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	<title>Arquivos Mercado - Informações confiáveis para o setor rental</title>
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	<description>ALEC - Associação Brasileira de Locadores de Equipamentos</description>
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	<title>Arquivos Mercado - Informações confiáveis para o setor rental</title>
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		<title>Segurança do Trabalho: o novo jogo das normas e o papel do locador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 20:02:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Atualizações nas normas trazem novos requisitos técnicos, ampliam responsabilidades e levantam um alerta: a segurança deixou de ser apenas uma conformidade legal e se tornou uma estratégia de gestão.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Atualizações nas normas trazem novos requisitos técnicos, ampliam responsabilidades e levantam um alerta: a segurança deixou de ser apenas uma conformidade legal e se tornou uma estratégia de gestão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na construção civil, a agenda de Segurança do Trabalho vem sendo transformada de forma silenciosa. A partir de 2026, novas mudanças na NR-18 e revisões de normas técnicas, além de uma ampliação do escopo da NR-01, começarão a mudar responsabilidades, requisitos e, mais importante, o nível de maturidade que as organizações, incluindo locadores de equipamentos, provavelmente alcançarão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o engenheiro Antonio Pereira, do Comitê Permanente Regional (CPR), é mais do que uma revisão normativa: é uma recalibração importante para uma situação cada vez mais orientada pela tecnologia, exigente e inevitavelmente mais rigorosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NR-18: mais do que uma revisão, é uma mudança de comportamento.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A cabine obrigatória e o ar condicionado estão entre os aspectos mais pertinentes da NR-18 a serem considerados para equipamentos autopropelidos acima de 4,5 toneladas, incluindo retroescavadeiras, compactadores e unidades similares. O prazo para a adaptação de tecnologias obsoletas está se aproximando: início de 2027. A regra se aplica imediatamente para novos equipamentos. Todos devem sair da fábrica com cabines apropriadas e ar condicionado. Como uma proposição prática, isso altera fundamentalmente sua situação como locadores. Não é simplesmente uma adaptação técnica, mas uma gestão de ativos. <strong>Equipamentos que não atendem a um determinado padrão podem perder valor de mercado, competitividade e até espaço de mercado em contratos mais exigentes.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro elemento de importância é <strong>se misturadores de argamassa de todos os tamanhos podem ter que atender a qualificações mínimas na NR-18</strong> — equipamentos cada vez mais encontrados em canteiros de obras, mas também ligados a um número crescente de acidentes graves e fatais. Nesta mensagem, fica claro que o risco operacional é o que o regulador está procurando. Não basta atender ao padrão. É preciso conhecer o contexto local. Não é uma simples atualização de texto, a revisão da NR-18. Ela surge da necessidade de continuar evoluindo a tecnologia e preencher lacunas normativas &#8211; como com misturadores de argamassa, que ainda não possuem uma norma técnica nacional específica. No cenário atual, muitos equipamentos devem cumprir indiretamente as disposições da NR-10 e NR-12, gerando interpretação e incerteza jurídica. <strong>Portanto, o locador não deve ler apenas a norma. É necessário entender: Como está em relação às operações (e onde) os requisitos técnicos afetarão. Quais serão os investimentos inevitáveis. E o que tais mudanças farão aos contratos e responsabilidades. Nesse contexto, o conceito de segurança torna-se cada vez menos um local isolado e interage mais diretamente com finanças, comércio e operações.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NBR 6494: andaimes sob uma nova luz.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a NR-18 faz mudanças significativas, parece que a revisão da NBR 6494 constitui uma atualização estrutural genuína relacionada a andaimes. A norma atual tem origem na década de 1990, tornando-se uma norma desatualizada, dada a complexidade dos sistemas utilizados agora. A versão mais recente ampliou o escopo que agora pode envolver: andaimes de fachada. Gondolas. Sistemas motorizados. Normas mais rigorosas para projeto, estabilidade e montagem. Além disso, o Brasil tem dado passos com outras disposições concorrentes, como ABNT NBR 17152 e 17154, para promover a segurança na construção, redes de proteção e sistemas de perímetro. <strong>A consequência para o locador é imediata. Não precisaremos apenas entregar o equipamento como uma cobrança ao fornecedor do equipamento, mas também garantir que ele passe por critérios técnicos mais rigorosos desde a fabricação até o uso.