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	<title>Arquivos Sem categoria - Informações confiáveis para o setor rental</title>
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	<description>ALEC - Associação Brasileira de Locadores de Equipamentos</description>
	<lastBuildDate>Mon, 18 May 2026 14:21:55 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Sem categoria - Informações confiáveis para o setor rental</title>
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		<title>Como a I.A. pode ajudar de verdade o Rental Service</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 14:21:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Transforme seu rental com I.A.: veja como a inteligência artificial pode otimizar gestão, precificação, ativos e aumentar a lucratividade das locadoras.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Sempre me dirijo aos empreendedores, investidores, empresários, gestores dos mais variados níveis, funcionários idem, que militam no mercado de Rental, no Brasil, com o respeito a verdadeiros heróis, que são. Isto porque o Rental Business é, de fato, um dos negócios mais difíceis e complexos que existem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não que seja fácil, por exemplo, você ser um comerciante, que compra do fornecedor, estoca e vende no mercado determinados bens. Tudo é difícil, especialmente no Brasil, com essa inconstância da legislação tributária, da trabalhista e&#8230; essas taxas de juros, tudo isso jogando contra quem precisa tocar o barco pra frente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora: você adquirir um bem, torná-lo atrativo para o mercado em que você atua no formato aluguel, cuidar dos contratos e sua intrincada parte comercial com uma sintonia fina nas noções de CX (Experiência do Cliente), preocupar-se com as entregas, as retiradas, as manutenções, as horas trabalhadas, as orientações técnicas de operação, cuidar da administração geral da operação e, talvez o mais complicado de tudo, manter e apurar constantemente um olhar financeiro firme e forte, tendo a exata percepção de que o Rental é, antes de tudo, uma <strong><em>EQUAÇÃO FINANCEIRA</em></strong> sensibilíssima, e que sua compreensão e controle é o que fará a operação se sustentar e crescer&#8230; Tudo isso é bastante complicado. É onde os verdadeiros gestores competentes e criativos se destacam dos burocráticos anotadores de números e, decolam, saindo da mediocridade. Não é fácil ser um participante ativo do Rental Market brasileiro e sobreviver com sucesso nele. Não é pra qualquer um, definitivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nós falamos, na edição passada que, “tks God”, há agora uma formidável ferramenta de ajuda para os métodos, meios e processos de nosso Rental. E há mesmo. Algumas empresas, nos USA, já não respiram sem essa ajuda. Algumas aqui no Brasil já estão inteligentemente turbinando seus métodos <strong><em>via IA</em></strong>. Os exemplos de aplicação são vários e nós teríamos de transformar este nosso <strong><em>Rental News</em></strong> num enorme <strong>“Manual de Operação de um Rental”</strong>, se pudéssemos nos aprofundar em tudo. Já há até, no Brasil, Cursos de IA voltados para o Rental Service. A própria ALEC anuncia esse fato. Há, porém, ainda um certo ceticismo, principalmente por parte de operações menores, cujos responsáveis talvez estejam ainda um tanto temerosos, justamente porque não entendem muito bem a profundidade do benefício da ferramenta IA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;Dando aqui alguns exemplos, talvez possamos entender com mais tranquilidade como poderemos seguir adiante em nossos propósitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que podemos colocar, inicialmente, numa Operação de Rental, são três coisas fundamentais:</p>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li><strong>O Raciocínio Estruturado (conceito executivo com visão de tudo o que infere numa operação de aluguel, sincronizadamente;</strong></li>



<li><strong>Um Modelo de Controle Financeiro (Fundamental;)</strong></li>



<li><strong>Onde e como a IA deve entrar como Coordenadora de Ideias, Propositora de Métodos-Meios-Processos</strong>.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, vamos lá, tentando explicar melhor nossas idéias:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em><u>1. A LÓGICA FINANCEIRA</u></em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Rental é uma <strong><em><u>equação de capital + tempo + utilização</u></em></strong>. O objetivo de toda Operação de Rental bem estruturada é:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Amortizar o CAPEX (dinheiro investido na aquisição de bens- frota de aluguel) em até 36 meses (apenas como exemplo);</strong></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>A</strong> <strong>utilização real de tempo (time utilization) de ~70%, também sendo essa uma premissa variável.</strong></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Por que 70%? Porque as máquinas param para manutenção e ficam um tempo no estoque, disponível, para novos contratos.</strong></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Logo:
<ul class="wp-block-list">
<li>Receita ocorre em ~25 meses efetivos, não em 36.</li>



<li>Taxa de Aluguel (Rental Rate) ≈ <strong>4% ao mês sobre o valor do ativo </strong>(ainda como exemplo, para o raciocínio)</li>
</ul>
</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Resultado:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O CAPEX (investimento na compra do Ativo) é recuperado via Aluguel</li>



<li> <strong><u>CEREJA DO BOLO: O lucro relevante REALMENTE virá da venda do Ativo USADO</u></strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Extrapolando</strong>: por que vocês acham que as grandes locadoras de automóveis, como <em>Localiza-Hertz, </em><strong><em>Movida</em></strong><strong><em>&nbsp;</em></strong><strong><em>Unidas</em></strong><strong> no Brasil</strong><strong> </strong><strong>e</strong><strong> </strong>no cenário mundial, locadoras como <strong><em>Enterprise Rent-a-Car</em></strong><strong><em>,&nbsp;</em></strong><strong><em>Hertz</em></strong><strong><em>,&nbsp;</em></strong><strong><em>Avis Budget Group</em></strong><strong><em>, </em></strong><strong><em>Europcar</em></strong><strong>,</strong> todas essas têm acopladas à sua operação superlojas de carros usados? É exatamente para o <strong>COMPLEMENTO DA EQUAÇÃO FINANCEIRA</strong>, com a receita proveniente da alienação dos ativos usados, muitos deles quase já amortizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, meus Amigos, vamos encarar uma Realidade:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>“O Rental não é simplesmente um Aluguel — É um Modelo estruturado de GERAÇÃO DE CAIXA com Reciclagem de Ativos.”</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em><u>2. MODELO DE CONTROLE FINANCEIRO</u></em></strong><strong>&#8211; Exemplo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos, então, tentar montar um <strong>Modelo Profissional</strong>, que pode virar Planilha ou até Sistema:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em><u>CONTROLE FINANCEIRO POR ATIVO</u></em></strong><em><u></u></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2.1. IDENTIFICAÇÃO</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tipo de Máquina</li>



