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	<title>Arquivos Sem categoria - Informações confiáveis para o setor rental</title>
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	<description>ALEC - Associação Brasileira de Locadores de Equipamentos</description>
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	<title>Arquivos Sem categoria - Informações confiáveis para o setor rental</title>
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	<item>
		<title>Construção gera 31 mil vagas e recupera 61% das perdas recentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 13:51:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Construção mantém saldo positivo no primeiro bimestre de 2026, mas ainda opera sob impacto dos juros elevados e da escassez de mão de obra</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Construção mantém saldo positivo no primeiro bimestre de 2026, mas ainda opera sob impacto dos juros elevados e da escassez de mão de obra</em></p>



<p>A indústria da construção gerou 31.099 novos empregos em fevereiro no país, uma variação de 1,04% em relação ao número de empregados no setor em janeiro. No primeiro bimestre deste ano, o setor abriu 81.637 vagas com carteira assinada (+2,77%); no acumulado de 12 meses até fevereiro, 88.222 (+3%).</p>



<p>Já o saldo entre admissões e demissões em todos os setores da atividade econômica no país resultou na abertura de 370.339 empregos em fevereiro. Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego em 31/03.</p>



<p>De acordo com Yorki Estefan, presidente do SindusCon-SP, as contratações no primeiro bimestre repuseram cerca de 61% das vagas fechadas na construção no último trimestre de 2025. “O dado reflete a dificuldade em contratar mão de obra especializada, mas também mostra alguma diminuição na construção de novas obras para o segmento de renda média, devido à persistência dos juros elevados”, afirma.</p>



<p><strong>Construção Civil&nbsp;</strong></p>



<p>A construção foi o terceiro setor da economia que mais abriu vagas em fevereiro, atrás dos serviços (+177.953), da indústria (+32.027) e da agropecuária (+31.930), e à frente do comércio (+6.027).</p>



<p>Nas atividades imobiliárias do setor de serviços (incorporação imobiliária), foram abertos 465 empregos em fevereiro — variação de 0,22% em relação a janeiro. No bimestre, foram 1.062 (+0,51%) e, no acumulado de 12 meses, 5.197 (+2,56%).</p>



<p><strong>Estoque de empregos</strong></p>



<p>Ao final de fevereiro, a construção empregava 3,024 milhões de trabalhadores com carteira assinada no país, de acordo com o Novo Caged.</p>



<p><strong>Por estados</strong></p>



<p>Os maiores saldos de emprego na construção em fevereiro foram registrados nas seguintes unidades da federação:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>São Paulo: +9.476 empregos</li>



<li>Santa Catarina: +2.465</li>



<li>Bahia: +1.958</li>



<li>Minas Gerais: +1.923</li>



<li>Pernambuco: +1.836</li>



<li>Mato Grosso do Sul: +1.752</li>



<li>Paraná: +1.542</li>



<li>Ceará: +1.425</li>



<li>Rio de Janeiro: +1.418</li>



<li>Rio Grande do Sul: +1.368</li>



<li>Mato Grosso: +1.144</li>
</ul>



<p>Os demais estados também abriram empregos, exceto Espírito Santo (-221), Rio Grande do Norte (-92) e Amapá (-19).</p>



<p>Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Construção civil cresce pelo segundo ano consecutivo, mas juros altos limitam potencial de expansão</title>
		<link>https://alec.org.br/construcao-41/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 13:57:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[pib]]></category>
		<category><![CDATA[Produto Interno Bruto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O PIB do setor da construção cresceu 0,5% em 2025, abaixo da projeção feita pela CBIC para o ano, de 1,3%, mas é o 2º ano de crescimento.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Produto Interno Bruto (PIB) do setor da construção cresceu 0,5% em 2025, abaixo da projeção feita pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) para o ano, de 1,3%. Embora tenha vindo abaixo do esperado, este é o segundo ano consecutivo de crescimento, traduzido nos recordes de lançamentos e vendas registrados no período. A quebra de expectativa pode ser explicada por uma política monetária altamente contracionista, com uma taxa básica de juros nos patamares mais altos dos últimos 20 anos.</p>



<p>Na avaliação da entidade, apesar do cenário macroeconômico desfavorável, um conjunto de fatores contribuíram para a continuidade do crescimento do setor em 2025. Dentre eles, pode-se destacar o aquecimento de obras no setor formal, por construtoras e incorporadoras, e a regularidade nos investimentos em infraestrutura, tanto públicos quanto privados. Também é preciso considerar que a base de comparação do ano passado foi elevada, pois 2024 registrou uma expansão de 4,4% no PIB.</p>



<p>O desempenho do setor da construção teria sido ainda melhor no caso de uma política monetária mais expansionista e com juros menores. O PIB no indicador de pequenas obras e reformas, em que está inserido o varejo, registrou retração de 0,2%, com a redução do comércio varejista de materiais de construção puxando o desempenho do setor para baixo.</p>



<p>Para a CBIC, os dados demonstram a capacidade de investimento e resiliência do setor. As empresas continuaram contratando e investindo. Em 2026, para continuar avançando o setor espera mais estímulo ao investimento. A CBIC segue defendendo um ambiente de crédito mais favorável para garantir continuidade de crescimento da Construção.</p>