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NR-01: o invisível entrou no radar.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se antes do projeto, a ênfase estava no risco físico, agora está expandida. A NR-01 atualizada entra em vigor a partir de maio e deixa clara a consideração dos riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). E, nesse aspecto, um dos grandes desafios. Antonio Pereira argumentou que muitas empresas ainda estão tentando tratar o problema como um fardo burocrático, mas isso faz mais para expor problemas estruturais subjacentes: <strong>Horas extras excessivas. Falta de diálogo com a liderança. Baixas perspectivas de crescimento. Ambientes de trabalho insalubres</strong>. Tais fatores afetam diretamente a produtividade, segurança e retenção de talentos — a questão mais crítica do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O último aviso: quem antecipa — vence.</strong> <strong>As mudanças nas normas não são feitas com alarde, mas sim com impacto.</strong> O momento requer atenção estratégica para os locadores: Avaliação da frota de equipamentos. Este trabalho é uma atualização técnica e documental. Integração de segurança e gestão. E, acima de tudo, uma mudança de mentalidade. Porque a segurança não é tanto um custo neste novo contexto. É uma vantagem competitiva. E, em muitos casos, será o que determinará quem permanece no jogo — e quem fica para trás.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Revista Rental News</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/trimestre-4/">Construção cresce 2,9% no primeiro trimestre de 2026</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/empregos-9/">Construção cria 23,5 mil empregos formais em abril</a></p>
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		<title>Construção cresce 2,9% no primeiro trimestre de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 13:40:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As atividades da construção voltaram a acelerar nos primeiros meses de 2026. O setor cresceu 2,9% no primeiro trimestre deste ano em relação aos três últimos meses de 2025, de acordo com os dados do Produto Interno Bruto (PIB) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado reverte a queda de 2,4% [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">As atividades da construção voltaram a acelerar nos primeiros meses de 2026. O setor cresceu 2,9% no primeiro trimestre deste ano em relação aos três últimos meses de 2025, de acordo com os dados do Produto Interno Bruto (PIB) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado reverte a queda de 2,4% registrada no quarto trimestre do ano passado e sinaliza uma retomada do ritmo de atividade da construção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desempenho é impulsionado, entre outros fatores, pelo forte volume de lançamentos imobiliários e pelos investimentos em infraestrutura. Conforme os Indicadores Imobiliários Nacionais da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), os lançamentos cresceram 13,88% em 2025, totalizando 471.769 unidades. As vendas também avançaram 7,18%, alcançando 433.681 unidades comercializadas. Como o ciclo de produção da construção é longo, esses empreendimentos continuarão gerando atividade econômica ao longo dos próximos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investimentos em infraestrutura também contribuíram para o resultado. Segundo estimativas da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), o segmento recebeu R$ 280 bilhões em investimentos em 2025, alta de 3% em relação ao ano anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento da construção ajudou a impulsionar o desempenho da indústria brasileira, que avançou 1% no primeiro trimestre. No mesmo período, a economia nacional cresceu 1,1%, com expansão de 2% na agropecuária e de 0,5% no setor de serviços. Outro dado importante foi o aumento de 3,5% na Formação Bruta de Capital Fixo, indicador que mede os investimentos realizados no país e tem forte participação da construção civil. A taxa de investimentos passou de 16% para 16,5% do PIB, embora ainda permaneça abaixo da média mundial, estimada em cerca de 25%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a economista-chefe da CBIC, Ieda Vasconcelos, os números reforçam a expectativa de crescimento do setor neste ano. “O volume recorde de recursos do FGTS para a habitação popular, as medidas de incentivo ao Minha Casa, Minha Vida, os investimentos em infraestrutura e o mercado de trabalho resiliente são fatores que contribuem para o desempenho da construção em 2026″, apontou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com o crescimento, os desafios continuam, no entanto. “A taxa de juros ainda permanece em patamares elevados, os custos de materiais e mão de obra seguem pressionando o setor e a possibilidade de redução da jornada de trabalho pode impactar o ritmo de atividade”, afirmou a economista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após crescer 0,5% em 2025, a CBIC projeta expansão de 1,2% para o PIB da