,1% em relação a maio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o SNIC, o desempenho positivo foi impulsionado pelo mercado de trabalho aquecido, com o desemprego fechando o trimestre até maio em 5,6% — menor taxa para o período desde 2012 — e a população ocupada atingindo a marca histórica de 102,7 milhões de pessoas, o que sustentou a massa salarial em nível elevado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mercado imobiliário, o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) segue como principal indutor de vendas, representando 50% dos lançamentos imobiliários no 1° trimestre do ano e registrando alta de 10% nas vendas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entrada da classe média no programa (Faixa 4), a partir de abril, junto à revisão da meta governamental para 3 milhões de moradias até o final de 2026, têm potencial para gerar um incremento de 5 milhões de toneladas no consumo de cimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paralelamente, a infraestrutura tem aberto novas perspectivas de demanda com a aceleração de projetos rodoviários em pavimento rígido de concreto (whitetopping).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o sindicato, a tecnologia se consolida como uma solução mais econômica, “durável e alinhada às novas diretrizes de redução de emissões do Ministério dos Transportes”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos avanços, o setor enfrenta forte escalada nos custos operacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mercado externo, o frete marítimo e o coque de petróleo sofreram aumentos na ordem de 30% em 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Internamente, a alta do diesel onerou o frete rodoviário em 25%, e estima-se que uma eventual alteração da jornada de trabalho possa incrementar os custos trabalhistas em cerca de 15%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário de crédito e renda também acende alertas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estimativa de que a taxa Selic encerre o ano em 14%, diminuindo o ritmo dos cortes, encarece o financiamento habitacional e amplia a concorrência dos ativos financeiros frente aos imobiliários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Soma-se a isso o impacto no orçamento familiar gerado pelo avanço das plataformas de apostas online (&#8220;bets&#8221;), que subtraíram R$ 143,8 bilhões do comércio nos últimos dois anos e colocaram 269 mil famílias na inadimplência, competindo diretamente com os recursos antes destinados à autoconstrução e reformas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A indústria de cimento vem alertando quanto ao agravamento do endividamento e da inadimplência alavancado pelas apostas on-line há mais de dois anos, sem a correspondente ação governamental que coíba essa prática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O setor também vê com preocupação o desvio do FGTS de sua finalidade essencial (financiar imóveis) para a quitação de dívidas em programas como o &#8220;Novo Desenrola&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desse panorama, as expectativas encerraram o semestre com sinais mistos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A confiança do consumidor manteve-se estável, amparada pelo emprego e por renegociações de dívidas, enquanto a confiança da indústria avançou, refletindo a atenuação de conflitos no Oriente Médio e a acomodação internacional do petróleo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contrapartida, a construção civil registrou pessimismo, pressionada por custos, desaceleração da atividade e severa escassez de mão de obra qualificada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na agenda ambiental, as iniciativas de transição energética e descarbonização seguem avançando de forma consistente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O coprocessamento, tecnologia implementada pela indústria do cimento, envolvendo desde biomassas, resíduos industriais e Combustível Derivado de Resíduos Urbanos (CDRU), já alcança cerca de 30% de substituição térmica com a utilização de 3 milhões de toneladas de resíduos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso corresponde a uma vez e meia o descarte anual de uma cidade como o Rio de Janeiro, evitando, adicionalmente, toda a emissão de cerca de 2,8 milhões de toneladas de CO₂ na atmosfera.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O setor encerra o primeiro semestre com um desempenho positivo”, comenta José Eduardo Ramos, presidente da Cimento Nacional e do Conselho Diretor do SNIC/ABCP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Contudo, o cenário econômico exige cautela: o avanço da inflação, a elevação das projeções da taxa de juros e o endividamento recorde da população continuam restringindo severamente a capacidade de crédito e o consumo das famílias”, destaca Ramos, apontando ainda que o setor mantém a perspectiva de fechar o ano com aumento próximo a 2%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" src="https://grandesconstrucoes.com.br/Images/images/snic_jul26b.jpg" alt=""><br>Fonte: SNIC</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/mineracao/">Construção, agronegócio e mineração se integram e redesenham o mercado de máquinas</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/construcao-48/">Construção cria 12 mil empregos em maio</a></p>