<li>Modelo / Fabricante</li>



<li>Número do Ativo</li>



<li>Data de Aquisição</li>



<li>Valor de Aquisição (CAPEX)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2.2. PARÂMETROS FINANCEIROS</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Prazo de Amortização estimado (meses): (ex: 36)</li>



<li>Utilização Esperada (%): (ex: 70%)</li>



<li>Meses Faturáveis: (36 × 70% = 25 meses)</li>



<li>Rental Rate Ideal (%): (ex: 4% ao mês)</li>



<li>Receita Mensal Ideal (R$)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2.3. PERFORMANCE REAL (ATUALIZADO MENSALMENTE)</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Meses Decorridos</li>



<li>Meses Efetivamente Locados</li>



<li>Taxa de Utilização Real (%)</li>



<li>Receita Total Gerada (R$)</li>



<li>Receita Média Mensal (R$)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2.4. CUSTOS OPERACIONAIS</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">(ACUMULADOS)</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Manutenção Preventiva</li>



<li>Manutenção Corretiva</li>



<li>Fretes / Logística</li>



<li>Seguro</li>



<li>Outros Custos</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Total de Custos (R$)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2.5. RESULTADO FINANCEIRO</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Receita Total</li>



<li>(-) Custos Totais</li>



<li>= Resultado Operacional</li>



<li>% do CAPEX Recuperado</li>



<li>Payback Atual (meses já pagos do CAPEX)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2.6. DECISÃO DE DESINVESTIMENTO (VENDA)</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Data Prevista de Venda</li>



<li>Valor de Mercado Estimado</li>



<li>Valor Esperado de Venda (% acima do mercado)</li>



<li>Valor Real de Venda</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2.7. RESULTADO FINAL DO CICLO</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Receita Total de Aluguel</li>



<li> </li>



<li>Receita de Venda</li>



<li> </li>



<li>CAPEX</li>



<li> </li>



<li>Custos Operacionais</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">👉 <strong><em><u>Lucro Total do Ativo:&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.</u></em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em><u>3. ONDE A IA PODE ENTRAR PARA AJUDAR</u></em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A IA pode transformar isso tudo dos controles em Inteligência aplicada. Como?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3.1. AJUSTE DINÂMICO DA TAXA DE ALUGUEL (rental rate)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A IA pode:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Analisar <strong><em>utilização real</em></strong> vs <strong><em>prevista</em></strong></li>



<li>Sugerir <strong><em>aumento</em></strong> ou <strong><em>redução de preço</em></strong></li>



<li>Considerar <strong><em>demanda, região e tipo de cliente</em></strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em><u>Exemplo:</u></em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Essa escavadeira está com 85% de utilização, muito alto — ou você está subprecificando ou o mercado para esse tipo de equipamento aumentou e você está perdendo negócios por falta de equipamentos para entrega.”</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3.2. PREVISÃO DE FALHAS E CUSTOS</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Baseado em histórico da frota, ele analisa máquina por máquina e seus pontos críticos de falhas</li>



<li><strong><em>IA</em></strong> prevê então a manutenção <strong><em>antes</em></strong> da quebra</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">👉 Resultado:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Reduz <em>downtime</em> (tempo de máquina parada para manutenção)</li>



<li>Ou pode até aumentar os 70% como conceito → podendo virar 75 – 80%</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3.3. MOMENTO IDEAL DE VENDA DO ATIVO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A IA cruza:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Idade da máquina</li>



<li>Horímetro</li>



<li>Custos crescentes</li>



<li>Mercado de usados</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">E sentencia para você:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em><u>“Venda agora! — você está no pico de valor.”</u></em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em><u>3.4. FORECAST (previsão) FINANCEIRO AUTOMÁTICO</u></em></strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Projeta:
<ul class="wp-block-list">
<li>Receita futura</li>



<li>Payback real (meses já pagos do Ativo)</li>



<li>ROI (Retorno sobre o Investimento) por Ativo</li>
</ul>
</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Desta forma, com esses parâmetros controlados, você passa de um simples observador de fatos passados lançados nos controles para um verdadeiro <strong>GESTOR PREDITIVO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em><u>4. ESTUDO DO SEU BENCHMARKING (atuação no mercado),</u></em></strong><strong><em><u> comparando seu desempenho com os melhores do mercado</u></em></strong><strong><em><u></u></em></strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Compara Ativos semelhantes</li>



<li>Identifica:
<ul class="wp-block-list">
<li>quais máquinas são “vacas leiteiras”</li>