<p>Fonte: <a href="https://cbic.org.br/construcao-civil-cresce-pelo-segundo-ano-consecutivo-mas-juros-altos-limitam-potencial-de-expansao/">CBIC</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p><a href="https://alec.org.br/premio-2/">Hoje será lançada a 10ª edição do Prêmio Seconci-SP</a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/tributaria-3/">ALEC realiza 3ª turma do Curso Reforma Tributária para Locadoras com vagas esgotadas</a></p>
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		<item>
		<title>Panorama do Mercado Rental Brasileiro em 2025</title>
		<link>https://alec.org.br/rental-6/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 17:31:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>2025 não foi um ano de euforia para o mercado rental. Foi um ano de leitura fina, decisões cautelosas e sobrevivência estratégica.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Base: Termômetro das Locadoras ALEC – jan a dez/2025</em></p>



<p><strong>2025 não foi um ano de euforia para o mercado rental. Foi um ano de leitura fina, decisões cautelosas e sobrevivência estratégica.</strong><br>Os dados consolidados das 12 edições do <em>Termômetro das Locadoras ALEC</em> revelam um setor ativo, resiliente, mas pressionado por custos, inadimplência e dificuldade de repasse de preços.</p>



<h4 class="wp-block-heading">2025 foi um ano de ajuste, não de expansão</h4>



<p>Ao longo do ano, o mercado oscilou entre meses considerados “melhores”, “iguais” e “piores”, sem uma trajetória linear de crescimento. O que se percebeu foi um comportamento mais defensivo do locador, priorizando controle de risco e preservação de caixa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Construção civil segue como base do rental</h4>



<p>A <strong>construção civil seguiu como o principal motor do setor</strong>, presente em mais de 90% das locadoras participantes da pesquisa durante todo o ano. Segmentos como indústria, comércio, pessoa física, saneamento e infraestrutura apareceram como complementares, reforçando a importância da diversificação como estratégia de proteção em momentos de instabilidade.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Pequenas e médias locadoras formam o coração do mercado</h4>



<p>Outro ponto que se manteve constante foi o <strong>perfil de faturamento</strong>: a maior parte das locadoras brasileiras opera com receitas mensais entre R$ 100 mil e R$ 400 mil. Trata-se de um mercado majoritariamente formado por pequenas e médias empresas, com estruturas enxutas e margens sensíveis a qualquer variação de custo.</p>



<p>Quando analisadas as comparações mensais, especialmente no segundo semestre, os dados indicam um aumento da percepção de meses “piores” em relação ao mês anterior. Novembro e dezembro evidenciaram esse comportamento. Ainda assim, quando a comparação foi feita com o mesmo período de 2024, o saldo se mostrou mais equilibrado, sinalizando que <strong>2025 foi melhor que 2024</strong>, embora mais difícil do que muitos esperavam.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Preços pressionados e pouco reajuste</strong></h4>



<p>A conquista de novos clientes apareceu como realidade para a maioria das locadoras, mas <strong>não em velocidade suficiente para compensar o aumento dos custos operacionais</strong>. E aqui surge um dos principais gargalos do setor em 2025: <strong>a resistência ao reajuste de preços</strong>. Em praticamente todos os meses, mais de 85% das locadoras afirmaram não ter reajustado suas tabelas, mesmo diante da pressão inflacionária, aumento de insumos e maior complexidade tributária.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Inadimplência sob controle, mas constante</h4>



<p>A inadimplência, por sua vez, não explodiu, mas permaneceu como um risco constante. A maior parte dos respondentes afirmou que ela se manteve estável, porém um percentual relevante indicou aumento, especialmente no fim do ano, reforçando a necessidade de gestão mais rigorosa de crédito e cobrança.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que os dados apontam para 2026</h4>



<p>O retrato final de 2025 é o de um locador mais cauteloso, atento aos números, consciente de que vender mais não significa, necessariamente, ganhar mais. Um mercado que pede menos discurso genérico e mais <strong>informação prática, dados, orientação estratégica e ferramentas aplicáveis</strong>.</p>



<p>É exatamente nesse contexto que a ALEC se posiciona para 2026: transformando dados em direção, informação em decisão e desafios em oportunidades.</p>



<p>Fonte: ALEC</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p><a href="https://alec.org.br/locacao-5/">O mercado de locação vira a página e aponta os caminhos para 2026</a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/vendas-9/">Vendas de cimento fecham 2025 com forte desempenho </a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mills reforça apoio à Virada Sustentável com participação em São Paulo e patrocínio para a edição do Rio de Janeiro</title>
		<link>https://alec.org.br/virada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 13:23:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Virada Cultural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Mills marcou presença na Virada Sustentável de São Paulo, realizada entre os dias 17 e 21 de setembro, e já confirma sua participação como patrocinadora da Virada Sustentável do Rio de Janeiro (RJ), de 16 a 19 de outubro.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <a href="https://www.mills.com.br/jornada-de-sustentabilidade">Mills</a>, líder no mercado de locação de plataformas elevatórias, soluções de engenharia para infraestrutura e equipamentos pesados no Brasil, marcou presença na Virada Sustentável de São Paulo (SP), realizada entre os dias 17 e 21 de setembro, e já confirma sua participação como patrocinadora da Virada Sustentável do Rio de Janeiro (RJ), de 16 a 19 de outubro.</p>



<p>Após o encerramento da edição paulista, a programação carioca seguirá o modelo colaborativo que caracteriza o festival desde 2011, reunindo organizações da sociedade civil, órgãos públicos, empresas e artistas em atividades gratuitas. Assim como em São Paulo, o evento no Rio de Janeiro será estruturado em três eixos — Cultura e Arte, Conhecimento e Ação e Impacto — com atrações espalhadas por diferentes pontos da cidade, possibilitando acesso democrático e descentralizado.</p>