<h1 class="wp-block-heading"></h1>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Construção, agronegócio e mineração se integram e redesenham o mercado de máquinas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 19:31:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
		<category><![CDATA[mercados globais]]></category>
		<category><![CDATA[Mineração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na mineração, o IBRAM projeta investimentos de US$ 76,9 bilhões no Brasil entre 2026 e 2030, impulsionados pela demanda dos mercados globais por minerais estratégicos e pela transição energética. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><br>Durante décadas, os mercados de construção, mineração, infraestrutura e agronegócio caminharam em paralelo — refletindo uma lógica distinta da observada em mercados globais, onde a integração entre esses setores já avança há mais tempo. Embora muitos fabricantes já desenvolvessem equipamentos para diferentes segmentos, as feiras de negócios permaneciam fortemente segmentadas — cenário que começa a mudar à medida que tecnologias, aplicações e modelos de negócio aproximam setores com desafios semelhantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A evolução da mecanização, automação, conectividade e sistemas inteligentes de gestão impulsiona esse movimento de convergência. Máquinas, implementos e tecnologias desenvolvidos para um segmento passaram a ser adaptados a diferentes aplicações, ampliando oportunidades para fabricantes, distribuidores, concessionárias, locadoras e prestadores de serviços.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento acompanha a própria dinâmica da economia brasileira. A construção civil mantém trajetória de crescimento, impulsionada por investimentos em habitação, infraestrutura, saneamento e concessões, mesmo diante de juros elevados, aumento de custos operacionais e escassez de mão de obra qualificada. Na mineração, o IBRAM projeta investimentos de US$ 76,9 bilhões no Brasil entre 2026 e 2030, impulsionados pela demanda dos mercados globais por minerais estratégicos e pela transição energética. Já o agronegócio segue como um dos principais motores da economia, ampliando investimentos em mecanização, agricultura de precisão e conectividade.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ganha protagonismo também o mercado de locação de máquinas e equipamentos: a busca por flexibilidade e redução de custos fortalece um modelo que conecta construção, infraestrutura, mineração, agronegócio e logística.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>Mercados integrados, máquinas especializadas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Apesar da aproximação entre os setores, as máquinas continuam a ser desenvolvidas para necessidades específicas de cada aplicação. O que evoluiu foi a tecnologia embarcada, que hoje permite compartilhar plataformas, sistemas eletrônicos, conectividade, telemetria e automação — mudando também o perfil das feiras de negócios, que deixam de reunir segmentos isolados para conectar diferentes mercados, tecnologias, fornecedores e usuários.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Negócios, tecnologia, qualificação</strong><br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse contexto que a Brazil Equipo Show (BES) 2026 consolida sua proposta de reunir, em um mesmo ambiente, empresas de construção, infraestrutura, mineração, agronegócio, locação de equipamentos, logística e movimentação de materiais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Realizada entre os dias 4 e 7 de agosto, em Jaguariúna (SP), a BES reunirá demonstrações de máquinas em operação, palestras, workshops, capacitação profissional, competições de operadores, test drives, entre outras atrações. Dentre os destaques está o BES Capacita, em parceria com o SENAR, e o BES Conecta Produtor Rural, com a palestra &#8220;Do Celular ao Balcão – O Novo Comportamento de Compra do Produtor Rural&#8221;, sobre como a digitalização vem transformando a jornada de compra no campo. Outro ponto alto é o Campeonato Regional de Operadores de Escavadeiras de Esteiras, em parceria com John Deere e Terraverde, que retorna após o sucesso da edição anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Na visão do diretor da Brazil Equipo Show, Guilherme Ramos</em> <em>&#8220;Os setores estão cada vez mais conectados. Fabricantes, distribuidores, locadores e usuários passaram a compartilhar tecnologias, soluções e oportunidades de negócios. A Brazil Equipo Show acompanha essa evolução ao reunir diferentes segmentos em um único ambiente, favorecendo a troca de conhecimento, o networking e a geração de negócios.&#8221;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reunir demonstrações práticas, conteúdo técnico e oportunidades de negócios, a Brazil Equipo Show 2026 reforça seu posicionamento como um dos principais pontos de encontro da cadeia brasileira de máquinas e equipamentos, refletindo a evolução de um mercado brasileiro cada vez mais conectado aos mercados globais de construção, infraestrutura, mineração e agronegócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Indicadores do Mercado</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Setor</strong>                                                                 <strong>Indicador</strong>                                                                          <strong>Fonte</strong> <br>Construção Civil                                 Crescimento projetado para 2026:                                                             CBIC                           <br>                                                            revisado em Maio 26 :1,2% para o PIB da construção em 2026 <br>                                                           (ante os 2% projetados em fevereiro) <br>Mineração                                          Investimentos previstos (2026–2030): US$ 76,9 bilhões                          IBRAM <br>Agronegócio                                      Participação aproximada de 23,2% do PIB brasileiro                               CEPEA/CNA <br>Locação de Máq. e Equipamentos    Faturamento projetado de R$ 52,9 bilhões em 2026 (+7% sobre 2025)<br>                                                          com projeção de R$ 56 bilhões em 2027                                                    ANALOC/KPMG</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>BRAZIL EQUIPO SHOW EM NÚMEROS (2025)</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>14,5 mil visitantes</li>