construção em 2026, o que representará o terceiro ano consecutivo de crescimento do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado de trabalho também refletiu a retomada das atividades. Dados do Novo Caged mostram que a construção civil foi o segundo setor que mais gerou empregos formais entre janeiro e abril de 2026. Foram criadas 143.547 vagas no período, o equivalente a 20,5% de todos os empregos gerados no país. O resultado representa crescimento de 8,11% em relação ao mesmo período de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira aqui o&nbsp;<a href="https://cbic.org.br/construcao-cresce-29-no-primeiro-trimestre-de-2026/infromativo-economico-pib-1-trim-2026/">Informativo Econômico da CBIC</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://cbic.org.br/construcao-cresce-29-no-primeiro-trimestre-de-2026/?utm_medium=email&amp;utm_campaign=cbic_hoje_-_01062026&amp;utm_source=RD+Station">CBIC</a><br></p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/empregos-9/">Construção cria 23,5 mil empregos formais em abril</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/feminino-2/">O Poder Feminino no Rental reforça o protagonismo das mulheres e inspira o futuro do setor</a></p>
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		<title>Construção cria 23,5 mil empregos formais em abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 13:30:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Construção criou 23.525 novos empregos com carteira assinada em abril de 2026, o setor foi o segundo maior gerador de vagas formais do país no mês.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Indústria da construção criou 23.525 novos empregos com carteira assinada em abril de 2026, segundo dados do Novo Caged divulgados em 28 de maio, pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Com o resultado, o setor foi o segundo maior gerador de vagas formais do país no mês, respondendo por 27,39% dos 85.888 postos criados no período. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os três segmentos da construção apresentaram saldo positivo em abril. Os Serviços Especializados para a construção lideraram a geração de vagas, com 8.745 novos postos, seguidos pela construção de edifícios (7.397) e obras de infraestrutura (7.383).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro destaque foi o salário médio de admissão do setor, que alcançou R$ 2.566,55,&nbsp;o maior entre os segmentos econômicos e acima da média nacional, de R$ 2.386,56.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No acumulado dos quatro primeiros meses do ano, a construção gerou 143.547 empregos formais, o equivalente a 20,51% das vagas criadas no país no período. O resultado é 8,11% superior ao registrado no mesmo intervalo de 2025 e representa o melhor desempenho para o primeiro quadrimestre desde o início da série do Novo Caged, em 2020.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, o setor soma 3,094 milhões de trabalhadores formais no país, alta de 3,21% em relação a abril do ano passado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a economista-chefe da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos, a expectativa é de continuidade do desempenho positivo do setor ao longo do ano. “A construção deverá registrar resultado positivo em 2026. O volume recorde de recursos do FGTS para financiamento da habitação popular, as medidas de incentivo ao Programa Minha Casa, Minha Vida, os investimentos em infraestrutura e o mercado de trabalho resiliente, com taxa de desemprego em menores patamares, são alguns dos fatores positivos que podem contribuir para isso”, afirma.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A economista ressalta, no entanto, que o setor segue atento aos desafios econômicos. “Entretanto, existem desafios e a taxa de juros em patamares elevados,&nbsp;a queda atual projetada menor do que a aguardada inicialmente,&nbsp;o aumento dos custos de materiais e mão de obra são alguns deles”, completa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://cbic.org.br/construcao-cria-235-mil-empregos-formais-em-abril/">CBIC</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/feminino-2/">O Poder Feminino no Rental reforça o protagonismo das mulheres e inspira o futuro do setor</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/gestao-2/">Gestão não é um custo. É sobrevivência.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>O Poder Feminino no Rental reforça o protagonismo das mulheres e inspira o futuro do setor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 20:44:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[acolhedora]]></category>