<p>Na edição paulista, a Mills apoiou o festival por meio da Lei de Incentivo à Cultura. O destaque ocorreu no dia 17 de setembro, na Cerimônia de Abertura, quando o diretor de Pessoas e ESG, Kleber Racy, representou a empresa em um encontro que reuniu autoridades, artistas, representantes de organizações da sociedade civil e demais instituições parceiras.</p>



<p>Durante a abertura, Racy apresentou os compromissos da companhia relacionados às práticas de ESG (Ambiental, Social e Governança) e reforçou o papel da Mills em apoiar iniciativas culturais e socioambientais de grande impacto.</p>



<p>A Mills mantém uma sólida estratégia de sustentabilidade, com investimentos contínuos em projetos que reforçam e dão visibilidade à agenda ESG. A jornada de sustentabilidade da companhia foca em promover a mitigação e adaptação às mudanças climáticas, por meio do monitoramento e redução de emissões, com metas aprovadas junto à SBTi (Science Based Targets initiative). As ações e projetos buscam estimular toda a cadeia para tecnologias de menor impacto, investindo em ecoeficiência e inovação sustentável. Além disso, como parte essencial de sua materialidade ESG, concilia as temáticas de cultura de segurança, capital humano e desenvolvimento inclusivo, de maneira integrada à ética, transparência e integridade corporativa. Todas as iniciativas estão reunidas na Jornada de Sustentabilidade (acesse <a href="https://www.mills.com.br/jornada-de-sustentabilidade">aqui</a>).</p>



<p><strong>Sobre a Virada Sustentável</strong></p>



<p>Criada em 2011, a Virada Sustentável já foi realizada em várias cidades brasileiras e é hoje o maior festival de sustentabilidade do país. Cada edição reúne centenas de organizações para cocriar uma programação que conecta diferentes áreas do conhecimento, manifestações culturais e práticas ambientais.</p>



<p>Em São Paulo, o evento aconteceu entre 17 e 21 de setembro. No Rio de Janeiro, a programação ocorrerá de 16 a 19 de outubro, também com entrada gratuita.</p>



<p>Mais informações podem ser consultadas em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>São Paulo: <a href="https://viradasustentavel.org.br/sao-paulo/">Link</a></li>



<li>Rio de Janeiro: <a href="https://viradasustentavel.org.br/rio/">Link</a></li>
</ul>



<p>Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p><a href="https://alec.org.br/inadimplencia/">Inadimplência deve atingir 7,10% em dezembro, projeta IBEVAR-FIA Business School</a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/cimento-setor-mantem-alta-acumulada/">Cimento: setor mantém alta acumulada   </a></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/virada/">Mills reforça apoio à Virada Sustentável com participação em São Paulo e patrocínio para a edição do Rio de Janeiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Casa do Construtor cresce no Uruguai com inaugurações prestigiadas por seus líderes</title>
		<link>https://alec.org.br/casa-7/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 20:25:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[casa do construtor]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Casa do Construtor inaugurou duas  unidades em Durazno e Maldonado, ampliando a presença no território nacional e aproximando ainda mais a marca dos diferentes cenários do país.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Setembro entra para a história da Casa do Construtor no Uruguai. A rede gigante brasileira inaugurou unidades em Durazno e Maldonado, ampliando a presença no território nacional e aproximando ainda mais a marca dos diferentes cenários do país.</p>



<p>A Casa do Construtor chegou a Durazno, em Calle Eusebio Pirez, Nº 940. Localizada no coração do Uruguai, a cidade é ponto de passagem e de encontro, com forte base agrícola e papel estratégico de conexão entre o interior e o litoral. A nova unidade será conduzida por Juan Pablo Pérez Frontini e María Isabel Pérez Frontini.</p>



<p>Para eles, a presença em Durazno reforça a vocação centralizadora do município e abre novas oportunidades de desenvolvimento. </p>



<p>O ciclo se completou em Maldonado com a reinauguração da unidade em Av. Aiguá, Casi Cruzada Libertadora, Nº 420, novamente sob a gestão de María e Bibiana. Vizinha a Punta del Este, a cidade combina prestígio turístico, investimentos imobiliários e obras de infraestrutura que impulsionam a demanda por equipamentos de construção e manutenção.<br>  As inaugurações contaram com a presença de Expedito Arena, fundador da rede, e de Bruno Arena, diretor de expansão internacional, que acompanharam de perto o processo de abertura das novas operações no país. Além disso, também participaram das inaugurações os prefeitos das cidades e autoridades locais.<br>Com essas inaugurações, a Casa do Construtor passa a contar com três unidades no Uruguai e 10 operações internacionais, somando-se às sete lojas já presentes no Paraguai. Segundo Bruno Arena, o avanço em território uruguaio demonstra a capacidade de adaptação da rede às diferentes realidades do país. “Nosso crescimento no Uruguai é também um exercício de aprendizado. Cada cidade tem sua identidade, e nosso papel é oferecer um modelo sólido e adaptado, que gera eficiência para o cliente e segurança para o investidor. Expandir aqui é levar nossa essência para mais perto do povo uruguaio”, afirma. </p>