<li>Mais de 120 marcas expositoras</li>



<li>R$ 50 milhões movimentados na economia de Jaguariúna</li>



<li>Feira 100% a céu aberto, com demonstrações de máquinas em operação, geração de negócios e capacitação profissional</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: STO Feiras e Eventos</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SERVIÇO</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Brazil Equipo Show – BES 2026</li>



<li>Data: 4 a 7 de agosto de 2026</li>



<li>Horário: 10h às 19h</li>



<li>Local: Red Eventos – Jaguariúna (SP)</li>



<li>Site: <a href="http://www.beshow.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.beshow.com.br</a> Instagram: @equiposhow | @stofeiras</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/construcao-48/">Construção cria 12 mil empregos em maio</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/concrete-4/">Industrialização e inteligência artificial ganham espaço no Concrete Show em agosto</a></p>
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		<title>Construção cria 12 mil empregos em maio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:52:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
		<category><![CDATA[vagas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A indústria da construção gerou 12.096 novos empregos em maio no país, uma variação de 0,39% em relação ao número de empregados no setor em abril. No ano, o setor abriu 154.448 vagas com carteira assinada.</p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/construcao-48/">Construção cria 12 mil empregos em maio</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A indústria da construção gerou 12.096 novos empregos em maio no país, uma variação de 0,39% em relação ao número de empregados no setor em abril. No ano, o setor abriu 154.448 vagas com carteira assinada (+5,23%); no acumulado de 12 meses até maio, 91.069 (+3,02%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o saldo entre admissões e demissões em todos os setores da atividade econômica no país resultou na abertura de 72.960 empregos em maio. A construção respondeu por 16,5% desses novos postos de trabalho. Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego em 30 de junho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Como prevíamos, o ritmo de novas contratações desacelerou. No estado de São Paulo, a construção fechou 688 postos de trabalho com carteira assinada em maio, o que não ocorria desde maio do ano passado, quando o setor encerrou 983 empregos. Essa desaceleração é devida aos aumentos de custos, às incertezas em relação ao futuro da economia e à dificuldade de contratar mão de obra. Esperamos que esses aumentos de custos não se ampliem ainda mais, caso o Senado venha a aprovar a PEC de redução da escala de trabalho. Se isso ocorrer, teremos dilatação dos prazos de entrega das obras em andamento e revisão da viabilidade de próximos lançamentos imobiliários, com o consequente impacto negativo no nível de emprego na construção”, afirmou Yorki Estefan, presidente do SindusCon-SP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A construção foi o segundo setor da economia que mais abriu vagas em maio, atrás dos serviços (+45.655) e à frente da agropecuária (+10.025), da indústria (+4.974) e do comércio (+40).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas atividades imobiliárias do setor de serviços (incorporação imobiliária), foram abertos 166 empregos em maio – variação de 0,08% em relação a abril. No ano, foram 3.137 (+1,55%) e, no acumulado de 12 meses, 5.042 (+2,52%).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estoque</strong> Ao final de maio, a construção empregava 3,104 milhões de trabalhadores com carteira assinada no país, de acordo com o Novo Caged.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por estados</strong> A indústria da construção no Estado de São Paulo fechou 688 empregos em maio. No mês, os estados que mais geraram empregos no setor foram Bahia (+2.153), Minas Gerais (+1.972), Rio de Janeiro (+1.863), Ceará (+1.444) e Goiás (+998). Além de São Paulo, o setor fechou empregos em Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Roraima, Rio Grande do Norte e Alagoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/concrete-4/">Industrialização e inteligência artificial ganham espaço no Concrete Show em agosto</a></p>