		<category><![CDATA[conexão]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[energia leve]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Feminino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito mais do que um evento, O Poder Feminino no Rental vem se consolidando como um movimento dentro do setor de locação. Um espaço criado para discutir liderança, sucessão, gestão, desenvolvimento humano e o papel cada vez mais estratégico das mulheres no mercado rental.</p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/feminino-2/">O Poder Feminino no Rental reforça o protagonismo das mulheres e inspira o futuro do setor</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A 3ª edição do evento O Poder Feminino no Rental, promovido pela ALEC, aconteceu no dia 26 de maio, na sede da TOTVS, em São Paulo, em uma tarde marcada por conteúdo de alto nível, networking, inspiração e conexões verdadeiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muito mais do que um evento, O Poder Feminino no Rental vem se consolidando como um movimento dentro do setor de locação. Um espaço criado para discutir liderança, sucessão, gestão, desenvolvimento humano e o papel cada vez mais estratégico das mulheres no mercado rental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde os primeiros momentos, o clima do encontro já mostrava que seria uma edição especial. Entre abraços, reencontros, conversas espontâneas e muitos sorrisos, o ambiente foi tomado por uma energia leve, acolhedora e extremamente contagiante. Um evento onde conteúdo e conexão caminharam juntos o tempo todo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A abertura foi conduzida por Monica Zambolini e Vera Mor, que destacaram a importância de criar espaços de desenvolvimento, representatividade e fortalecimento da liderança feminina no rental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência, o Painel RH trouxe reflexões sobre gestão de pessoas, cultura organizacional e os desafios das empresas na retenção e desenvolvimento de talentos, com a participação de Brena Novelli, Monica Zambolini e Ica Mattes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A palestra de Adriana Braga, com o tema “Entre o legado e a inovação: os desafios da sucessão e da gestão nas empresas familiares”, trouxe uma discussão profunda sobre continuidade, profissionalização e os desafios enfrentados pelas empresas familiares em um mercado que exige cada vez mais estrutura e visão estratégica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos momentos mais marcantes da programação foi o Hot Seat que reuniu Janine Chim Mendonça, Lilian Fernandes, Carla Pinheiro e Vera Mor em uma conversa aberta, verdadeira e cheia de experiências reais do mercado. O público se conectou com histórias de crescimento, desafios, superação e liderança feminina em um bate-papo leve, espontâneo e extremamente inspirador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o evento, o empresário Silvanei Laranjeira também destacou a importância da iniciativa e o impacto positivo do encontro para o mercado, reforçando como o setor ganha quando cria espaços de troca, desenvolvimento e valorização das pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o espaço dedicado aos patrocinadores <strong>(Buffalo, Fortequip, Mecan, Menegotti, Metalpama, Totvs e Vibromak)</strong>, Ana Claudia Badra Cotait conduziu a palestra “A Força da Mulher nos Negócios: Como se posicionar e liderar com impacto”, trazendo reflexões sobre posicionamento, influência, autenticidade e liderança feminina no ambiente corporativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Encerrando a programação, Fernanda Aoki apresentou a palestra “Liderança, Propósito e Disrupção”, provocando o público a refletir sobre transformação, coragem, inovação e a importância de liderar com propósito em um cenário de mudanças constantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O coquetel de encerramento manteve o clima descontraído e acolhedor que marcou toda a programação. Entre conversas, fotos, risadas e trocas de experiências, ficou evidente que o evento vai muito além do conteúdo técnico. Ele fortalece relações, aproxima pessoas e cria conexões genuínas dentro do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a ALEC, o sucesso da terceira edição reforça a importância de continuar promovendo iniciativas que valorizem pessoas, fortaleçam lideranças e contribuam para a evolução do mercado rental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Poder Feminino no Rental deixou claro mais uma vez que o futuro do setor passa por gestão, profissionalização, diversidade, colaboração e, principalmente, por pessoas dispostas a construir juntas um mercado mais forte, humano e preparado para os próximos desafios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Alec</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/gestao-2/">Gestão não é um custo. É sobrevivência.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/forum-2/">6º Fórum Rent de Contabilidade reunirá especialistas para debater os impactos da Reforma Tributária nas locadoras</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Gestão não é um custo. É sobrevivência.</title>
		<link>https://alec.org.br/gestao-2/</link>
					<comments>https://alec.org.br/gestao-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 20:26:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[agilidade]]></category>