<p>Para Expedito Arena, cofundador da rede, as inaugurações no Uruguai representam um marco emocional e estratégico. “Quando abrimos a primeira loja em 1993, jamais poderíamos imaginar que chegaríamos até aqui. Hoje, estar presente em diferentes cidades uruguaias é motivo de orgulho e gratidão. É também a confirmação de que o setor de locação tem força para transformar a vida de quem constrói e impulsionar o desenvolvimento das cidades”, destaca.<br>  Expedito reforça que a expansão internacional tem um caráter coletivo. “Cada unidade aberta é fruto do esforço de franqueados, colaboradores e clientes que acreditam na marca. Mais do que inaugurações, são capítulos de uma história que une brasileiros, uruguaios e, em breve, outros povos latino-americanos em torno de um propósito comum: facilitar a construção e apoiar o crescimento das comunidades”, completa.</p>



<p>Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p><a href="https://alec.org.br/alugar-7/">Alugar Campinas reúne mais de 65 locadores e destaca estratégias de vendas e networking</a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/construcao-29/">Construção civil perde fôlego com juros altos e falta de mão de obra</a></p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/casa-7/">Casa do Construtor cresce no Uruguai com inaugurações prestigiadas por seus líderes</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Alugar Campinas reúne mais de 65 locadores e destaca estratégias de vendas e networking</title>
		<link>https://alec.org.br/alugar-7/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 13:51:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Alugar Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[alugar regional]]></category>
		<category><![CDATA[locadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Campinas recebeu mais uma edição do Alugar Regional, na Catedral do Chopp reforçando o papel da ALEC em aproximar empresários do setor e fomentar conhecimento prático para o crescimento dos negócios.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em 23 de setembro, a cidade de Campinas recebeu mais uma edição do <strong>Alugar Regional</strong>, reunindo mais de 65 locadores para uma noite de conteúdo estratégico, networking e troca de experiências. O encontro aconteceu na Catedral do Chopp e se mostrou extremamente produtivo, reforçando o papel da ALEC em aproximar empresários do setor e fomentar conhecimento prático para o crescimento dos negócios.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Palestra sobre Funil de Vendas</strong></h3>



<p>Um dos destaques da noite foi a palestra de <strong>Luiz Eduardo Milanezi</strong>, profissional com mais de 30 anos de experiência em vendas no setor de locação. Ele apresentou dicas práticas sobre o <strong>Funil de Vendas</strong>, um tema fundamental em um momento de concorrência cada vez mais acirrada. Sua mensagem trouxe insights sobre a importância de cuidar e proteger o cliente, mostrando caminhos para vender mais e melhor, com foco na fidelização e sustentabilidade dos negócios.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Hot Seat com locadores da região</strong></h3>



<p>Outro momento marcante foi o <strong>Hot Seat</strong>, um bate-papo aberto com líderes da região: <strong>Silvanei Laranjeira (Ativos Aluguel)</strong>, <strong>Nilthom Palma (Sosinil)</strong>, <strong>Ronaldo Ertel (Locatec)</strong> e <strong>Marcos Reis (Alucamp)</strong>. Eles compartilharam experiências reais sobre desafios enfrentados no mercado, estratégias de superação e oportunidades de crescimento. Foi uma verdadeira aula prática, com dicas valiosas vindas diretamente de quem vive o dia a dia da locação.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Depoimento de abertura</strong></h3>



<p>Na abertura do evento, a vice-presidente da ALEC, <strong>Mônica Zambolini</strong>, ressaltou a importância da iniciativa:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>“Cada edição do Alugar mostra a força do nosso setor e reforça como o associativismo pode transformar os negócios. Em um cenário de tanta concorrência, é fundamental que o locador esteja preparado, busque conhecimento e compartilhe experiências. Ver tantos profissionais reunidos aqui em Campinas, em um ambiente de troca genuína, é a prova de que juntos conseguimos ir mais longe. O Alugar é isso: união, aprendizado e fortalecimento do nosso mercado.”</em></p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um evento que se aprimora a cada edição</strong></h3>



<p>O Alugar Campinas demonstrou mais uma vez que cada edição traz novas oportunidades de aprendizado e networking. A combinação de palestras inspiradoras, debates práticos e o engajamento dos locadores reafirma a missão da ALEC de capacitar e conectar seus associados às melhores práticas do setor.</p>



<p>Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p><a href="https://alec.org.br/construcao-29/">Construção civil perde fôlego com juros altos e falta de mão de obra</a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/construcao-28/">ABRAMAT reajusta expectativa de faturamento anual da indústria de materiais de construção para 1,8% até o final de 2025</a></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Construção civil ganha novo índice para monitorar insumos que pesam no custo da obra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 12:53:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fio de cobre e aço foram os insumos com maior inflação nos últimos 12 meses, com altas de 8,64% e 2,52%, respectivamente</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Fio de cobre e aço foram os insumos com maior inflação nos últimos 12 meses, com altas de 8,64% e 2,52%, respectivamente, seguidos do cimento, que registrou aumento de 1,79%. Por outro lado, a argamassa (-4,61%) e a tinta (-2,32%) tiveram deflação expressiva no mesmo período. É o que revela o Índice de Preços de Materiais de Construção (IPMC), lançado pelo Sienge — Ecossistema de Tecnologia e Negócios da Indústria da Construção e do Mercado Imobiliário — com metodologia autoral da Cica Rev Consultoria e apoio institucional da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Juntos, os insumos analisados podem representar até 55% do custo total de materiais utilizados nas obras no Brasil. A íntegra do novo índice pode ser acessada <a href="https://sienge.com.br/ipmc/">neste link</a>.</p>