<li>quais estão destruindo sua margem</li>
</ul>
</li>



<li><strong><em>Porém, aqui cabe um exemplo prático onde o cérebro humano pode e deve suplantar a IA: o estudo da IA pode indicar que, por exemplo, Retroescavadeira é um péssimo equipamento para se alugar, porque a concorrência é enorme, os preços são baixíssimos e não vale a pena alugar Retro. Só que a IA desconhece o que é ISCA, no mercado de Rental. Muitas vezes você é obrigado a ter um equipamento que não lhe trás qualquer retorno, porém tendo-o disponível, junto naquele contrato irá ajudar-lhe a alugar outras máquinas “filé mignon”, como Escavadeiras de 20-30 ton, Tratores de Esteiras, Torres de Iluminação, MotoNiveladoras, etc.</em></strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em><u>5. FINALMENTE, tenha em mente, sempre:</u></em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>“A Inteligência Artificial não substitui o talento e a experiência do Gestor de Rental — ela o transforma. Sai de cena o Operador dePlanilhas e entra o <u>ESTRATEGISTA DE ATIVOS</u>, capaz de tomar decisões em tempo real baseadas em dados, não em intuição.”</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo isso posto, e se quiserem realmente dar um passo além, devem sim conversar com um Consultor em IA, ou uma empresa (pequena), colocar-lhes suas “angústias” (que sempre são muitas) e verem uma forma de turbinarem suas operação e seu Rental, de forma inteligente e não custosa. Esse pessoal irá, certamente, começar lhes propondo a implantação de coisas como por exemplo:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; </em><em>Uma planilha Excel pronta (com fórmulas),</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Um modelo de dashboard (</em><em>gráficos que compilam, organizam e lhe ajudam a visualizar e monitorar indicadores-chave de desempenho (KPIs). Tudo em gráficos e métricas, facilitando a tomada de decisões rápidas e estratégicas.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">É muito legal, não receiem, fará um enorme bem à sua operação e aos seus propósitos. &nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mais, gostaria de extender-me mais, porém não é o momento nem o objetivo deste artigo. Certamente, como citado antes, a ALEC, através de seus Colaboradores e Associados poderá ajudá-los a darem mais um passo decisivo em direção a consolidação de seu frutífero negócio e dessa sua disposição e coragem indiscutível para tocarem o barco pra frente e realizarem seus sonhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Celso K. Navarro | Script Internacional, LLC | Latam Business Director</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/construcao-46/">Construção paulista fecha março com saldo positivo em todas as regionais do SindusCon-SP</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/empregos-8/">Construção civil mantém geração de empregos e financiamento em alta no primeiro trimestre</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Construção gera 31 mil vagas e recupera 61% das perdas recentes</title>
		<link>https://alec.org.br/construcao-gera-31-mil-vagas-e-recupera-61-das-perdas-recentes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 13:51:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Construção mantém saldo positivo no primeiro bimestre de 2026, mas ainda opera sob impacto dos juros elevados e da escassez de mão de obra</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Construção mantém saldo positivo no primeiro bimestre de 2026, mas ainda opera sob impacto dos juros elevados e da escassez de mão de obra</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A indústria da construção gerou 31.099 novos empregos em fevereiro no país, uma variação de 1,04% em relação ao número de empregados no setor em janeiro. No primeiro bimestre deste ano, o setor abriu 81.637 vagas com carteira assinada (+2,77%); no acumulado de 12 meses até fevereiro, 88.222 (+3%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o saldo entre admissões e demissões em todos os setores da atividade econômica no país resultou na abertura de 370.339 empregos em fevereiro. Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego em 31/03.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Yorki Estefan, presidente do SindusCon-SP, as contratações no primeiro bimestre repuseram cerca de 61% das vagas fechadas na construção no último trimestre de 2025. “O dado reflete a dificuldade em contratar mão de obra especializada, mas também mostra alguma diminuição na construção de novas obras para o segmento de renda média, devido à persistência dos juros elevados”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Construção Civil&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A construção foi o terceiro setor da economia que mais abriu vagas em fevereiro, atrás dos serviços (+177.953), da indústria (+32.027) e da agropecuária (+31.930), e à frente do comércio (+6.027).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas atividades imobiliárias do setor de serviços (incorporação imobiliária), foram abertos 465 empregos em fevereiro — variação de 0,22% em relação a janeiro. No bimestre, foram 1.062 (+0,51%) e, no acumulado de 12 meses, 5.197 (+2,56%).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estoque de empregos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao final de fevereiro, a construção empregava 3,024 milhões de trabalhadores com carteira assinada no país, de acordo com o Novo Caged.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por estados</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os maiores saldos de emprego na construção em fevereiro foram registrados nas seguintes unidades da federação:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>São Paulo: +9.476 empregos</li>



<li>Santa Catarina: +2.465</li>



<li>Bahia: +1.958</li>



<li>Minas Gerais: +1.923</li>



<li>Pernambuco: +1.836</li>



<li>Mato Grosso do Sul: +1.752</li>



<li>Paraná: +1.542</li>



<li>Ceará: +1.425</li>



<li>Rio de Janeiro: +1.418</li>



<li>Rio Grande do Sul: +1.368</li>



<li>Mato Grosso: +1.144</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Os demais estados também abriram empregos, exceto Espírito Santo (-221), Rio Grande do Norte (-92) e Amapá (-19).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/construcao-gera-31-mil-vagas-e-recupera-61-das-perdas-recentes/">Construção gera 31 mil vagas e recupera 61% das perdas recentes</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Construção civil cresce pelo segundo ano consecutivo, mas juros altos limitam potencial de expansão</title>
		<link>https://alec.org.br/construcao-41/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 13:57:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[pib]]></category>
		<category><![CDATA[Produto Interno Bruto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O PIB do setor da construção cresceu 0,5% em 2025, abaixo da projeção feita pela CBIC para o ano, de 1,3%, mas é o 2º ano de crescimento.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Produto Interno Bruto (PIB) do setor da construção cresceu 0,5% em 2025, abaixo da projeção feita pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) para o ano, de 1,3%. Embora tenha vindo abaixo do esperado, este é o segundo ano consecutivo de crescimento, traduzido nos recordes de lançamentos e vendas registrados no período. A quebra de expectativa pode ser explicada por uma política monetária altamente contracionista, com uma taxa básica de juros nos patamares mais altos dos últimos 20 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação da entidade, apesar do cenário macroeconômico desfavorável, um conjunto de fatores contribuíram para a continuidade do crescimento do setor em 2025. Dentre eles, pode-se destacar o aquecimento de obras no setor formal, por construtoras e incorporadoras, e a regularidade nos investimentos em infraestrutura, tanto públicos quanto privados. Também é preciso considerar que a base de comparação do ano passado foi elevada, pois 2024 registrou uma expansão de 4,4% no PIB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desempenho do setor da construção teria sido ainda melhor no caso de uma política monetária mais expansionista e com juros menores. O PIB no indicador de pequenas obras e reformas, em que está inserido o varejo, registrou retração de 0,2%, com a redução do comércio varejista de materiais de construção puxando o desempenho do setor para baixo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a CBIC, os dados demonstram a capacidade de investimento e resiliência do setor. As empresas continuaram contratando e investindo. Em 2026, para continuar avançando o setor espera mais estímulo ao investimento. A CBIC segue defendendo um ambiente de crédito mais favorável para garantir continuidade de crescimento da Construção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://cbic.org.br/construcao-civil-cresce-pelo-segundo-ano-consecutivo-mas-juros-altos-limitam-potencial-de-expansao/">CBIC</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/premio-2/">Hoje será lançada a 10ª edição do Prêmio Seconci-SP</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/tributaria-3/">ALEC realiza 3ª turma do Curso Reforma Tributária para Locadoras com vagas esgotadas</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Panorama do Mercado Rental Brasileiro em 2025</title>
		<link>https://alec.org.br/rental-6/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 17:31:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>2025 não foi um ano de euforia para o mercado rental. Foi um ano de leitura fina, decisões cautelosas e sobrevivência estratégica.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Base: Termômetro das Locadoras ALEC – jan a dez/2025</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2025 não foi um ano de euforia para o mercado rental. Foi um ano de leitura fina, decisões cautelosas e sobrevivência estratégica.</strong><br>Os dados consolidados das 12 edições do <em>Termômetro das Locadoras ALEC</em> revelam um setor ativo, resiliente, mas pressionado por custos, inadimplência e dificuldade de repasse de preços.</p>