		<category><![CDATA[capacidade analítica]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[integração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se antes a gestão estava concentrada no controle básico de movimentações e faturamento, hoje ela exige integração, agilidade e capacidade analítica.</p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/gestao-2/">Gestão não é um custo. É sobrevivência.</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Por muitos anos, o sistema de gestão desempenhou um papel auxiliar nas locadoras. Necessário, mas não vital. Uma espécie de “mal necessário” para organizar contratos, gerar faturas e gerenciar equipamentos. Essa visão não é apenas obsoleta, acredita Claudio Roberto Duarte, Diretor Presidente da DN4 — é perigosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com mais de 30 anos desenvolvendo sistemas para o setor, Claudio acompanhou a evolução das locadoras. E, apesar de toda a transformação tecnológica, uma coisa permaneceu constante: a necessidade de controle, organização e informação de qualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que mudou foi a velocidade do jogo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se antes a gestão estava concentrada no controle básico de movimentações e faturamento, hoje ela exige integração, agilidade e capacidade analítica. A mobilidade trouxe os aplicativos para dentro da operação, encurtando processos e exigindo decisões cada vez mais rápidas. Ao mesmo tempo, o aumento da concorrência reduziu margens e elevou o nível de exigência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse cenário que muitas locadoras ainda cometem um erro silencioso — e caro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O erro invisível que corrói o resultado</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos equívocos mais comuns no setor é enxergar o sistema de gestão como custo, e não como investimento estratégico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema é que essa visão ignora aquilo que não aparece claramente no resultado: os custos invisíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Faturamentos incorretos, equipamentos extraviados, avarias não cobradas, consumo excessivo de combustível, retrabalho operacional. Pequenas perdas que, isoladamente, parecem irrelevantes, mas que, somadas, corroem o resultado da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou, como resume Claudio: o lucro da locadora não desaparece. Ele escorre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E escorre, principalmente, pela operação — muitas vezes de forma quase imperceptível no dia a dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Equipamentos, acessórios e ferramentas que se perdem ao longo das locações. Atendimentos que poderiam ser resolvidos em uma única visita, mas acabam exigindo duas, três ou mais deslocações. Máquinas que param por falta de manutenção preventiva e impactam diretamente o faturamento — às vezes, inclusive, gerando multas contratuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mais crítico é que, na maioria das vezes, essas perdas não são tratadas como deveriam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem visibilidade clara, não há reação. Sem reação, não há melhoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, Claudio chama atenção para um ponto-chave: acompanhar a lucratividade dos contratos durante sua execução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o gestor só descobre o resultado no final, o que ele tem em mãos não é gestão — é apenas a “fotografia do acidente”. Não há mais espaço para corrigir rota, ajustar processos ou recuperar margem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gestão de verdade acontece durante o jogo, não depois do apito final.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mais locadoras, mais pressão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento acelerado do número de locadoras no Brasil trouxe um efeito inevitável: mais concorrência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa um achatamento da gestão, mas uma mudança de perfil. Novas empresas já nascem com tecnologia no radar, mas esperam soluções mais simples, rápidas e acessíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cenário impõe um desafio duplo: simplificar sem perder profundidade e, ao mesmo tempo, fazer o locador entender que gestão não é plug and play.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não basta ter sistema. É preciso usar — e usar com intensidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tecnologia não é área. É estrutura</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, a tecnologia atravessa toda a operação: financeiro, comercial, manutenção e logística.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas é na operação que ela mais impacta o resultado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Controle de manutenção preventiva, rastreabilidade de equipamentos, registro de entrega e devolução, gestão de avarias — são esses pontos que evitam perdas e aumentam a eficiência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um mercado mais competitivo, eficiência deixou de ser diferencial. Virou requisito.