<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Fique por dentro - Informações confiáveis para o setor rental</title>
	<atom:link href="https://alec.org.br/category/fique-por-dentro/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://alec.org.br/category/fique-por-dentro/</link>
	<description>ALEC - Associação Brasileira de Locadores de Equipamentos</description>
	<lastBuildDate>Wed, 22 Apr 2026 18:55:33 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://alec.org.br/wp-content/uploads/2022/09/cropped-favicon-2-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Fique por dentro - Informações confiáveis para o setor rental</title>
	<link>https://alec.org.br/category/fique-por-dentro/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Alugar Sorocaba promove discussão sobre margens, precificação e competitividade</title>
		<link>https://alec.org.br/alugar-sorocaba-promove-discussao-sobre-margens-precificacao-e-competitividade/</link>
					<comments>https://alec.org.br/alugar-sorocaba-promove-discussao-sobre-margens-precificacao-e-competitividade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:55:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Alugar Sorocaba]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alec.org.br/?p=26649</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Alugar Sorocaba aconteceu no dia 16 de abriu e reuniu cerca de 50 locadores da Imperatriz Cervejaria numa noite de muito conteúdo e conexões valiosas. </p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/alugar-sorocaba-promove-discussao-sobre-margens-precificacao-e-competitividade/">Alugar Sorocaba promove discussão sobre margens, precificação e competitividade</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O Alugar Sorocaba aconteceu no dia 16 de abriu e reuniu cerca de 50 locadores da Imperatriz Cervejaria numa noite de muito conteúdo e conexões valiosas. </strong>Um evento que reuniu empresários, gestores e profissionais da região para discutir, de forma prática, os impactos das mudanças tributárias no dia a dia das locadoras.</p>



<p>O mercado de locação de equipamentos no Brasil já movimenta cerca de <strong>R$ 49 bilhões por ano</strong>, reúne aproximadamente <strong>50 mil empresas</strong>, gera <strong>R$ 9 bilhões em impostos</strong> e emprega mais de <strong>200 mil profissionais, </strong>de acordo com dados publicados no Rental Market Report 2025. Em ritmo de crescimento contínuo — com projeção de expansão entre <strong>7% e 10% em 2026</strong> para a linha leve — o setor entra agora em um novo ciclo de transformação: a Reforma Tributária.</p>



<p>Com o tema <strong>“Reforma Tributária: sua locadora está preparada?”</strong>, o encontro propôs traduzir um cenário complexo em decisões estratégicas, especialmente no que diz respeito à <strong>precificação, margem de lucro, contratos e gestão financeira</strong> — pontos diretamente afetados pelo novo modelo que começa a vigorar a partir de 2026.</p>



<p>Além do conteúdo técnico, o evento contou com o tradicional <strong>Hot Seat</strong>, formato que promove um debate aberto entre profissionais do setor com a participação de Sergio Toledo Piza da Banmaq, Airton Monteiro da Máquina à Obra e Denis Moraes da Alfa Máquinas que trouxeram desafios reais, experiências práticas em um mercado supercompetitivo.</p>



<p>Segundo <strong>Monica Zambolini, presidente da ALEC</strong>, o momento exige mudança de postura por parte dos empresários:</p>



<p><em>“O setor cresceu muito rápido nos últimos anos, mas agora entramos em uma fase em que não basta crescer — é preciso ter gestão. A Reforma Tributária vai impactar diretamente o preço da locação e a margem das empresas. Quem não entender isso e não se preparar, corre o risco de perder competitividade.”</em></p>



<p>A executiva destaca que o aumento expressivo no número de locadoras elevou o nível de exigência do mercado, tornando indispensável o uso de dados, planejamento e estratégias bem definidas.</p>



<p><em>“O lucro da locadora não desaparece, ele escorre quando não há controle. O Alugar Regional tem justamente esse papel: levar informação prática para que o empresário consiga tomar decisões mais conscientes e sustentáveis.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Ler mais</h2>



<p><a href="https://alec.org.br/marco-2/">Após nove meses de queda, indústria de materiais de construção volta a crescer em março</a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/vagas-2/">Construção civil cria mais de 9 mil vagas em fevereiro nas regionais do SindusCon-SP</a></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/alugar-sorocaba-promove-discussao-sobre-margens-precificacao-e-competitividade/">Alugar Sorocaba promove discussão sobre margens, precificação e competitividade</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://alec.org.br/alugar-sorocaba-promove-discussao-sobre-margens-precificacao-e-competitividade/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Após nove meses de queda, indústria de materiais de construção volta a crescer em março</title>
		<link>https://alec.org.br/marco-2/</link>
					<comments>https://alec.org.br/marco-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:19:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[Índice Abramat]]></category>
		<category><![CDATA[materiais de construção]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alec.org.br/?p=26616</guid>

					<description><![CDATA[<p>Faturamento avança 3,1% na comparação mensal e registra primeira alta anual em março desde 2025; setor mantém projeção de crescimento de 1,9% em 2026</p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/marco-2/">Após nove meses de queda, indústria de materiais de construção volta a crescer em março</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Faturamento avança 3,1% na comparação mensal e registra primeira alta anual em março desde 2025; setor mantém projeção de crescimento de 1,9% em 2026</em></p>



<p>Após nove meses consecutivos de retração na comparação anual, a indústria de materiais de construção voltou a crescer em março. Segundo o Índice ABRAMAT, o faturamento deflacionado do setor <strong>avançou 3,1%</strong> em relação a fevereiro, com ajuste sazonal, e registrou <strong>alta de 1,6%</strong> frente ao mesmo mês de 2025, interrompendo a sequência de <strong>nove quedas consecutivas</strong> observada ao longo do último ano.</p>



<p>O resultado reforça um movimento de recomposição da atividade iniciado no mês anterior. Dados revisados de fevereiro indicam <strong>alta de 1,0%</strong> na comparação com janeiro, também com ajuste sazonal, embora ainda com <strong>queda de 6,4%</strong> na comparação anual, evidenciando um ambiente que segue pressionado.</p>