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		<title>Industrialização e inteligência artificial ganham espaço no Concrete Show em agosto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:42:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Concrete Show 2026]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A edição de 2026 do Concrete Show reunirá empresas estreantes e marcas já consolidadas no evento, refletindo a busca da construção civil por tecnologias capazes de reduzir custos, enfrentar a escassez de mão de obra qualificada e aumentar a produtividade das obras. </p>
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<p class="wp-block-paragraph">A edição de 2026 do <strong>Concrete Show</strong> reunirá empresas estreantes e marcas já consolidadas no evento, refletindo a busca da construção civil por tecnologias capazes de reduzir custos, enfrentar a escassez de mão de obra qualificada e aumentar a produtividade das obras. <strong>O evento será realizado entre os dias 25 e 27 de agosto, no São Paulo Expo</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua 17ª edição, o Concrete Show reunirá mais de 450 marcas e espera receber mais de 26 mil profissionais da construção civil. Entre as empresas que participam pela primeira vez da feira estão: Prefaz, Saur Equipamentos, Argacon, Brava, Lightwall, Romaneli, Soíma Brasil, RATEC GmbH, Hennings Vedações Hidráulicas e Nanolike Brasil. A chegada de novas marcas expande a diversidade de soluções do evento em diferentes elos da cadeia do concreto.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das empresas que estreiam na feira, o evento também contará com o retorno de fornecedores já tradicionais da cadeia do concreto, como Gerdau, Zoomlion, Putzmeister, Schwing-Stetter, ArcelorMittal, Viapol, Schnell, Âncora, Aço Verde do Brasil, Convicta, Siti, Petrotec, Camargo Química, Prefab, TGM e Aditibras e a Topcon.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Construção industrializada ganha espaço</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o Concrete Show, a <strong>Prefaz</strong> apresentará seu portfólio de soluções em concreto pré-fabricado, incluindo estacas de fundação, estruturas pré-fabricadas e postes de concreto destinados aos segmentos de infraestrutura, energia e construção civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o<strong> head de SGI e ESG da empresa, Matheus Basílio</strong>, a industrialização permite maior controle sobre todas as etapas da produção.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;A construção civil brasileira vive um momento de transformação. Observamos uma busca crescente por produtividade, industrialização, inovação e sustentabilidade, impulsionada pela necessidade de maior competitividade e eficiência dos empreendimentos&#8221;, afirma o executivo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Basílio, a fabricação em ambiente industrial proporciona maior padronização, rastreabilidade e controle dos processos, reduzindo variabilidades comuns às obras executadas integralmente em campo. Ele também destaca que os sistemas pré-fabricados contribuem para reduzir prazos de execução, aumentar a previsibilidade dos cronogramas, minimizar desperdícios de materiais e melhorar o controle da qualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A industrialização também favorece práticas mais sustentáveis, com melhor aproveitamento de recursos, redução de resíduos e maior eficiência no uso de matérias-primas. Esses benefícios geram impactos positivos tanto para os empreendedores quanto para a sociedade e o meio ambiente”, completa o executivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para atender esse cenário, a empresa investe em capacidade industrial, controle rigoroso de qualidade, certificação ISO 9001 e iniciativas relacionadas à sustentabilidade, governança e responsabilidade socioambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Produtividade e segurança nas operações</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Também entre as empresas que participam da Concrete Show pela primeira vez, a <strong>Saur Equipamentos</strong> apresentará soluções voltadas à movimentação de materiais, logística e pavimentação, reforçando a tendência de mecanização de etapas da construção civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os destaques estão as niveladoras de docas, utilizadas para conectar depósitos e caminhões durante operações de carga e descarga, eliminando diferenças de altura e permitindo o trânsito seguro de empilhadeiras e outros veículos industriais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro destaque será a garra mecânica para blocos, destinada ao manuseio de materiais não paletizados, como blocos, lajes e meios-fios, além da máquina pavimentadora desenvolvida para a execução de pavimentos de concreto e blocos intertravados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;A máquina pavimentadora foi desenvolvida para atender às exigências das obras de infraestrutura, garantindo alta produtividade, precisão e uniformidade na execução dos pavimentos. Com ajustes rápidos para diferentes formatos de blocos e recursos que aumentam a estabilidade da operação, ela reduz retrabalhos, otimiza o tempo de execução e amplia o rendimento das equipes&#8221;, afirma Stefanini.