<h4 class="wp-block-heading">2025 foi um ano de ajuste, não de expansão</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo do ano, o mercado oscilou entre meses considerados “melhores”, “iguais” e “piores”, sem uma trajetória linear de crescimento. O que se percebeu foi um comportamento mais defensivo do locador, priorizando controle de risco e preservação de caixa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Construção civil segue como base do rental</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>construção civil seguiu como o principal motor do setor</strong>, presente em mais de 90% das locadoras participantes da pesquisa durante todo o ano. Segmentos como indústria, comércio, pessoa física, saneamento e infraestrutura apareceram como complementares, reforçando a importância da diversificação como estratégia de proteção em momentos de instabilidade.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Pequenas e médias locadoras formam o coração do mercado</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto que se manteve constante foi o <strong>perfil de faturamento</strong>: a maior parte das locadoras brasileiras opera com receitas mensais entre R$ 100 mil e R$ 400 mil. Trata-se de um mercado majoritariamente formado por pequenas e médias empresas, com estruturas enxutas e margens sensíveis a qualquer variação de custo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando analisadas as comparações mensais, especialmente no segundo semestre, os dados indicam um aumento da percepção de meses “piores” em relação ao mês anterior. Novembro e dezembro evidenciaram esse comportamento. Ainda assim, quando a comparação foi feita com o mesmo período de 2024, o saldo se mostrou mais equilibrado, sinalizando que <strong>2025 foi melhor que 2024</strong>, embora mais difícil do que muitos esperavam.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Preços pressionados e pouco reajuste</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A conquista de novos clientes apareceu como realidade para a maioria das locadoras, mas <strong>não em velocidade suficiente para compensar o aumento dos custos operacionais</strong>. E aqui surge um dos principais gargalos do setor em 2025: <strong>a resistência ao reajuste de preços</strong>. Em praticamente todos os meses, mais de 85% das locadoras afirmaram não ter reajustado suas tabelas, mesmo diante da pressão inflacionária, aumento de insumos e maior complexidade tributária.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Inadimplência sob controle, mas constante</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A inadimplência, por sua vez, não explodiu, mas permaneceu como um risco constante. A maior parte dos respondentes afirmou que ela se manteve estável, porém um percentual relevante indicou aumento, especialmente no fim do ano, reforçando a necessidade de gestão mais rigorosa de crédito e cobrança.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que os dados apontam para 2026</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O retrato final de 2025 é o de um locador mais cauteloso, atento aos números, consciente de que vender mais não significa, necessariamente, ganhar mais. Um mercado que pede menos discurso genérico e mais <strong>informação prática, dados, orientação estratégica e ferramentas aplicáveis</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É exatamente nesse contexto que a ALEC se posiciona para 2026: transformando dados em direção, informação em decisão e desafios em oportunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: ALEC</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/locacao-5/">O mercado de locação vira a página e aponta os caminhos para 2026</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/vendas-9/">Vendas de cimento fecham 2025 com forte desempenho </a></p>
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		<title>Mills reforça apoio à Virada Sustentável com participação em São Paulo e patrocínio para a edição do Rio de Janeiro</title>
		<link>https://alec.org.br/virada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 13:23:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Virada Cultural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Mills marcou presença na Virada Sustentável de São Paulo, realizada entre os dias 17 e 21 de setembro, e já confirma sua participação como patrocinadora da Virada Sustentável do Rio de Janeiro (RJ), de 16 a 19 de outubro.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://www.mills.com.br/jornada-de-sustentabilidade">Mills</a>, líder no mercado de locação de plataformas elevatórias, soluções de engenharia para infraestrutura e equipamentos pesados no Brasil, marcou presença na Virada Sustentável de São Paulo (SP), realizada entre os dias 17 e 21 de setembro, e já confirma sua participação como patrocinadora da Virada Sustentável do Rio de Janeiro (RJ), de 16 a 19 de outubro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o encerramento da edição paulista, a programação carioca seguirá o modelo colaborativo que caracteriza o festival desde 2011, reunindo organizações da sociedade civil, órgãos públicos, empresas e artistas em atividades gratuitas. Assim como em São Paulo, o evento no Rio de Janeiro será estruturado em três eixos — Cultura e Arte, Conhecimento e Ação e Impacto — com atrações espalhadas por diferentes pontos da cidade, possibilitando acesso democrático e descentralizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na edição paulista, a Mills apoiou o festival por meio da Lei de Incentivo à Cultura. O destaque ocorreu no dia 17 de setembro, na Cerimônia de Abertura, quando o diretor de Pessoas e ESG, Kleber Racy, representou a empresa em um encontro que reuniu autoridades, artistas, representantes de organizações da sociedade civil e demais instituições parceiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a abertura, Racy apresentou os compromissos da companhia relacionados às práticas de ESG (Ambiental, Social e Governança) e reforçou o papel da Mills em apoiar iniciativas culturais e socioambientais de grande impacto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Mills mantém uma sólida estratégia de sustentabilidade, com investimentos contínuos em projetos que reforçam e dão visibilidade à agenda ESG. A jornada de sustentabilidade da companhia foca em promover a mitigação e adaptação às mudanças climáticas, por meio do monitoramento e redução de emissões, com metas aprovadas junto à SBTi (Science Based Targets initiative). As ações e projetos buscam estimular toda a cadeia para tecnologias de menor impacto, investindo em ecoeficiência e inovação sustentável. Além disso, como parte essencial de sua materialidade ESG, concilia as temáticas de cultura de segurança, capital humano e desenvolvimento inclusivo, de maneira integrada à ética, transparência e integridade corporativa. Todas as iniciativas estão reunidas na Jornada de Sustentabilidade (acesse <a href="https://www.mills.com.br/jornada-de-sustentabilidade">aqui</a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sobre a Virada Sustentável</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Criada em 2011, a Virada Sustentável já foi realizada em várias cidades brasileiras e é hoje o maior festival de sustentabilidade do país. Cada edição reúne centenas de organizações para cocriar uma programação que conecta diferentes áreas do conhecimento, manifestações culturais e práticas ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em São Paulo, o evento aconteceu entre 17 e 21 de setembro. No Rio de Janeiro, a programação ocorrerá de 16 a 19 de outubro, também com entrada gratuita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais informações podem ser consultadas em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>São Paulo: <a href="https://viradasustentavel.org.br/sao-paulo/">Link</a></li>