<p>Além da variação recorrente nos preços, a inflação também incide de maneira heterogênea no Brasil. “Quando pensamos nas dimensões do nosso país, fica evidente que uma média nacional tem limitações para refletir a realidade vivida no dia a dia do setor. O mesmo material, negociado no mesmo dia, pode ter preços bastante distintos a depender da região. O IPMC surge como uma ferramenta estratégica para apoiar o gestor na tomada de decisões mais embasadas — desde o planejamento de compras até a avaliação de custos e negociações com fornecedores, considerando as particularidades regionais do mercado”, explica José Carlos Martins, presidente do Conselho Consultivo da CBIC.</p>



<p>Segundo Gabriela Torres, Gerente de Inteligência Estratégica do Ecossistema Sienge, informações atualizadas e que levem em consideração a realidade de cada região é decisivo no sucesso de empreendimentos. “O IPMC permite uma leitura mais precisa dos custos, contribuindo para decisões mais estratégicas e maior previsibilidade. É uma contribuição importante para tornar o setor mais eficiente e competitivo”, diz.</p>



<p><strong>Resultados do IPMC – abril de 2025</strong></p>



<p><strong>Fio de cobre</strong></p>



<p>Este foi o insumo que apresentou a maior variação de preços, com uma inflação acumulada de 8,64% em 12 meses, o que segundo Gabriela, pode estar associado à valorização do dólar, que impacta diretamente a cotação internacional do cobre. No início de 2025, o cenário se manteve bastante volátil e, mesmo após uma forte deflação nacional em janeiro (-3,24%), os preços voltaram a subir em março, puxados principalmente pela região Norte, que registrou uma alta de 5,33% no mês.</p>



<p>Entre maio e novembro de 2024, os aumentos foram particularmente expressivos, com altas de 3,31% em maio, 2,50% em outubro e 3,26% em novembro, indicando forte pressão inflacionária no segundo semestre. O início de 2025 manteve o cenário de volatilidade: janeiro registrou uma queda acentuada de 3,24%, seguida por um leve aumento em março (+0,86%) e nova retração em abril (-1,55%).</p>



<p>A inflação do fio de cobre também foi disseminada nas regiões do país, com todas fechando os últimos 12 meses com preços em alta. O Norte (16,94%), o Centro-Oeste (14,62%) e o Nordeste (13,48%) foram as mais pressionadas.</p>



<p><strong>Aço</strong></p>



<p>A inflação do aço no Brasil acumulou alta de 2,52% nos últimos 12 meses, marcada por oscilações significativas. Após uma sequência de deflação, os preços começaram a subir gradualmente a partir de julho de 2024, culminando em um pico expressivo em setembro, com aumento de 1,92% no mês. No entanto, esse movimento foi seguido por uma queda acentuada no início de 2025, com recuos de 1,24% em março e 1,72% em abril, indicando uma possível correção de mercado após a forte valorização registrada no terceiro trimestre do ano anterior.</p>



<p>No cenário de inflação regional, entre julho e outubro de 2024, o preço do aço apresentou os maiores reajustes, com destaque para a região Norte, que registrou uma alta de 2,65% em julho. As demais regiões também acompanharam essa tendência, com variações acentuadas nos mesmos meses, impulsionando a inflação do insumo em nível nacional. No entanto, esse movimento de alta deu lugar a uma queda generalizada nos preços em março e abril deste ano, quando todas as regiões do país apresentaram deflação.</p>



<p><strong>Argamassa</strong></p>



<p>O item registrou uma deflação acumulada de -4,51% nos últimos 12 meses, refletindo um cenário de queda nos preços em nível nacional. Após recuos em julho e agosto de 2024, com variações de -0,47% e -1,01%, o insumo teve um pico de alta em dezembro, quando os preços subiram 1,39%. No entanto, esse movimento foi seguido por uma nova trajetória de queda no início de 2025, culminando em abril com o maior recuo do período, de -1,50%. A sequência de deflações sugere uma correção nos preços após os reajustes registrados no fim do ano passado.</p>



<p>Enquanto o Brasil registrou uma deflação acumulada de 4,51% no preço da argamassa em 12 meses, a região Norte se destacou como a única a apresentar alta, com inflação de 3,17%. Em contrapartida, as regiões Sul, Nordeste e Centro-Oeste foram responsáveis por puxar a média nacional para baixo, com quedas expressivas nos preços. O destaque ficou por conta do Centro-Oeste, que acumulou uma deflação de 7,51%, refletindo um movimento mais intenso de ajuste no mercado regional.</p>



<p><strong>Cimento</strong></p>



<p>Um dos insumos mais usados na indústria da construção civil apresentou alta discreta de 1,79% no acumulado dos últimos 12 meses. Entre junho e agosto de 2024, os preços registraram seu pico, com aumento de 0,69% em julho, seguido por uma reversão e oscilações negativas no início de 2025.</p>



<p>O começo do ano foi marcado por instabilidade, com recuo de 0,36% em janeiro e variações discretas em fevereiro (-0,13%) e março (-0,07%). O mês de abril, por sua vez, trouxe um aumento expressivo de 0,97%, indicando possível retomada da tendência de alta no curto prazo. Gabriela destaca que “o mês de abril trouxe um aumento expressivo de 0,97%.</p>



<p>No acumulado dos últimos 12 meses, o preço do cimento apresentou queda ou estabilidade na maioria das regiões do Brasil. O Norte, teve a maior deflação: 0,63%. A exceção foi o Centro-Oeste, que acumulou alta de 3,28%, responsável por elevar a média nacional.</p>