<p>Mesmo com a melhora recente, os indicadores acumulados mostram que a recuperação ainda não está consolidada. No acumulado do ano, o faturamento registra <strong>queda de 4,0%</strong>, enquanto o resultado em 12 meses aponta <strong>retração de 3,3%.</strong></p>



<p>O desempenho de março foi puxado principalmente pelos <strong>materiais básicos</strong>, que <strong>cresceram 5,1%</strong> na comparação mensal e <strong>2,5% na anual</strong>. Já os <strong>materiais de acabamento</strong> apresentaram avanço mais moderado, com <strong>alta de 1,1%</strong> frente a fevereiro e <strong>de 0,2%</strong> em relação a março de 2025.</p>



<p>A leitura do setor é de que o resultado reflete uma recomposição parcial da atividade, ainda sem caracterizar uma tendência consolidada de crescimento.</p>



<p>Mesmo nesse contexto, a ABRAMAT mantém <strong>projeção de crescimento de 1,9% para 2026</strong>, sustentada pela gradual redução das taxas de juros e pela continuidade de programas habitacionais.</p>



<p>Para o presidente executivo da ABRAMAT, Paulo Engler, o resultado positivo de março ainda não incorpora os efeitos recentes do cenário internacional, que podem influenciar o desempenho do setor nos próximos meses.</p>



<p>“<em>O resultado de março mostra uma recuperação pontual, após uma sequência de quedas, mas ainda não reflete os desdobramentos do cenário internacional. A escalada do conflito no Oriente Médio tende a pressionar custos de insumos relevantes, como aço e cimento, o que pode impactar a atividade da construção e o desempenho da indústria nas próximas leituras</em>”, afirma.</p>



<p>Segundo ele, esse movimento também pode influenciar o ambiente macroeconômico doméstico.</p>



<p>“<em>Esse contexto pode contribuir para a manutenção de uma taxa de juros elevada por mais tempo, o que afeta o crédito e a dinâmica do setor. Por isso, seguimos com uma visão de cautela, apesar da projeção de crescimento moderado para o ano</em>”, completa.</p>



<p>A evolução do setor ao longo de 2026 seguirá condicionada ao comportamento da política monetária, à estabilidade do ambiente externo e ao avanço de programas de estímulo à construção.</p>



<p>Apesar da retomada observada em março, o setor ainda opera em um cenário de recomposição, com sinais de melhora que dependem de consolidação nos próximos meses.</p>



<p><strong>Índice ABRAMAT </strong>é um estudo mensal que acompanha o desempenho do faturamento deflacionado da indústria de materiais de construção, com base em dados oficiais, pesquisas com associados e metodologia desenvolvida pela Ecconit.</p>



<p>Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p><a href="https://alec.org.br/vagas-2/">Construção civil cria mais de 9 mil vagas em fevereiro nas regionais do SindusCon-SP</a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/locadoras-3/">Quando os números contam a verdadeira história das locadoras</a></p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/marco-2/">Após nove meses de queda, indústria de materiais de construção volta a crescer em março</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://alec.org.br/marco-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Construção civil cria mais de 9 mil vagas em fevereiro nas regionais do SindusCon-SP</title>
		<link>https://alec.org.br/vagas-2/</link>
					<comments>https://alec.org.br/vagas-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:36:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
		<category><![CDATA[vagas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alec.org.br/?p=26609</guid>

					<description><![CDATA[<p>Levantamento aponta capital na liderança na criação de vagar e interior com desempenho positivo, apesar de quedas pontuais</p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/vagas-2/">Construção civil cria mais de 9 mil vagas em fevereiro nas regionais do SindusCon-SP</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Levantamento aponta capital na liderança na criação de vagar e interior com desempenho positivo, apesar de quedas pontuais</p>



<p></p>



<p>Em fevereiro de 2026, a construção civil apresentou desempenho positivo nas principais cidades do estado de São Paulo, com a criação de cerca de 9.537 postos de trabalho. O setor passou a empregar 832.487 trabalhadores com carteira assinada, considerando capital e interior. O estado liderou a geração de empregos no setor, respondendo por 27,73% da força de trabalho da construção civil no país.</p>



<p>De acordo com Yorki Estefan, presidente do SindusCon-SP, o desempenho registrado no início de 2026 indica uma recuperação parcial do mercado de trabalho. As contratações no primeiro bimestre, segundo ele, repuseram parte das vagas fechadas na construção no último trimestre de 2025.</p>



<p>A capital paulista continua liderando a geração de empregos, com 368.707 trabalhadores com carteira assinada na construção civil, sendo 91.915 em obras de infraestrutura, 118.226 em edificações e 158.566 em serviços. Em fevereiro, foram criadas 4.967 vagas, mantendo o desempenho positivo no início de 2026 e concentrando o maior contingente de trabalhadores formais do setor no estado.</p>



<p>Entre as regionais do interior, Sorocaba apresentou o segundo melhor desempenho do mês, com a criação de 1.623 novos postos de trabalho, confirmando o ritmo aquecido de contratações na região. Na sequência, destacam-se Santo André, com 842 vagas criadas, e Ribeirão Preto, com saldo de 724 novos postos de trabalho.</p>



<p>São José do Rio Preto também apresentou resultado positivo, com a criação de 610 empregos, o melhor desempenho para o mês de fevereiro em toda a série histórica (2021–2026). Em Bauru, foram geradas 475 vagas, resultado superior ao registrado em janeiro e o melhor para o mês desde o início da medição.</p>



<p>No litoral, Santos registrou saldo positivo de 371 vagas e apresentou o maior crescimento percentual do estoque de empregos em 12 meses entre as regionais do estado (5,62%), indicando aceleração nas contratações.</p>



<p>Campinas encerrou fevereiro com 294 vagas. Apesar do resultado positivo, trata-se do desempenho mais moderado para o mês desde o início da série histórica.</p>