<li>Rio de Janeiro: <a href="https://viradasustentavel.org.br/rio/">Link</a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/inadimplencia/">Inadimplência deve atingir 7,10% em dezembro, projeta IBEVAR-FIA Business School</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/cimento-setor-mantem-alta-acumulada/">Cimento: setor mantém alta acumulada   </a></p>
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		<item>
		<title>Casa do Construtor cresce no Uruguai com inaugurações prestigiadas por seus líderes</title>
		<link>https://alec.org.br/casa-7/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 20:25:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[casa do construtor]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Casa do Construtor inaugurou duas  unidades em Durazno e Maldonado, ampliando a presença no território nacional e aproximando ainda mais a marca dos diferentes cenários do país.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Setembro entra para a história da Casa do Construtor no Uruguai. A rede gigante brasileira inaugurou unidades em Durazno e Maldonado, ampliando a presença no território nacional e aproximando ainda mais a marca dos diferentes cenários do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Casa do Construtor chegou a Durazno, em Calle Eusebio Pirez, Nº 940. Localizada no coração do Uruguai, a cidade é ponto de passagem e de encontro, com forte base agrícola e papel estratégico de conexão entre o interior e o litoral. A nova unidade será conduzida por Juan Pablo Pérez Frontini e María Isabel Pérez Frontini.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para eles, a presença em Durazno reforça a vocação centralizadora do município e abre novas oportunidades de desenvolvimento. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O ciclo se completou em Maldonado com a reinauguração da unidade em Av. Aiguá, Casi Cruzada Libertadora, Nº 420, novamente sob a gestão de María e Bibiana. Vizinha a Punta del Este, a cidade combina prestígio turístico, investimentos imobiliários e obras de infraestrutura que impulsionam a demanda por equipamentos de construção e manutenção.<br>  As inaugurações contaram com a presença de Expedito Arena, fundador da rede, e de Bruno Arena, diretor de expansão internacional, que acompanharam de perto o processo de abertura das novas operações no país. Além disso, também participaram das inaugurações os prefeitos das cidades e autoridades locais.<br>Com essas inaugurações, a Casa do Construtor passa a contar com três unidades no Uruguai e 10 operações internacionais, somando-se às sete lojas já presentes no Paraguai. Segundo Bruno Arena, o avanço em território uruguaio demonstra a capacidade de adaptação da rede às diferentes realidades do país. “Nosso crescimento no Uruguai é também um exercício de aprendizado. Cada cidade tem sua identidade, e nosso papel é oferecer um modelo sólido e adaptado, que gera eficiência para o cliente e segurança para o investidor. Expandir aqui é levar nossa essência para mais perto do povo uruguaio”, afirma. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Expedito Arena, cofundador da rede, as inaugurações no Uruguai representam um marco emocional e estratégico. “Quando abrimos a primeira loja em 1993, jamais poderíamos imaginar que chegaríamos até aqui. Hoje, estar presente em diferentes cidades uruguaias é motivo de orgulho e gratidão. É também a confirmação de que o setor de locação tem força para transformar a vida de quem constrói e impulsionar o desenvolvimento das cidades”, destaca.<br>  Expedito reforça que a expansão internacional tem um caráter coletivo. “Cada unidade aberta é fruto do esforço de franqueados, colaboradores e clientes que acreditam na marca. Mais do que inaugurações, são capítulos de uma história que une brasileiros, uruguaios e, em breve, outros povos latino-americanos em torno de um propósito comum: facilitar a construção e apoiar o crescimento das comunidades”, completa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/alugar-7/">Alugar Campinas reúne mais de 65 locadores e destaca estratégias de vendas e networking</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/construcao-29/">Construção civil perde fôlego com juros altos e falta de mão de obra</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Alugar Campinas reúne mais de 65 locadores e destaca estratégias de vendas e networking</title>
		<link>https://alec.org.br/alugar-7/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 13:51:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Alugar Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[alugar regional]]></category>
		<category><![CDATA[locadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Campinas recebeu mais uma edição do Alugar Regional, na Catedral do Chopp reforçando o papel da ALEC em aproximar empresários do setor e fomentar conhecimento prático para o crescimento dos negócios.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em 23 de setembro, a cidade de Campinas recebeu mais uma edição do <strong>Alugar Regional</strong>, reunindo mais de 65 locadores para uma noite de conteúdo estratégico, networking e troca de experiências. O encontro aconteceu na Catedral do Chopp e se mostrou extremamente produtivo, reforçando o papel da ALEC em aproximar empresários do setor e fomentar conhecimento prático para o crescimento dos negócios.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Palestra sobre Funil de Vendas</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos destaques da noite foi a palestra de <strong>Luiz Eduardo Milanezi</strong>, profissional com mais de 30 anos de experiência em vendas no setor de locação. Ele apresentou dicas práticas sobre o <strong>Funil de Vendas</strong>, um tema fundamental em um momento de concorrência cada vez mais acirrada. Sua mensagem trouxe insights sobre a importância de cuidar e proteger o cliente, mostrando caminhos para vender mais e melhor, com foco na fidelização e sustentabilidade dos negócios.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Hot Seat com locadores da região</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Outro momento marcante foi o <strong>Hot Seat</strong>, um bate-papo aberto com líderes da região: <strong>Silvanei Laranjeira (Ativos Aluguel)</strong>, <strong>Nilthom Palma (Sosinil)</strong>, <strong>Ronaldo Ertel (Locatec)</strong> e <strong>Marcos Reis (Alucamp)</strong>. Eles compartilharam experiências reais sobre desafios enfrentados no mercado, estratégias de superação e oportunidades de crescimento. Foi uma verdadeira aula prática, com dicas valiosas vindas diretamente de quem vive o dia a dia da locação.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Depoimento de abertura</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na abertura do evento, a vice-presidente da ALEC, <strong>Mônica Zambolini</strong>, ressaltou a importância da iniciativa:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>“Cada edição do Alugar mostra a força do nosso setor e reforça como o associativismo pode transformar os negócios. Em um cenário de tanta concorrência, é fundamental que o locador esteja preparado, busque conhecimento e compartilhe experiências. Ver tantos profissionais reunidos aqui em Campinas, em um ambiente de troca genuína, é a prova de que juntos conseguimos ir mais longe. O Alugar é isso: união, aprendizado e fortalecimento do nosso mercado.”</em></p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um evento que se aprimora a cada edição</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O Alugar Campinas demonstrou mais uma vez que cada edição traz novas oportunidades de aprendizado e networking. A combinação de palestras inspiradoras, debates práticos e o engajamento dos locadores reafirma a missão da ALEC de capacitar e conectar seus associados às melhores práticas do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/construcao-29/">Construção civil perde fôlego com juros altos e falta de mão de obra</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/construcao-28/">ABRAMAT reajusta expectativa de faturamento anual da indústria de materiais de construção para 1,8% até o final de 2025</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Construção civil ganha novo índice para monitorar insumos que pesam no custo da obra</title>