<p><strong>Tinta</strong></p>



<p>O preço da tinta apresentou uma trajetória marcada por forte volatilidade nos últimos 12 meses a nível nacional, encerrando o período com deflação acumulada de 2,32%. O insumo oscilou ao longo do ano, com quedas relevantes em julho (-0,94%) e dezembro de 2024 (-0,89%), intercaladas por altas pontuais, como em outubro (+1,39%) e janeiro de 2025 (+1,04%).</p>



<p>No entanto, o movimento mais surpreendente ocorreu em abril deste ano, quando a tinta registrou uma queda expressiva de 4,21%, a mais acentuada do período. Embora não haja uma causa única evidente, esse comportamento pode estar relacionado a variações no ritmo de consumo ao longo do ano. De acordo com o Indicador ABRAMAT, o faturamento deflacionado do segmento de acabamento recuou 3,6% em fevereiro de 2025 frente a janeiro, sinalizando possíveis ajustes de mercado. “Precisamos continuar acompanhando os próximos meses para entender se essa deflação representa uma tendência mais duradoura ou um movimento pontual”, avalia Gabriela.</p>



<p>No recorte regional, o Centro-Oeste apresentou a maior deflação no acumulado dos últimos 12 meses (-8,43%), seguido pelo no Norte (-7,93%) e Sul (3,32%). O Sudeste e Nordeste tiveram as menores quedas – 0,43% e 0,22%.</p>



<p>“Como foi possível perceber com os dados do IPMC, estamos diante de um setor que convive com realidades muito distintas. Enquanto alguns insumos sofrem forte influência do câmbio, como o fio de cobre, outros refletem diretamente a dinâmica da demanda interna, como tintas e argamassas. Essa diversidade exige monitoramento constante, bem como uma leitura regionalizada dos indicadores que permitam aos players da indústria tomar decisões embasadas na realidade de cada região do Brasil”, destaca Sergio André Castelani, Economista na Cica Rev Sócio da Cica REV.</p>



<p><strong>Entenda a metodologia usada</strong></p>



<p>O modelo estatístico foi desenvolvido para medir a variação média dos preços de insumos essenciais da construção civil em todas as regiões do Brasil. O IPMC utiliza técnicas avançadas de tratamento de dados e inteligência artificial para garantir precisão, representatividade e confiabilidade nos resultados, além de realizar classificação automática dos insumos e extrair características relevantes das descrições dos produtos. Esses atributos serviram de base para agrupar os itens em categorias homogêneas, assegurando maior precisão na composição dos indicadores. A validação dos resultados foi calculada com um intervalo de confiança de 95%, o que garante confiabilidade estatística nos valores mensais estimados para cada insumo.</p>



<p>Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p><a href="https://alec.org.br/cimento-10/">Vendas de cimento têm alta em maio </a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/materiais-7/">Vendas de materiais de construção disparam em março após queda no início do ano, revela estudo</a></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Obramax divulga segunda edição do Panorama da Construção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 20:12:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Obramax divulga 2ª edição do Panorama da Construção, estudo analisa tendências, desafios e avanços tecnológicos da construção civil no Brasil</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Obramax, maior atacarejo de materiais de construção do Brasil, divulgou a segunda edição do <a href="https://blog.obramax.com.br/noticias/panorama-construcao-civil-brasil/">Panorama da Construção Civil</a>. O estudo, que é publicado anualmente pela varejista, compila os dados mais recentes do setor, com análises de especialistas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), FGV-Ibre e CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção). O objetivo do documento é examinar o desempenho e as tendências do setor no Brasil e oferece insights sobre diversos aspectos da indústria.</p>



<p>A edição atual destaca as estimativas sobre o crescimento do setor, o perfil da mão de obra e a inclusão de mulheres e PCDs, oferecendo insights valiosos para profissionais e empresas da área. </p>



<p>Juliana Piccolotto, Diretora de Omnicommerce e responsável pelo Marketing da Obramax, explica que a empresa tem a missão de ser uma parceira confiável para profissionais e consumidores na realização de seus projetos de construção. Segundo ela, o estudo é uma forma de fortalecer esse laço de confiança, além de ser essencial para que a Obramax valide suas estratégias em diversas iniciativas. &#8220;<em>O Panorama da Construção, desenvolvido pela Obramax com dados de mercado, contribui para essa construção de confiança e para a troca de conhecimentos no setor. Entendemos que o estudo é um levantamento completo sobre os desafios da profissão e pode auxiliar na tomada de decisões estratégicas, tanto para a Obramax quanto para os profissionais do ramo</em>&#8220;, destaca a executiva. </p>



<p>De acordo com o levantamento, o setor da construção civil no Brasil continua em plena expansão, com a CBIC prevendo um crescimento de 2,3% para o ano. O segmento já havia registrado crescimento de 4,1% até o terceiro trimestre de 2024, impulsionado pela recuperação econômica e pelo aquecimento do mercado imobiliário. Entretanto, o aumento nos custos de construção tem sido um desafio significativo, com uma taxa acumulada nos últimos 12 meses de 6,08%, em comparação aos 3,33% registrados em novembro de 2023. </p>



<p>Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos de Construção da FGV-Ibre, reforça que o cenário é desafiador: “A recente alta da Selic e a sinalização de um ciclo prolongado de aumento impactarão diretamente o custo do crédito, essencial para o setor. Traçamos três possíveis cenários para o varejo de materiais: no mais pessimista, a alta seria de 1,5%; no mais otimista, chegaria a 3%. Ou seja, mesmo na melhor projeção, o crescimento será inferior ao de 2024”. </p>



