Custo Unitário Básico da Indústria da Construção Aumenta 0,12% em Março

O Custo Unitário Básico (CUB) global da indústria da construção do estado de São Paulo registrou variação positiva de 0,12% em março de 2025, acumulando 4,42% em 12 meses. Em 2025, o índice acumula também elevação de 0,44%. 

Em março, os custos com materiais de construção foram de 0,27%, acumulando 4,97% nos últimos 12 meses, no ano a variação é 0,95%. Os custos com mão de obra variaram 0,02% no mês e 4,08% nos últimos 12 meses, no ano a variação é de 0,09%. As variações dos custos administrativos (salário dos engenheiros) foram de 0% no mês e de 3,11% nos últimos 12 meses. O CUB representativo da construção paulista (R8-N) está em R$ 2.048,48 por metro quadrado em março. 

Com desoneração
Nas obras incluídas na desoneração da folha de pagamentos, o CUB registrou variação positiva de +0,12% em março. A variação nos últimos 12 meses foi de +6,32%. O custo médio da construção paulista (R8-N) subiu para R$ 1.946,11 por metro quadrado em março. 

Custos dos insumos
Em março, oitos itens apresentaram variações acima do IGP-M (-0,34%), as mais consideráveis são: bloco de concreto 19x19x39cm (+1,05), janela de correr 2 folhas 1,2×1,2m (+2,08) e bloco cerâmico para alvenaria vedação 9x19x19cm (+1,03). No acumulado de 12 meses, os materiais que apresentaram as variações mais expressivas acima da variação do IGP-M (+8,58%) foram: fio cobre antichama isolante 750 V 2,5 mm² (+12,60%), bloco de concreto 19x19x39 cm (+11,40%). 

O que é o CUB?
O CUB é o índice oficial que reflete a variação dos custos das construtoras, sendo de uso obrigatório nos registros de incorporação dos empreendimentos imobiliários, além de ser um importante termômetro para a variação dos custos de mão de obra e serviços. O monitoramento contínuo do Custo Unitário Básico (CUB) é fundamental para o setor da construção civil, fornecendo indicadores precisos sobre a evolução dos custos e permitindo que empresas do segmento ajustem suas estratégias de acordo com as variações de mercado. Acompanhar essas flutuações contribui para uma gestão mais eficiente, ajudando a mitigar impactos econômicos e a otimizar o planejamento de obras em todo o Estado de São Paulo.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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