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a empresa, os equipamentos foram projetados para aumentar a eficiência operacional, reduzir custos e oferecer maior segurança nas atividades de movimentação de materiais e execução de pavimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>IA na gestão das concreteiras</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Já entre as empresas que retornam ao Concrete Show está a <strong>Topcon</strong>, especializada em sistemas de gestão para concreteiras. A empresa apresentará um ecossistema integrado capaz de conectar todas as etapas da operação de concreto usinado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As novidades incluem recursos de IA incorporados aos sistemas de logística, expedição, monitoramento da frota, gestão comercial, automação industrial e geração de relatórios. Um exemplo é o TopconCRM desenvolvido com todas as funcionalidades de gestão comercial, automação de cobranças, funil de vendas, mapa de calor e pagamentos via cartão de crédito e Pix.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa também levará à feira o lançamento TopconDRIVER, um aplicativo para motoristas com reconhecimento facial, IA integrada, fila de carregamento, assinatura digital de canhoto sem papel, <em>checklist</em> diário e gestão de pausas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o <strong>CEO da empresa, Kleber Rodrigues</strong>, o principal desafio enfrentado atualmente pelo setor está menos relacionado à demanda e mais à capacidade de gestão das operações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;O setor vive uma contradição interessante: há demanda e há obras, mas ainda existe um gap enorme entre a escala em que o mercado opera e o nível de gestão com que opera&#8221;, diz.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o executivo, muitas concreteiras ainda operam com processos desconectados e decisões tomadas sem informações confiáveis em tempo real, o que dificulta a identificação de desperdícios e reduz a eficiência operacional. Ao integrar dados da produção, logística, laboratório e gestão comercial em uma única plataforma, a empresa busca oferecer maior visibilidade sobre toda a operação e apoiar decisões mais rápidas e precisas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos ganhos operacionais, Rodrigues destaca que a digitalização também pode contribuir para reduzir impactos ambientais. Com maior controle sobre a dosagem dos materiais e o desempenho do processo produtivo, é possível diminuir em até 5% o consumo de cimento por metro cúbico produzido, reduzindo também as emissões de CO2 associadas à fabricação do concreto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação do executivo, a inteligência artificial deixa de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das concreteiras. A empresa também se prepara para as mudanças regulatórias previstas com a Reforma Tributária. <strong>“O Concrete Show 2026 marca a apresentação ao mercado de uma nova etapa da Topcon baseada na integração entre inteligência artificial, automação e gestão de dados”</strong>, finaliza.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como participar do evento?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A edição de 2026 marca uma mudança no modelo de acesso ao evento, com a adoção do<strong> credenciamento pago para visitantes</strong>. <strong>A</strong> <strong>visitação terá valor de 150 reais na modalidade inteira e 75 reais na modalidade meia solidária, </strong>mediante a doação de um quilo de alimento não perecível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ingressos para visitantes e congressistas estão disponíveis no site do evento: <a href="https://u5451556.ct.sendgrid.net/ls/click?upn=u001.fsGl-2BxEbJEGp-2F19PQCAbdCPGoUfJKQH6OTX1RuHwRtXcb8j-2BHJ5WuCfFD7bYtFT5ucns_0bTUc7AVUs3pfubn3raO4A2sK9yZdSxQGCv5rQpGz2R30DUejDgP8tfG6kHEMwT-2Bh2TREZd6Rsw-2Fm4x-2BVjfTtu6y-2BUAuRUCUuxefD2w2I2SHEmCRMSHzgTK4hQ9-2BaRbQ6-2B-2FSljpsVFmOowI-2BjbGoEhElclVp2hcEbAVobyBFARZrLqWesQuGneDB-2B-2F1hzh745uvqAogqyOXN3AX43oNh9mfdBxhiQ1z23YpfbDLWyK5gDTCvnj-2FL7ygL3PEjANUSzRl3ZCaMfpJO63rQkkq4cA-3D-3D">https://www.concreteshow.com.br/</a>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Serviço:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Concrete Show South América &#8211; 17ª edição</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Data:</strong> 25 a 27 de agosto de 2026</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Local:</strong> São Paulo Expo | São Paulo&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Horário:</strong> 13 às 20 horas</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mais informações e ingressos:</strong> <a href="https://u5451556.ct.sendgrid.net/ls/click?upn=u001.fsGl-2BxEbJEGp-2F19PQCAbdCPGoUfJKQH6OTX1RuHwRtXcb8j-2BHJ5WuCfFD7bYtFT5T2PW_0bTUc7AVUs3pfubn3raO4A2sK9yZdSxQGCv5rQpGz2R30DUejDgP8tfG6kHEMwT-2Bh2TREZd6Rsw-2Fm4x-2BVjfTtu6y-2BUAuRUCUuxefD2w2I2SHEmCRMSHzgTK4hQ9-2BaRbQTXkjQoBLFJ5bPNmuQcEcV4RFy8Rt3IWMepubyeeXl-2B2XMWQFPCrfLGOA6V2FM3-2BkQS3bCBUk0M0K5PA92-2FUooTO7BHpyvsJ3a-2B1k2x2v8MeM4LVAidTPcW-2BHza2-2F2RLawzkN6xr-2BV2H4OkpD8EMsTQ-3D-3D">Clique aqui</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



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