<p>Apesar desses desafios, Ana acredita que a atividade deve permanecer aquecida, mantendo a pressão sobre os custos e exigindo estratégias eficientes para contornar os impactos do crédito mais caro. </p>



<p>Outro ponto destacado no Panorama da Construção Obramax é o levantamento mais recente do Índice de Confiança na Construção (ICST), do Instituto Brasileiro de Economia da FGV, que apontou uma queda nas expectativas de crescimento das vendas, com apenas 29% dos varejistas projetando aumento, contra 35% em julho. No entanto, o Sudeste destacou-se como a única região com avanço na percepção de vendas, saltando de 19% para 28% em relação ao mês anterior, atribuído à maior concentração de reformas residenciais e obras de médio porte. </p>



<p>A pesquisa também revelou o perfil do pedreiro no Brasil, que geralmente consiste em homens de 41 anos, com ensino médio completo, que trabalham 44 horas semanais. Embora o mercado apresente perspectivas positivas, a escassez de mão de obra qualificada continua sendo um desafio, com 60,4% das empresas relatando dificuldades para contratar ou reter talentos, acima da média nacional de 58,7%. Pedreiros são os profissionais mais difíceis de encontrar, seguidos por carpinteiros, mestres de obras e encarregados de obra. </p>



<p>A questão salarial desses profissionais também avançou. De acordo com o CAGED, houve uma alta de 5,64% entre setembro de 2023 e agosto de 2024. Atualmente pedreiros ganham, em média, R$ 2.290 por mês. O teto salarial chega a R$ 3.246, enquanto o piso é de R$ 2.228. Apesar disso, a escassez de mão de obra qualificada ainda afeta o crescimento do setor. </p>



<p>O panorama da Obramax ainda traz dados sobre o uso crescente de tecnologias para otimizar processos e reduzir custos na construção civil. Ferramentas como Realidade Virtual, drones, IoT (Internet das Coisas), impressão 3D, robótica, Inteligência Artificial e gestão de projetos em nuvem estão cada vez mais presentes no setor, trazendo avanços em termos de sustentabilidade, eficiência e segurança. </p>



<p>Em relação à inclusão de mulheres no setor, o levantamento apontou que as profissionais do sexo feminino geralmente enfrentam mais desafios para ingressar na construção civil, precisando de maior qualificação para competir em um ambiente tradicionalmente masculino. As mulheres, em média, ganham 2,64% a menos que seus colegas homens, com uma jornada de trabalho similar de 44 horas semanais. </p>



<p>Camila Alhadeff, líder da organização “Mulher Em Construção” em São Paulo, destacou a importância de projetos sociais para apoiar essas mulheres. </p>



<p>“Fizemos um projeto, em parceria com a Universidade La Salle, para 500 mulheres atingidas pelas enchentes no Rio Grande do Sul no início de 2024. O intuito é capacitá-las para que possam reestruturar suas casas, com aulas de pintura, reboco, hidráulica, elétrica, entre outros aprendizados”, afirmou. </p>



<p>Outro ponto de estudo da pesquisa foi a inclusão de Pessoas com Deficiência (PCDs) no setor da construção civil. De acordo com o Salário.com, os PCDs recebem, em média, R$ 2.319, com a maioria deles ocupando cargos como mestres de obras, ajudantes gerais e encarregados de almoxarifados. O estudo conduzido pelo SindusCon-SP e Seconci-SP ressaltou a necessidade de garantir um ambiente de trabalho seguro e inclusivo para esses profissionais.</p>



<p>O Panorama da Construção Civil 2024 é um documento gratuito. Para acessar a versão completa, com todos os dados e insights detalhados, basta visitar o Blog da Obramax: <a href="https://blog.obramax.com.br/noticias/panorama-construcao-civil-brasil/">Site</a></p>



<p>Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia mais<br></h4>



<p><a href="https://alec.org.br/indice-5/">Setor de material de construção tem crescimento de 1,1% em janeiro, aponta Índice do Varejo Stone (IVS)</a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/lancamentos-3/">Vendas de imóveis crescem 20,9% e lançamentos aumentam 18,6% em 2024, diz CBIC</a></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/panorama/">Obramax divulga segunda edição do Panorama da Construção</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>ABRAMAT: Faturamento da indústria de materiais de construção cresce 9,2% em outubro e reforça projeção de alta para 2024</title>
		<link>https://alec.org.br/materiais-4/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 15:33:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa indica que em outubro o faturamento das indústrias de materiais de construção teve alta de 9,2% na comparação com outubro de 2023.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong> </strong>A <a href="https://abramat.org.br/">ABRAMAT</a> (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) divulgou nesta terça-feira, 12, a nova edição da sua pesquisa Índice, elaborada pela FGV com dados do IBGE, apresentando números de faturamento do setor. O estudo indica que em outubro o faturamento das indústrias de materiais de construção continua positiva, com alta de 1,1% sobre os resultados de setembro e de 9,2% na comparação com outubro de 2023. Os números reforçam a expectativa de um bom ano para as indústrias de materiais, com uma projeção de crescimento de 4,5% em relação a 2023.</p>



<p>Já os dados consolidados de setembro comprovam a evolução dos negócios das indústrias de materiais com aumento de 9,5% em relação ao mesmo mês de 2023, e na comparação com agosto houve expansão de 1%.</p>



<p>A análise segmentada mostra que o faturamento deflacionado das indústrias de materiais de base registrou crescimento de 8,3%, enquanto os materiais de acabamento apresentaram expansão de 10,7% em relação a outubro de 2023. Na comparação com setembro as estimativas indicam aumento de 1,4% e 0,8%, respectivamente.</p>