<p>Encerrando o grupo de regionais com desempenho positivo, Presidente Prudente registrou a criação de 123 postos de trabalho, revertendo o saldo negativo observado no mesmo mês de 2025.</p>



<p>Já entre os desempenhos negativos, Mogi das Cruzes apresentou 112 desligamentos, enquanto São José dos Campos registrou 382 demissões, marcando o primeiro resultado negativo para o mês de fevereiro em ambas as regionais desde o início da série. O levantamento foi realizado por meio da ferramenta online do SindusCon-SP, que acompanha mensalmente o desempenho do emprego formal na construção em todas as suas regionais. Os dados são apurados pelo FGV Ibre, com base no Novo Caged do Ministério do Trabalho e Emprego. Lançada em 2025, a ferramenta considera série histórica iniciada em 2021.</p>



<p>Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p><a href="https://alec.org.br/locadoras-3/">Quando os números contam a verdadeira história das locadoras</a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/reter/">Reter talentos: o novo desafio estratégico das locadoras</a></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/vagas-2/">Construção civil cria mais de 9 mil vagas em fevereiro nas regionais do SindusCon-SP</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://alec.org.br/vagas-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quando os números contam a verdadeira história das locadoras</title>
		<link>https://alec.org.br/locadoras-3/</link>
					<comments>https://alec.org.br/locadoras-3/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 18:09:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
		<category><![CDATA[gestão financeira]]></category>
		<category><![CDATA[locadoras]]></category>
		<category><![CDATA[pátio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alec.org.br/?p=26606</guid>

					<description><![CDATA[<p>Gestão financeira surge como aliada estratégica para locadoras que querem crescer com segurança.</p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/locadoras-3/">Quando os números contam a verdadeira história das locadoras</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Gestão financeira surge como aliada estratégica para locadoras que querem crescer com segurança</em></strong></p>



<p>O pátio está cheio. Equipamentos revisados, equipe treinada, contratos rodando, clientes entrando e saindo. Para quem vê de fora, o cenário é de prosperidade. Mas dentro de muitas locadoras brasileiras existe uma pergunta silenciosa que nem sempre encontra resposta rápida: afinal, a empresa está realmente lucrando?</p>



<p>No setor de locação de equipamentos, onde a rotina é marcada pela operação intensa, a gestão financeira costuma ficar em segundo plano. O empresário domina o equipamento, conhece o mercado, entende o comportamento do cliente e acompanha a concorrência. Mas quando o assunto é interpretar indicadores financeiros, projetar cenários e estruturar processos de controle, o desafio aparece.</p>



<p>É nesse espaço que entra o trabalho do gestor financeiro Sergio Pinheiro, novo associado da ALEC, que chega com a proposta de ajudar locadores a enxergarem seus negócios através dos números.</p>



<p>Com mais de 30 anos de atuação na área financeira e em controladoria corporativa, Sergio Pinheiro reúne experiência na análise e organização de processos financeiros empresariais, bagagem que hoje aplica em seu trabalho de consultoria voltado às pequenas e médias empresas.</p>



<p>Segundo ele, uma das situações mais comuns que encontra ao iniciar um diagnóstico financeiro é o empresário administrar a empresa observando apenas o saldo bancário.</p>



<p><em>“Esse é um dos maiores equívocos da gestão financeira. O saldo mostra o que existe naquele momento, mas não revela a real rentabilidade do negócio, nem indica se a empresa tem capacidade de crescer com segurança”,</em> explica.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Um desafio que nasce na origem das empresas familiares</strong></h5>



<p>Grande parte das locadoras brasileiras surgiu como empresa familiar, com forte perfil técnico e operacional. Esse modelo é responsável por histórias de sucesso e crescimento do setor, mas também traz desafios estruturais, especialmente na área financeira.</p>



<p>Misturar despesas pessoais com as finanças da empresa, dificuldade em identificar custos reais da operação e ausência de indicadores gerenciais são situações frequentes e, muitas vezes, passam despercebidas no dia a dia.</p>



<p>A presidente da ALEC, Mônica Zambolini, observa que, embora a tecnologia tenha avançado e a maioria das locadoras utilize sistemas de gestão, ainda existe uma lacuna no aproveitamento dessas ferramentas.</p>



<p><em>“Muitos empresários possuem sistemas completos, mas utilizam apenas o básico. Os dados estão disponíveis, mas não são transformados em informação estratégica para tomada de decisão”,</em> avalia.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Muito além da contabilidade tradicional</strong></h5>



<p>Um dos pontos que Sergio costuma reforçar é a diferença entre contabilidade e gestão financeira gerencial. Enquanto a contabilidade atende exigências fiscais e societárias, a gestão financeira permite acompanhar o desempenho real da empresa e orientar decisões estratégicas.</p>



<p>O trabalho da gestão financeira começa com um diagnóstico completo das finanças da locadora. A partir dessa análise, são organizados processos, estruturados controles e parametrizados sistemas para que a empresa passe a gerar relatórios gerenciais confiáveis.</p>



<p>A proposta, segundo o gestor, não é criar dependência, mas desenvolver autonomia.</p>



<p><em>“O objetivo é que o empresário e sua equipe consigam entender os números e utilizar essas informações para conduzir o negócio com segurança</em>”, afirma.</p>



<p><strong>Esse processo inclui, inclusive, treinamento de equipes internas.</strong> Em muitas locadoras, o financeiro é conduzido por familiares ou colaboradores administrativos que acumulam funções e nem sempre possuem formação na área.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Impacto direto na formação de preços e na rentabilidade</strong></h5>



<p>Entre os ganhos mais relevantes apontados pelas empresas que passam por um processo de estruturação financeira está a melhoria na formação de preços.</p>



<p>No setor rental, ainda é comum que valores sejam definidos com base na concorrência ou na percepção de mercado. Sem uma análise detalhada dos custos operacionais, esse modelo pode comprometer a margem de lucro e a sustentabilidade da empresa.</p>