		<link>https://alec.org.br/construcao-civil-ganha-novo-indice-para-monitorar-insumos-que-pesam-no-custo-da-obra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 12:53:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fio de cobre e aço foram os insumos com maior inflação nos últimos 12 meses, com altas de 8,64% e 2,52%, respectivamente</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Fio de cobre e aço foram os insumos com maior inflação nos últimos 12 meses, com altas de 8,64% e 2,52%, respectivamente, seguidos do cimento, que registrou aumento de 1,79%. Por outro lado, a argamassa (-4,61%) e a tinta (-2,32%) tiveram deflação expressiva no mesmo período. É o que revela o Índice de Preços de Materiais de Construção (IPMC), lançado pelo Sienge — Ecossistema de Tecnologia e Negócios da Indústria da Construção e do Mercado Imobiliário — com metodologia autoral da Cica Rev Consultoria e apoio institucional da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Juntos, os insumos analisados podem representar até 55% do custo total de materiais utilizados nas obras no Brasil. A íntegra do novo índice pode ser acessada <a href="https://sienge.com.br/ipmc/">neste link</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da variação recorrente nos preços, a inflação também incide de maneira heterogênea no Brasil. “Quando pensamos nas dimensões do nosso país, fica evidente que uma média nacional tem limitações para refletir a realidade vivida no dia a dia do setor. O mesmo material, negociado no mesmo dia, pode ter preços bastante distintos a depender da região. O IPMC surge como uma ferramenta estratégica para apoiar o gestor na tomada de decisões mais embasadas — desde o planejamento de compras até a avaliação de custos e negociações com fornecedores, considerando as particularidades regionais do mercado”, explica José Carlos Martins, presidente do Conselho Consultivo da CBIC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Gabriela Torres, Gerente de Inteligência Estratégica do Ecossistema Sienge, informações atualizadas e que levem em consideração a realidade de cada região é decisivo no sucesso de empreendimentos. “O IPMC permite uma leitura mais precisa dos custos, contribuindo para decisões mais estratégicas e maior previsibilidade. É uma contribuição importante para tornar o setor mais eficiente e competitivo”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Resultados do IPMC – abril de 2025</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fio de cobre</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Este foi o insumo que apresentou a maior variação de preços, com uma inflação acumulada de 8,64% em 12 meses, o que segundo Gabriela, pode estar associado à valorização do dólar, que impacta diretamente a cotação internacional do cobre. No início de 2025, o cenário se manteve bastante volátil e, mesmo após uma forte deflação nacional em janeiro (-3,24%), os preços voltaram a subir em março, puxados principalmente pela região Norte, que registrou uma alta de 5,33% no mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre maio e novembro de 2024, os aumentos foram particularmente expressivos, com altas de 3,31% em maio, 2,50% em outubro e 3,26% em novembro, indicando forte pressão inflacionária no segundo semestre. O início de 2025 manteve o cenário de volatilidade: janeiro registrou uma queda acentuada de 3,24%, seguida por um leve aumento em março (+0,86%) e nova retração em abril (-1,55%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A inflação do fio de cobre também foi disseminada nas regiões do país, com todas fechando os últimos 12 meses com preços em alta. O Norte (16,94%), o Centro-Oeste (14,62%) e o Nordeste (13,48%) foram as mais pressionadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aço</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A inflação do aço no Brasil acumulou alta de 2,52% nos últimos 12 meses, marcada por oscilações significativas. Após uma sequência de deflação, os preços começaram a subir gradualmente a partir de julho de 2024, culminando em um pico expressivo em setembro, com aumento de 1,92% no mês. No entanto, esse movimento foi seguido por uma queda acentuada no início de 2025, com recuos de 1,24% em março e 1,72% em abril, indicando uma possível correção de mercado após a forte valorização registrada no terceiro trimestre do ano anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No cenário de inflação regional, entre julho e outubro de 2024, o preço do aço apresentou os maiores reajustes, com destaque para a região Norte, que registrou uma alta de 2,65% em julho. As demais regiões também acompanharam essa tendência, com variações acentuadas nos mesmos meses, impulsionando a inflação do insumo em nível nacional. No entanto, esse movimento de alta deu lugar a uma queda generalizada nos preços em março e abril deste ano, quando todas as regiões do país apresentaram deflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Argamassa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O item registrou uma deflação acumulada de -4,51% nos últimos 12 meses, refletindo um cenário de queda nos preços em nível nacional. Após recuos em julho e agosto de 2024, com variações de -0,47% e -1,01%, o insumo teve um pico de alta em dezembro, quando os preços subiram 1,39%. No entanto, esse movimento foi seguido por uma nova trajetória de queda no início de 2025, culminando em abril com o maior recuo do período, de -1,50%. A sequência de deflações sugere uma correção nos preços após os reajustes registrados no fim do ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto o Brasil registrou uma deflação acumulada de 4,51% no preço da argamassa em 12 meses, a região Norte se destacou como a única a apresentar alta, com inflação de 3,17%. Em contrapartida, as regiões Sul, Nordeste e Centro-Oeste foram responsáveis por puxar a média nacional para baixo, com quedas expressivas nos preços. O destaque ficou por conta do Centro-Oeste, que acumulou uma deflação de 7,51%, refletindo um movimento mais intenso de ajuste no mercado regional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cimento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos insumos mais usados na indústria da construção civil