<p><em>&#8220;</em> <em>&#8220;O faturamento das indústrias de materiais de construção tem mostrado resultados consistentes, superando as expectativas de crescimento em 2024. Esses dados não apenas sinalizam um bom desempenho no ano, mas também criam um ambiente propício para um início promissor em 2025, com maior confiança do mercado e potencial para novos investimentos&#8221;</em>, comenta Rodrigo Navarro, presidente da ABRAMAT.</p>



<p>O Índice ABRAMAT é um importante indicador do desempenho do setor de materiais de construção no Brasil, e seus dados confirmam um cenário promissor, à medida que novos projetos de construção e renovação seguem em alta.<img fetchpriority="high" decoding="async" width="404" height="297" src="https://files.pressmanager.net/clientes/15f32fe476838233e59e4f7028ec5f34/imagens/2024/11/12/3c0c716fe0be9afc631ddd401aa1bbcb_medium.jpg"></p>



<p>Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p><a href="https://alec.org.br/obra-2/">Contratação de mão de obra é desafio para 96% do setor da construção civil, aponta pesquisa</a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/checklist/">Checklist rigoroso reduz reclamações em até 80%, a estratégia da Rentax Locadora</a></p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/materiais-4/">ABRAMAT: Faturamento da indústria de materiais de construção cresce 9,2% em outubro e reforça projeção de alta para 2024</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Construção cria 17 mil postos de trabalho em setembro</title>
		<link>https://alec.org.br/postos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2024 14:05:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
		<category><![CDATA[novo caged]]></category>
		<category><![CDATA[postos de trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor da construção gerou 17.024 postos de emprego em setembro de 2024, de acordo com os dados do Novo Caged.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O setor da construção gerou 17.024 postos de emprego em setembro de 2024, de acordo com os dados do Novo Caged, divulgados nesta quarta-feira (30) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões e representa 27% mais de empregos formais gerados que em agosto, quando foram criadas e ocupadas 13.372 novas vagas. Em setembro de 2023, foram 20.941 novas oportunidades de trabalho.</p>



<p>Em números gerais, o setor registrou um saldo de 231.337 vagas com carteira assinada no mês passado, ou 8,2% em relação a agosto, que somava 213.643 empregos formais gerados até então. Até setembro de 2023, eram 243,4 mil.</p>



<p>Em números gerais, o Brasil somou 247.818 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos no último mês. A criação de empregos subiu 21,1% em relação ao mesmo mês do ano passado. Em setembro de 2023, tinham sido criados 204.670 postos de trabalho, nos dados com ajuste, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores. Em relação aos meses de setembro, o volume foi o maior desde 2022.</p>



<p>Nos nove primeiros meses do ano, foram abertas 1.981.557 vagas. Esse resultado é 24% mais alto que no mesmo período do ano passado. A comparação considera os dados com ajustes, quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo pelos empregadores e retifica os dados de meses anteriores.</p>



<p>O resultado acumulado é o maior desde 2022, quando tinham sido criados 2.181.100 postos de trabalho de janeiro a setembro. A mudança da metodologia do Caged não torna possível a comparação com anos anteriores a 2020.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Setores</strong></h4>



<p>Na divisão por ramos de atividade, quatro dos cinco setores pesquisados criaram empregos formais em setembro. A estatística foi liderada pelos serviços, com a abertura de 128.354 postos, seguidos pela indústria (de transformação, de extração e de outros tipos), com 59.827 postos a mais. Em terceiro lugar, vem o comércio, com a criação de 44.622 postos de trabalho.</p>



<p>O nível de emprego aumentou na construção civil, com a abertura de 17.024 postos. Com a pressão pelo fim da safra de vários produtos, a agropecuária foi o único setor com saldo negativo, eliminando 2.004 vagas no mês passado.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Destaques</strong></h4>



<p>Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelo segmento de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, com a abertura de 55.860 postos formais. A categoria de administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais abriu 31.046 vagas.</p>



<p>Na indústria, o destaque positivo ficou com a indústria de transformação, que contratou 45.803 trabalhadores a mais do que demitiu. Em segundo lugar, ficou o segmento de água, esgoto, gestão de resíduos e descontaminação, que abriu 2.285 vagas.</p>



<p>As estatísticas do Caged apresentadas a partir 2020 não detalham as contratações e demissões por segmentos do comércio. A série histórica anterior separava os dados do comércio atacadista e varejista.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Regiões</strong></h4>



<p>Todas as cinco regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em setembro. O Sudeste liderou a abertura de vagas, com 98.282 postos a mais, seguido pelo Nordeste, com 77.175 postos. Em seguida, vem o Sul, com 38.140 postos. O Norte abriu 15.609 postos de trabalho, e o Centro-Oeste criou 15.362 vagas formais no mês passado, tendo o menor desempenho por causa do fim da safra.</p>



<p>Na divisão por unidades da Federação, todas registraram saldo positivo. Os destaques na criação de empregos foram São Paulo (+57.067 postos), Rio de Janeiro (+19.740) e Pernambuco (+17.851). Os números mais baixos de abertura de vagas foram registrados em Rondônia (+599), em Roraima (+729) e no Acre (+955).</p>



<p>Fonte: <a href="https://cbic.org.br/construcao-cria-17-mil-postos-de-trabalho-em-setembro/?utm_campaign=cbic_hoje_30102024&amp;utm_medium=email&amp;utm_source=RD+Station">CBIC</a></p>



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