<p>Ao estruturar indicadores como fluxo de caixa, DRE gerencial e análise de rentabilidade, o empresário passa a enxergar com mais clareza onde estão os custos, os desperdícios e as oportunidades de melhoria.</p>



<p>O resultado é uma tomada de decisão mais segura e alinhada ao planejamento estratégico da empresa.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Organização financeira também abre portas para crédito</strong></h5>



<p>Outro impacto direto da profissionalização financeira está no relacionamento com instituições financeiras. Empresas que apresentam indicadores claros e demonstrativos estruturados transmitem maior segurança ao mercado, o que pode facilitar o acesso a crédito e melhorar as condições de financiamento.</p>



<p><em>“Quando a empresa consegue demonstrar sua capacidade real de geração de caixa, ela passa a negociar em outro nível”,</em> destaca Sergio.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Preparação para um novo cenário tributário</strong></h5>



<p>Essa gestão financeira também surge em um momento de transformação no ambiente econômico brasileiro. A reforma tributária deverá exigir das empresas maior compreensão sobre estrutura de custos, créditos tributários e impactos nos regimes fiscais.</p>



<p>Nesse cenário, entender os próprios números passa a ser uma ferramenta estratégica, não apenas operacional.</p>



<p><em>“A reforma vai exigir planejamento e análise. Empresas que conhecem seus indicadores terão muito mais segurança para se adaptar às mudanças”,</em> afirma o gestor.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Um trabalho sob medida para cada locadora</strong></h5>



<p>A metodologia desenvolvida por Sergio prevê um processo inicial de aproximadamente quatro meses, período em que é realizado o diagnóstico, a reestruturação dos processos financeiros e a adaptação dos sistemas utilizados pela empresa.</p>



<p>Após essa fase, o empresário pode optar por manter o acompanhamento estratégico ou conduzir a gestão internamente com o suporte do treinamento realizado.</p>



<p>O atendimento pode ser feito de forma remota, permitindo alcançar locadoras em diferentes regiões do país, com possibilidade de visitas presenciais conforme a necessidade.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Uma parceria alinhada ao fortalecimento do setor</strong></h5>



<p>A chegada de Sergio Pinheiro ao quadro de associados da ALEC reforça o compromisso da entidade em oferecer soluções que contribuam para a profissionalização e o crescimento sustentável das locadoras brasileiras.</p>



<p>Para o gestor, integrar o ecossistema da Associação representa a oportunidade de atuar diretamente no desenvolvimento de um setor que vem se tornando cada vez mais estratégico para a construção civil e para a economia nacional.</p>



<p><em>“Meu propósito é ajudar empresários a enxergarem seus negócios com clareza financeira e transformarem informação em decisão. Empresas que dominam seus números conseguem crescer com mais segurança e consistência”,</em> conclui.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>5 sinais de alerta na gestão financeira da sua locadora</strong></h5>



<p>✔ Você toma decisões olhando apenas o saldo bancário<br>✔ Mistura finanças pessoais com as da empresa<br>✔ Não conhece o custo real dos equipamentos<br>✔ Analisa resultados apenas no balanço anual<br>✔ Tem dificuldade para conseguir crédito ou negociar juros</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>O que a consultoria entrega na prática</strong></h5>



<p>✔ Diagnóstico da saúde financeira da locadora<br>✔ Organização dos controles e processos financeiros<br>✔ Relatórios gerenciais para decisões estratégicas<br>✔ Apoio na formação de preços e análise de rentabilidade<br>✔ Melhor uso dos sistemas de gestão<br>✔ Treinamento da equipe financeira<br>✔ Orientação para acesso a crédito e planejamento tributário</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p><a href="https://alec.org.br/reter/">Reter talentos: o novo desafio estratégico das locadoras</a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/reforma-11/">Reforma tributária deve reconfigurar custos e operações na construção civil</a></p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/locadoras-3/">Quando os números contam a verdadeira história das locadoras</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://alec.org.br/locadoras-3/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reter talentos: o novo desafio estratégico das locadoras</title>
		<link>https://alec.org.br/reter/</link>
					<comments>https://alec.org.br/reter/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 19:39:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[mão de obra]]></category>
		<category><![CDATA[retenção de talentos]]></category>
		<category><![CDATA[reter pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[reter talentos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alec.org.br/?p=26598</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um dos maiores problemas do setor moderno agora não é adquirir ativos, mas reter pessoas.Há uma demanda massiva por profissionais experientes.</p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/reter/">Reter talentos: o novo desafio estratégico das locadoras</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O crescimento de uma locadora sempre esteve ligado a como ela investiria em novos equipamentos, ampliaria a frota e atrairia novos clientes. Mas o cenário mudou.</p>



<p>Um dos maiores problemas do setor moderno agora não é adquirir ativos, mas reter pessoas. A escassez de mão de obra qualificada é uma realidade, não mais um sonho distante. Há uma demanda massiva por profissionais experientes e muitas, muitas pessoas que deixam uma empresa levam consigo um recurso valioso que não pode ser facilmente substituído a qualquer preço: é o conhecimento adquirido, os relacionamentos criados com eles e a experiência operacional que não podem ser substituídos da noite para o dia.</p>



<p>&nbsp;Isso leva a uma pergunta inevitável para sua locadora: qual é a sua prática para reter os melhores?</p>



<p>A retenção de talentos é uma estratégia de crescimento, em vez de um problema de RH. Empresas que conseguem engajar e manter equipes focadas em seus objetivos têm maior produtividade, melhor serviço e maior estabilidade operacional. Por outro lado, a alta rotatividade gera custos invisíveis, afeta negativamente a qualidade do serviço e prejudica o crescimento dos negócios.</p>