apresentou alta discreta de 1,79% no acumulado dos últimos 12 meses. Entre junho e agosto de 2024, os preços registraram seu pico, com aumento de 0,69% em julho, seguido por uma reversão e oscilações negativas no início de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O começo do ano foi marcado por instabilidade, com recuo de 0,36% em janeiro e variações discretas em fevereiro (-0,13%) e março (-0,07%). O mês de abril, por sua vez, trouxe um aumento expressivo de 0,97%, indicando possível retomada da tendência de alta no curto prazo. Gabriela destaca que “o mês de abril trouxe um aumento expressivo de 0,97%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No acumulado dos últimos 12 meses, o preço do cimento apresentou queda ou estabilidade na maioria das regiões do Brasil. O Norte, teve a maior deflação: 0,63%. A exceção foi o Centro-Oeste, que acumulou alta de 3,28%, responsável por elevar a média nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tinta</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O preço da tinta apresentou uma trajetória marcada por forte volatilidade nos últimos 12 meses a nível nacional, encerrando o período com deflação acumulada de 2,32%. O insumo oscilou ao longo do ano, com quedas relevantes em julho (-0,94%) e dezembro de 2024 (-0,89%), intercaladas por altas pontuais, como em outubro (+1,39%) e janeiro de 2025 (+1,04%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, o movimento mais surpreendente ocorreu em abril deste ano, quando a tinta registrou uma queda expressiva de 4,21%, a mais acentuada do período. Embora não haja uma causa única evidente, esse comportamento pode estar relacionado a variações no ritmo de consumo ao longo do ano. De acordo com o Indicador ABRAMAT, o faturamento deflacionado do segmento de acabamento recuou 3,6% em fevereiro de 2025 frente a janeiro, sinalizando possíveis ajustes de mercado. “Precisamos continuar acompanhando os próximos meses para entender se essa deflação representa uma tendência mais duradoura ou um movimento pontual”, avalia Gabriela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No recorte regional, o Centro-Oeste apresentou a maior deflação no acumulado dos últimos 12 meses (-8,43%), seguido pelo no Norte (-7,93%) e Sul (3,32%). O Sudeste e Nordeste tiveram as menores quedas – 0,43% e 0,22%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Como foi possível perceber com os dados do IPMC, estamos diante de um setor que convive com realidades muito distintas. Enquanto alguns insumos sofrem forte influência do câmbio, como o fio de cobre, outros refletem diretamente a dinâmica da demanda interna, como tintas e argamassas. Essa diversidade exige monitoramento constante, bem como uma leitura regionalizada dos indicadores que permitam aos players da indústria tomar decisões embasadas na realidade de cada região do Brasil”, destaca Sergio André Castelani, Economista na Cica Rev Sócio da Cica REV.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Entenda a metodologia usada</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O modelo estatístico foi desenvolvido para medir a variação média dos preços de insumos essenciais da construção civil em todas as regiões do Brasil. O IPMC utiliza técnicas avançadas de tratamento de dados e inteligência artificial para garantir precisão, representatividade e confiabilidade nos resultados, além de realizar classificação automática dos insumos e extrair características relevantes das descrições dos produtos. Esses atributos serviram de base para agrupar os itens em categorias homogêneas, assegurando maior precisão na composição dos indicadores. A validação dos resultados foi calculada com um intervalo de confiança de 95%, o que garante confiabilidade estatística nos valores mensais estimados para cada insumo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/cimento-10/">Vendas de cimento têm alta em maio </a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/materiais-7/">Vendas de materiais de construção disparam em março após queda no início do ano, revela estudo</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Obramax divulga segunda edição do Panorama da Construção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 20:12:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Obramax divulga 2ª edição do Panorama da Construção, estudo analisa tendências, desafios e avanços tecnológicos da construção civil no Brasil</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Obramax, maior atacarejo de materiais de construção do Brasil, divulgou a segunda edição do <a href="https://blog.obramax.com.br/noticias/panorama-construcao-civil-brasil/">Panorama da Construção Civil</a>. O estudo, que é publicado anualmente pela varejista, compila os dados mais recentes do setor, com análises de especialistas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), FGV-Ibre e CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção). O objetivo do documento é examinar o desempenho e as tendências do setor no Brasil e oferece insights sobre diversos aspectos da indústria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A edição atual destaca as estimativas sobre o crescimento do setor, o perfil da mão de obra e a inclusão de mulheres e PCDs, oferecendo insights valiosos para profissionais e empresas da área. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Juliana Piccolotto, Diretora de Omnicommerce e responsável pelo Marketing da Obramax, explica que a empresa tem a missão de ser uma parceira confiável para profissionais e consumidores na realização de seus projetos de construção. Segundo ela, o estudo é uma forma de fortalecer esse laço de confiança, além de ser essencial para que a Obramax valide suas estratégias em diversas iniciativas. &#8220;<em>O Panorama da Construção, desenvolvido pela Obramax com dados de mercado, contribui para essa construção de confiança e para a troca de conhecimentos no setor. Entendemos que o estudo é um levantamento completo sobre os desafios da profissão e pode auxiliar na tomada de decisões estratégicas, tanto para a Obramax quanto para os profissionais do ramo</em>&#8220;, destaca a executiva. </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o levantamento, o setor da construção civil no Brasil continua em plena expansão, com a CBIC prevendo um crescimento de 2,3% para o ano. O segmento já havia registrado crescimento de 4,1% até o terceiro trimestre de 2024, impulsionado pela recuperação econômica e pelo aquecimento do mercado imobiliário. Entretanto, o aumento nos custos de construção tem sido um desafio significativo, com uma taxa acumulada nos últimos 12 meses de 6,08%, em comparação aos 3,33% registrados em novembro de 2023. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos de Construção da FGV-Ibre, reforça que o cenário é desafiador: “A recente alta da Selic e a sinalização de um ciclo prolongado de aumento impactarão diretamente o custo do crédito, essencial para o setor. Traçamos três possíveis cenários para o varejo de materiais: no mais pessimista, a alta seria de 1,5%; no mais otimista, chegaria a 3%. Ou seja, mesmo na melhor projeção, o crescimento será inferior ao de 2024”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar desses desafios, Ana acredita que a atividade deve permanecer aquecida, mantendo a pressão sobre os custos e exigindo estratégias eficientes para contornar os impactos do crédito mais caro. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto destacado no Panorama da Construção Obramax é o levantamento mais recente do Índice de Confiança na Construção (ICST), do Instituto Brasileiro de Economia da FGV, que apontou uma queda nas expectativas de crescimento das vendas, com apenas 29% dos varejistas projetando aumento, contra 35% em julho. No entanto, o Sudeste destacou-se como a única região com avanço na percepção de vendas, saltando de 19% para 28% em relação ao mês anterior, atribuído à maior concentração de reformas residenciais e obras de médio porte. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa também revelou o perfil do pedreiro no Brasil, que geralmente consiste em homens de 41 anos, com ensino médio completo, que trabalham 44 horas semanais. Embora o mercado apresente perspectivas positivas, a escassez de mão de obra qualificada continua sendo um desafio, com 60,4% das empresas relatando dificuldades para contratar ou reter talentos, acima da média nacional de 58,7%. Pedreiros são os profissionais mais difíceis de encontrar, seguidos por carpinteiros, mestres de obras e encarregados de obra. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A questão salarial desses profissionais também avançou. De acordo com o CAGED, houve uma alta de 5,64% entre setembro de 2023 e agosto de 2024. Atualmente pedreiros ganham, em média, R$ 2.290 por mês. O teto salarial chega a R$ 3.246, enquanto o piso é de R$ 2.228. Apesar disso, a escassez de mão de obra qualificada ainda afeta o crescimento do setor. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O panorama da Obramax ainda traz dados sobre o uso crescente de tecnologias para otimizar processos e reduzir custos na construção civil. Ferramentas como Realidade Virtual, drones, IoT (Internet das Coisas), impressão 3D, robótica, Inteligência Artificial e gestão de projetos em nuvem estão cada vez mais presentes no setor, trazendo avanços em termos de sustentabilidade, eficiência e segurança. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação à inclusão de mulheres no setor, o levantamento apontou que as profissionais do sexo feminino geralmente enfrentam mais desafios para ingressar na construção civil, precisando de maior qualificação para competir em um ambiente tradicionalmente masculino. As mulheres, em média, ganham 2,64% a menos que seus colegas homens, com uma jornada de trabalho similar de 44 horas semanais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Camila Alhadeff, líder da organização “Mulher Em Construção” em São Paulo, destacou a importância de projetos sociais para apoiar essas mulheres. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Fizemos um projeto, em parceria com a Universidade La Salle, para 500 mulheres atingidas pelas enchentes no Rio Grande do Sul no início de 2024. O intuito é capacitá-las para que possam reestruturar suas casas, com aulas de pintura, reboco, hidráulica, elétrica, entre outros aprendizados”, afirmou. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto de estudo da pesquisa foi a inclusão de Pessoas com Deficiência (PCDs) no setor da construção civil. De acordo com o Salário.com, os PCDs recebem, em média, R$ 2.319, com a maioria deles ocupando cargos como mestres de obras, ajudantes gerais e encarregados de almoxarifados. O estudo conduzido pelo SindusCon-SP e Seconci-SP ressaltou a necessidade de garantir um ambiente de trabalho seguro e inclusivo para esses profissionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Panorama da Construção Civil 2024 é um documento gratuito. Para acessar a versão completa, com todos os dados e insights detalhados, basta visitar o Blog da Obramax: <a href="https://blog.obramax.com.br/noticias/panorama-construcao-civil-brasil/">Site</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia mais<br></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/indice-5/">Setor de material de construção tem crescimento de 1,1% em janeiro, aponta Índice do Varejo Stone (IVS)</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/lancamentos-3/">Vendas de imóveis crescem 20,9% e lançamentos aumentam 18,6% em 2024, diz CBIC</a></p>
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		<title>ABRAMAT: Faturamento da indústria de materiais de construção cresce 9,2% em outubro e reforça projeção de alta para 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 15:33:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa indica que em outubro o faturamento das indústrias de materiais de construção teve alta de 9,2% na comparação com outubro de 2023.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong> </strong>A <a href="https://abramat.org.br/">ABRAMAT</a> (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) divulgou nesta terça-feira, 12, a nova edição da sua pesquisa Índice, elaborada pela FGV com dados do IBGE, apresentando números de faturamento do setor. O estudo indica que em outubro o faturamento das indústrias de materiais de construção continua positiva, com alta de 1,1% sobre os resultados de setembro e de 9,2% na comparação com outubro de 2023. Os números reforçam a expectativa de um bom ano para as indústrias de materiais, com uma projeção de crescimento de 4,5% em relação a 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já os dados consolidados de setembro comprovam a evolução dos negócios das indústrias de materiais com aumento de 9,5% em relação ao mesmo mês de 2023, e na comparação com agosto houve expansão de 1%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise segmentada mostra que o faturamento deflacionado das indústrias de materiais de base registrou crescimento de 8,3%, enquanto os materiais de acabamento apresentaram expansão de 10,7% em relação a outubro de 2023. Na comparação com setembro as estimativas indicam aumento de 1,4% e 0,8%, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;</em> <em>&#8220;O faturamento das indústrias de materiais de construção tem mostrado resultados consistentes, superando as expectativas de crescimento em 2024. Esses dados não apenas sinalizam um bom desempenho no ano, mas também criam um ambiente propício para um início promissor em 2025, com maior confiança do mercado e potencial para novos investimentos&#8221;</em>, comenta Rodrigo Navarro, presidente da ABRAMAT.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice ABRAMAT é um importante indicador do desempenho do setor de materiais de construção no Brasil, e seus dados confirmam um cenário promissor, à medida que novos projetos de construção e renovação seguem em alta.<img fetchpriority="high" decoding="async" width="404" height="297" src="https://files.pressmanager.net/clientes/15f32fe476838233e59e4f7028ec5f34/imagens/2024/11/12/3c0c716fe0be9afc631ddd401aa1bbcb_medium.jpg"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/obra-2/">Contratação de mão de obra é desafio para 96% do setor da construção civil, aponta pesquisa</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/checklist/">Checklist rigoroso reduz reclamações em até 80%, a estratégia da Rentax Locadora</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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