<p>À luz dessa situação, a ALEC promove o curso<strong>: Reter para Crescer — Como Proteger Seus Melhores Ativos</strong>. A ideia é apresentar aos locadores planos tangíveis e acionáveis para a realidade atual da locadora, com base em quatro mecanismos básicos de retenção: Reconhecimento, Pertencimento, Desenvolvimento e Segurança Profissional. Também aborda questões como a importância da cooperação em equipe, liderança e construção de planos de carreira na locadora!</p>



<p>Luiz Eduardo Milanezi, um profissional com mais de três décadas de experiência no desenvolvimento de equipes de alto desempenho e que trabalhou tanto para a Hilti no Brasil, quanto na América Latina, será o instrutor do curso. Com poucas vagas, o curso é voltado para empreendedores e gestores que buscam não apenas crescer, mas crescer constantemente.</p>



<p>Devido à mudança no contexto atual: Sucesso é um número. Bons equipamentos não são suficientes. Você quer pessoas que saibam operá-los, que cuidem deles e, mais importante, que permitam que o negócio evolua e se expanda. E essas pessoas precisam de um motivo para permanecer.</p>



<p><strong>Data:</strong> 16 de junho</p>



<p><strong>Formato:</strong> Online</p>



<p><strong>Horário: </strong>14h às 16h</p>



<p><em>Vagas limitadas: </em>25 participantes</p>



<p>Inscrição: <a href="https://eventosrental.com.br/ingressos/evento/reter-para-crescer-como-proteger-seus-melhores-ativos">Clique aqui</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p><a href="https://alec.org.br/reforma-11/">Reforma tributária deve reconfigurar custos e operações na construção civil</a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/entidades-2/">Entidades da construção pedem reajuste mensal de contratos públicos diante da alta extraordinária de insumos causada pela guerra no Irã </a></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/reter/">Reter talentos: o novo desafio estratégico das locadoras</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://alec.org.br/reter/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reforma tributária deve reconfigurar custos e operações na construção civil</title>
		<link>https://alec.org.br/reforma-11/</link>
					<comments>https://alec.org.br/reforma-11/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 20:42:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alec.org.br/?p=26591</guid>

					<description><![CDATA[<p>Reforma Tributária muda a lógica do setor, amplia o uso de créditos e exige revisão de contratos, sistemas e estratégias financeiras</p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/reforma-11/">Reforma tributária deve reconfigurar custos e operações na construção civil</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Reforma Tributária muda a lógica do setor, amplia o uso de créditos e exige revisão de contratos, sistemas e estratégias financeiras</p>



<p>A implementação da reforma tributária sobre o consumo, iniciada em 2026 e com trasição prevista até 2033, deve provocar mudanças relevantes na dinâmica da construção civil no Brasil. O&nbsp;<strong>novo sistema substitui gradualmente tributos como PIS, Cofins, ICMS e ISS por um modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual</strong>, com cobrança mais uniforme e baseada no destino da operação.</p>



<p>A alteração não se limita à simplificação tributária. Na prática, ela&nbsp;<strong>modifica a forma como empresas calculam custos, estruturam contratos e definem preços</strong>. Na avaliação de especialistas, o setor tende a ganhar eficiência ao longo do tempo, mas o período de transição exigirá planejamento rigoroso e adaptação operacional.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Mudança na lógica de tributação</strong></h5>



<p>Segundo o tributarista Altair Toledo, sócio da ToledoZanardo Estratégia Tributária e Gestão Empresarial,&nbsp;<strong>a reforma apresenta uma ruptura do modelo atual, marcado por regras fragmentadas e incidência cumulativa de impostos</strong>. “Saímos de um modelo complexo, com diferentes regras para cada imposto, cumulatividade e disputas de competência, para um IVA dual mais simples e baseado no destino”, afirma.<br><br>De acordo com ele,&nbsp;<strong>a apuração dos tributos tende a se tornar mais integrada, com regras mais uniformes e possibilidade de aproveitamento amplo de créditos</strong>. “Isso altera a operação das empresas, porque a apuração deixa de considerar cada tributo isoladamente e passa a ser feita de forma integrada”, explica.</p>



<p>A mudança também impacta decisões estratégicas. “<strong>A escolha de onde instalar uma operação ou de quem comprar deixa de ser orientada por incentivos fiscais</strong>&nbsp;e passa a considerar o que faz sentido para o negócio”, diz.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Fim do efeito cascata e impacto nos custos</strong></h5>



<p>Um dos principais pontos da reforma é a eliminação do efeito cascata, quando há incidência de imposto sobre imposto ao longo da cadeia produtiva. No modelo atual, insumos da construção chegam às construtoras com carga tributária acumulada desde as etapas anteriores. Para Toledo, esse é um dos avanços mais relevantes. “<strong>O efeito cascata sempre foi um dos grandes vilões do custo Brasil</strong>. Quando cada etapa paga imposto sobre uma base já tributada, o preço final incorpora camadas sucessivas de carga”, afirma.</p>



<p>Com o novo sistema, os tributos pagos anteriormente passam a gerar créditos financeiros. “Tudo que foi pago antes vira crédito, independentemente da natureza do insumo. Isso limpa a formação de preço, reduz distorções e permite que o custo real do produto apareça”, orienta.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Impactos específicos na construção civil</strong></h5>



<p>A construção civil deve sentir os efeitos da reforma de forma particular, já que opera atualmente sob regimes específicos que tendem a ser revistos. “<strong>O setor é muito impactado porque tem uma cadeia longa e intensiva em serviços</strong>. A mudança para um IVA com crédito amplo altera de forma significativa a dinâmica de custos”, afirma Toledo.</p>



<p>Entre os principais efeitos está a ampliação do crédito financeiro. “Materiais, serviços e até itens que hoje não geram crédito passam a gerar. Isso muda a composição do custo da obra”, diz. Ele também destaca o&nbsp;<strong>fim da cumulatividade em etapas relevantes</strong>. “A redução do custo embutido nos insumos melhora a previsibilidade, especialmente em relação ao ISS”.</p>



<p>Além disso, haverá revisão de regimes específicos e necessidade de ajustes operacionais. “<strong>Sistemas, contratos, precificação e compliance terão de ser atualizados para o novo modelo</strong>”, alerta.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Transição exige planejamento e gestão financeira</strong></h5>



<p>O período de convivência entre o modelo atual e o novo sistema deve exigir atenção das empresas. A necessidade de lidar com regras simultâneas aumenta a complexidade e pode gerar incertezas na formação de preços. Para Toledo, a adaptação passa por planejamento. “<strong>O setor tende a ganhar eficiência, mas o período de transição exige atenção, planejamento e adaptação</strong>&nbsp;para evitar surpresas”, afirma. A revisão do planejamento tributário, a reorganização financeira e a atualização de processos internos, estão entre as principais medidas que devem ser medidas adotadas pelas empresas para manter competitividade.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Tendência de maior eficiência no longo prazo</strong></h5>



<p>Apesar dos desafios iniciais,&nbsp;<strong>a expectativa é de um ambiente mais previsível</strong>. A padronização das regras e a redução de distorções tributárias devem favorecer decisões mais alinhadas à realidade econômica dos projetos.</p>



<p>No médio e longo prazo,&nbsp;<strong>a reforma deve consolidar uma nova dinâmica no setor</strong>, com maior transparência na formação de preços e estrutura de custos mais racional. A adaptação antecipada tende a ser um diferencial competitivo para empresas que buscam estabilidade durante a transição.</p>



<p>Fonte: <a href="https://www.cimentoitambe.com.br/reforma-tributaria-deve-reconfigurar-custos-e-operacoes-na-construcao-civil/?utm_source=newsmassacinzenta&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=reforma-tributaria-deve-reconfigurar-custos-e-operacoes-na-construcao-civil%2F&amp;utm_term=post_21&amp;utm_content=Abr_semana_1">Cimento Itambé &#8211; Portal Massa Cinzenta</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p><a href="https://alec.org.br/entidades-2/">Entidades da construção pedem reajuste mensal de contratos públicos diante da alta extraordinária de insumos causada pela guerra no Irã </a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/locadoras-2/">Locadoras movimentam R$ 49 bi no Brasil e enfrentam novo desafio com Reforma Tributária</a></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/reforma-11/">Reforma tributária deve reconfigurar custos e operações na construção civil</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://alec.org.br/reforma-11/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Entidades da construção pedem reajuste mensal de contratos públicos diante da alta extraordinária de insumos causada pela guerra no Irã </title>
		<link>https://alec.org.br/entidades-2/</link>
					<comments>https://alec.org.br/entidades-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 20:29:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alec.org.br/?p=26588</guid>

					<description><![CDATA[<p>A CBIC e outras entidades representativas do setor de infraestrutura encaminharam ao governo federal pedido para adoção de reajuste mensal dos contratos de obras públicas.</p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/entidades-2/">Entidades da construção pedem reajuste mensal de contratos públicos diante da alta extraordinária de insumos causada pela guerra no Irã </a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e outras entidades representativas do setor de infraestrutura encaminharam ao governo federal pedido para adoção de reajuste mensal dos contratos de obras públicas, em razão da elevação extraordinária dos custos de insumos provocada pelos impactos econômicos da guerra no Irã. A solicitação foi enviada à Casa Civil e aos ministérios da Fazenda, do Planejamento, das Relações Institucionais e dos Transportes.&nbsp;</p>



<p>No ofício encaminhado ao governo, as entidades propõem a publicação de um normativo temporário que estabeleça uma referência para a variação dos índices contratuais, permitindo que os contratos passem a ser reajustados mensalmente durante o período de excepcionalidade.&nbsp;</p>



<p>Segundo as organizações, o atual modelo de reajuste anual não acompanha a intensidade da elevação dos preços dos insumos, o que tem provocado desequilíbrio econômico-financeiro nos contratos em execução. O texto alerta que a continuidade desse cenário pode resultar em rescisões contratuais, paralisação de obras, demissões e licitações sem interessados.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>De acordo com o&nbsp;vice-presidente da Comissão de Infraestrutura&nbsp;(COINFRA)&nbsp;da CBIC, Carlos Eduardo Lima Jorge, os efeitos da guerra no Oriente Médio já são sentidos nas obras brasileiras. “Desde o início da guerra no Oriente Médio, uma série de efeitos vem sendo sentidos na economia mundial. No Brasil não é diferente, mas eu destaco um efeito que tem atingido brutalmente as obras do setor de infraestrutura: a alta expressiva de alguns materiais básicos”, afirmou.&nbsp;</p>



<p>Ele cita como exemplos insumos como asfalto, tubos de PVC, vidro, cimento e concreto, que registraram aumentos relevantes e imprevisíveis. Para&nbsp;Lima Jorge, os contratos atuais foram firmados em um contexto de inflação reduzida e não preveem oscilações dessa magnitude.&nbsp;</p>



<p>“Atualmente, os contratos de obra pública têm direito ao reajuste a cada 12 meses. Isso fazia sentido em uma época de inflação muito baixa. Quando há uma extrapolação significativa, as empresas não têm condições de executar as obras sem que haja um realinhamento presente”, explicou.&nbsp;</p>



<p>A proposta apresentada ao governo prevê que, ao atingir um nível de variação de preços considerado suportável pelas empresas, em torno de 4%, o reajuste passe a ser aplicado mensalmente até que o cenário volte à normalidade. O objetivo é preservar a execução das obras e evitar paralisações.&nbsp;</p>



<p>As entidades ressaltam ainda que o setor de infraestrutura tem forte impacto sobre a economia, com efeitos em mais de 90 cadeias produtivas, e desempenha papel relevante na manutenção da atividade econômica em períodos de crise.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O pedido foi assinado pela CBIC, Associação Nacional das Empresas de Obras Rodoviárias e de Infraestrutura de transportes (ANEOR), Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada-Infraestrutura (SINICON), Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB), Associação Brasileira dos Sindicatos e Associações de Classe de Infraestrutura (BRASINFRA), Associação para o Progresso de Empresas de Obras de Infraestrutura Social e Logística (APEOP), Sindicato da Indústria da Construção Pesada (SICEPOT), SICEPOT-MG, SICEPOT-PR e Associação Brasileira de Engenharia Industrial (ABEMI).&nbsp;</p>



<p>Fonte: <a href="https://cbic.org.br/entidades-da-construcao-pedem-reajuste-mensal-de-contratos-publicos-diante-da-alta-extraordinaria-de-insumos-causada-pela-guerra-no-ira/]">CBIC</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p><a href="https://alec.org.br/locadoras-2/">Locadoras movimentam R$ 49 bi no Brasil e enfrentam novo desafio com Reforma Tributária</a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/construcao-44/">Construção volta a superar o patamar de três milhões de trabalhadores com carteira assinada</a></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/entidades-2/">Entidades da construção pedem reajuste mensal de contratos públicos diante da alta extraordinária de insumos causada pela guerra no Irã </a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://alec.org.br/entidades-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Locadoras movimentam R$ 49 bi no Brasil e enfrentam novo desafio com Reforma Tributária</title>
		<link>https://alec.org.br/locadoras-2/</link>
					<comments>https://alec.org.br/locadoras-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 19:49:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alec.org.br/?p=26579</guid>

					<description><![CDATA[<p>Alugar Sorocaba, da ALEC, reúne empresários de locadoras de equipamentos para discutir impactos nas margens, precificação e competitividade.</p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/locadoras-2/">Locadoras movimentam R$ 49 bi no Brasil e enfrentam novo desafio com Reforma Tributária</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Alugar Sorocaba, da ALEC, reúne empresários do setor para discutir impactos nas margens, precificação e competitividade</em></strong></p>



<p>O mercado de locação de equipamentos no Brasil já movimenta cerca de <strong>R$ 49 bilhões por ano</strong>, reúne aproximadamente <strong>50 mil empresas</strong>, gera <strong>R$ 9 bilhões em impostos</strong> e emprega mais de <strong>200 mil profissionais, </strong>de acordo com dados publicados no Rental Market Report 2025. Em ritmo de crescimento contínuo — com projeção de expansão entre <strong>7% e 10% em 2026</strong> para a linha leve — o setor entra agora em um novo ciclo de transformação: a Reforma Tributária.</p>



<p>É nesse contexto que a ALEC realiza, no próximo dia <strong>16 de abril</strong>, o <strong>Alugar Sorocaba</strong>, evento que reunirá empresários, gestores e profissionais da região para discutir, de forma prática, os impactos das mudanças tributárias no dia a dia das locadoras.</p>



<p>Com o tema <strong>“Reforma Tributária: sua locadora está preparada?”</strong>, o encontro propõe traduzir um cenário complexo em decisões estratégicas, especialmente no que diz respeito à <strong>precificação, margem de lucro, contratos e gestão financeira</strong> — pontos diretamente afetados pelo novo modelo que começa a vigorar a partir de 2026.</p>



<p>Além do conteúdo técnico, o evento contará com o tradicional <strong>Hot Seat</strong>, formato que promove um debate aberto entre empresários do setor, trazendo à tona desafios reais, experiências práticas e caminhos para adaptação em um mercado cada vez mais competitivo.</p>



<p>Segundo <strong>Monica Zambolini, presidente da ALEC</strong>, o momento exige mudança de postura por parte dos empresários:</p>



<p><em>“O setor cresceu muito rápido nos últimos anos, mas agora entramos em uma fase em que não basta crescer — é preciso ter gestão. A Reforma Tributária vai impactar diretamente o preço da locação e a margem das empresas. Quem não entender isso e não se preparar, corre o risco de perder competitividade.”</em></p>



<p>A executiva destaca que o aumento expressivo no número de locadoras elevou o nível de exigência do mercado, tornando indispensável o uso de dados, planejamento e estratégias bem definidas.</p>



<p><em>“O lucro da locadora não desaparece, ele escorre quando não há controle. O Alugar Regional tem justamente esse papel: levar informação prática para que o empresário consiga tomar decisões mais conscientes e sustentáveis.”</em></p>



<p>Promovido pela ALEC, o Alugar Regional percorre diversas cidades do país com o objetivo de fortalecer o setor por meio de conhecimento, conexão e desenvolvimento profissional.</p>



<p>O evento é gratuito e aberto ao público. Não associados à ALEC têm direito a um ingresso cortesia por CNPJ; participantes adicionais devem contribuir com o valor de R$ 70,00 por pessoa.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><strong>Serviço</strong></p>



<p><strong>Alugar Sorocaba</strong><br>Data: 16 de abril<br>Local: Sorocaba (SP)<br>Inscrição gratuita<br>Informações e inscrições: https://conteudo.alec.org.br/alugar-sorocaba-2026</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p><a href="https://alec.org.br/construcao-44/">Construção volta a superar o patamar de três milhões de trabalhadores com carteira assinada</a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/construcao-gera-31-mil-vagas-e-recupera-61-das-perdas-recentes/">Construção gera 31 mil vagas e recupera 61% das perdas recentes</a></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/locadoras-2/">Locadoras movimentam R$ 49 bi no Brasil e enfrentam novo desafio com Reforma Tributária</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://alec.org.br/locadoras-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Construção volta a superar o patamar de três milhões de trabalhadores com carteira assinada</title>
		<link>https://alec.org.br/construcao-44/</link>
					<comments>https://alec.org.br/construcao-44/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 14:18:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alec.org.br/?p=26571</guid>

					<description><![CDATA[<p>A construção manteve o ritmo de geração de empregos em 2026 e voltou a ultrapassar a marca de três milhões de trabalhadores com carteira assinada no país.</p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/construcao-44/">Construção volta a superar o patamar de três milhões de trabalhadores com carteira assinada</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A construção manteve o ritmo de geração de empregos em 2026 e voltou a ultrapassar a marca de três milhões de trabalhadores com carteira assinada no país.&nbsp; De acordo com dados do Novo Caged, divulgados na terça-feira (31) pelo Ministério do Trabalho, o setor criou 31.099 novos postos em fevereiro, segundo mês consecutivo de saldo positivo. Em janeiro, haviam sido gerados 50.538 empregos. Vale destacar que fevereiro tem menos dias úteis, o que impacta diretamente o volume de contratações.</p>



<p>Foram 12.666 novas vagas na Construção de Edifícios, 9.382 em Infraestrutura e 9.051 em Serviços Especializados para a Construção. “Todos os três segmentos do setor registraram saldo positivo. Com esse resultado, a construção voltou a superar o patamar de três milhões de trabalhadores com carteira assinada”, aponta&nbsp;Ieda Vasconcelos,&nbsp;economista da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).</p>



<p>No cenário geral, o Brasil registrou a criação de 255.321 empregos formais em fevereiro, resultado de 2.381.767 admissões e 2.126.446 desligamentos. No acumulado de 2026, já são 370.339 novos postos com carteira assinada, elevando o estoque de vínculos celetistas para mais de 48,8 milhões.</p>



<p>Entre os setores, quatro dos cinco grandes grupamentos econômicos apresentaram saldo positivo. O destaque ficou com Serviços (221.084 vagas), seguido pela Indústria (86.091), Construção (81.637) e Agropecuária (31.930), consolidando um cenário de crescimento do emprego formal no país.</p>



<p>Fonte: <a href="https://cbic.org.br/106666-2/">CBIC</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p><a href="https://alec.org.br/construcao-gera-31-mil-vagas-e-recupera-61-das-perdas-recentes/">Construção gera 31 mil vagas e recupera 61% das perdas recentes</a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/alugar-8/">Lucro não é garantido: Alugar São José dos Campos acende alerta para locadoras</a></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/construcao-44/">Construção volta a superar o patamar de três milhões de trabalhadores com carteira assinada</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://alec.org.br/construcao-44/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lucro não é garantido: Alugar São José dos Campos acende alerta para locadoras</title>
		<link>https://alec.org.br/alugar-8/</link>
					<comments>https://alec.org.br/alugar-8/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 15:05:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[alugar são josé dos campos]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alec.org.br/?p=26562</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na noite de 26 de março, a ALEC realizou mais uma edição do Alugar São José dos Campos, reunindo cerca de 60 profissionais do setor rental no Golden Grill e Pizza. O encontro foi marcado por conexões valiosas, troca de experiências e conteúdo estratégico para um mercado em constante transformação. A programação teve início com [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/alugar-8/">Lucro não é garantido: Alugar São José dos Campos acende alerta para locadoras</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na noite de 26 de março, a ALEC realizou mais uma edição do Alugar São José dos Campos, reunindo cerca de 60 profissionais do setor rental no Golden Grill e Pizza. O encontro foi marcado por conexões valiosas, troca de experiências e conteúdo estratégico para um mercado em constante transformação.</p>



<p>A programação teve início com a palestra de Paulo Henrique Souza, CEO da AuditLocOne e especialista em contabilidade para locadoras há mais de 25 anos, que trouxe uma análise direta e prática sobre os impactos da Reforma Tributária no setor. O alerta foi claro: a mudança não será apenas estrutural, mas afetará diretamente a precificação, a margem de lucro e a sustentabilidade das locadoras. Preparar-se deixou de ser uma opção e passou a ser uma necessidade urgente.</p>



<p>Na sequência, o tradicional Hot Seat, conduzido por Vera Mor, diretora de Mulheres da ALEC, reuniu nomes de destaque do setor para um debate dinâmico e extremamente rico em insights: Sandra Batista (Loxam), Marcos Cunzolo (Cunzolo Locação), Reginaldo Andrade (Assis Rental) e Robson Vido (Casa do Construtor – Lorena e Cachoeira Paulista).</p>



<p>Ao longo das rodadas, temas centrais da gestão das locadoras ganharam profundidade. A atração e retenção de talentos, especialmente diante dos desafios da nova geração, foi apontada como um dos principais gargalos do setor, reforçando a importância de uma cultura organizacional forte e bem estruturada. No campo operacional, destacaram-se os desafios da manutenção e da logística, especialmente para locadoras generalistas, que precisam equilibrar agilidade, custo e qualidade em um cenário de alta demanda.</p>



<p>Já no segmento de plataformas aéreas, a profissionalização da gestão e a busca por eficiência operacional foram apontadas como diferenciais competitivos, enquanto o modelo de franquias trouxe reflexões sobre padronização, adaptação ao mercado local e disciplina na gestão.</p>



<p>Entre os principais aprendizados compartilhados pelos participantes, ficaram evidentes alguns pilares para o sucesso no rental: investir em processos, valorizar pessoas, estruturar bem a manutenção e ter clareza estratégica para crescer com consistência. Conselhos práticos e reflexões baseadas na experiência reforçaram que o setor exige cada vez mais preparo, visão de longo prazo e capacidade de adaptação.</p>



<p>O evento contou com o patrocínio das empresas Buffalo Motores, Fortequip, Mecan, Menegotti e Metalpama, que contribuíram para a realização de mais uma edição de sucesso.</p>



<p>Encerrando a noite, o coquetel proporcionou um ambiente descontraído e propício para networking, fortalecendo relacionamentos e ampliando as possibilidades de negócios — um dos pilares que tornam o Alugar Regional uma verdadeira plataforma de desenvolvimento para o setor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p><a href="https://alec.org.br/cub-16/">CUB paulista sobe 0,10% em março de 2026</a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/whatsapp/">Juntos Somos Mais ultrapassa R$ 30 milhões mensais em vendas via WhatsApp e amplia estratégia multicanal no B2B</a></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/alugar-8/">Lucro não é garantido: Alugar São José dos Campos acende alerta para locadoras</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://alec.org.br/alugar-8/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