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reforma Tributária: o divisor de águas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária eleva ainda mais o nível de exigência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova lógica de precificação exige dados confiáveis, integração entre áreas e capacidade analítica. Não se trata apenas de emitir corretamente documentos fiscais, mas de entender profundamente os custos e como eles impactam o preço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E aqui mora um risco real: a subestimação. Enquanto algumas locadoras já estão revisando cenários e se preparando, outras ainda não dimensionaram o impacto. Para Claudio, esse é o maior perigo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem não se antecipar pode perceber tarde demais — quando o impacto já estiver no caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quem cresce e quem fica</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos próximos anos, o que vai separar as locadoras que crescem das que ficam pelo caminho não será o tamanho da frota. Será a qualidade da gestão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um ambiente de margens mais apertadas, qualquer perda importa. E quem não tiver controle, informação e capacidade de decisão rápida dificilmente conseguirá sustentar o negócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque, no fim, o resultado não depende só do mercado. Depende daquilo que você consegue enxergar — e corrigir — antes que comece a escorrer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Rental News</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/forum-2/">6º Fórum Rent de Contabilidade reunirá especialistas para debater os impactos da Reforma Tributária nas locadoras</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/vida/">Minha Casa, Minha Vida foi responsável por quase metade das vendas de imóveis no primeiro trimestre</a></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/gestao-2/">Gestão não é um custo. É sobrevivência.</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
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		<title>6º Fórum Rent de Contabilidade reunirá especialistas para debater os impactos da Reforma Tributária nas locadoras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 20:13:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Rent]]></category>
		<category><![CDATA[organização fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[precificação]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O 6º Fórum Rent de Contabilidade já tem data marcada. No dia 1º de outubro de 2026, o auditório da TOTVS, em São Paulo, receberá empresários, gestores, contadores e profissionais ligados ao setor de locação para um encontro voltado à atualização técnica, troca de experiências e networking estratégico.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Evento que será realizado em 1º de outubro de 2026, no auditório da TOTVS, em São Paulo, reunirá empresários, gestores e profissionais do setor rental para discutir tributação, gestão, precificação e oportunidades de mercado.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.forumrent.com.br">6º Fórum Rent de Contabilidade</a> já tem data marcada. No dia 1º de outubro de 2026, o auditório da TOTVS, em São Paulo, receberá empresários, gestores, contadores e profissionais ligados ao setor de locação para um encontro voltado à atualização técnica, troca de experiências e networking estratégico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o tema central <strong>“Reforma Tributária e os Impactos nas Locadoras”</strong>, o evento irá abordar os principais efeitos das mudanças tributárias sobre a gestão, a precificação, a lucratividade e a organização fiscal das empresas do setor rental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta do Fórum é reunir especialistas com atuação direta no mercado de locadoras de veículos, equipamentos e bens móveis, trazendo uma visão prática sobre os desafios que as empresas precisarão enfrentar diante do novo cenário tributário brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os temas que devem ganhar destaque estão os impactos da Reforma Tributária na formação de preços, nos créditos tributários, no fluxo de caixa, nos contratos, nas obrigações fiscais e na tomada de decisão das locadoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Paulo Henrique Souza, CEO da AUDITLocOne e especialista em contabilidade para locadoras, o momento exige preparação das empresas do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Fórum Rent é o ponto de encontro obrigatório para quem quer entender a fundo os impactos da Reforma Tributária e sair à frente no setor de locadoras”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação contará com palestras, debates ao vivo e momentos de networking entre profissionais do setor. A edição de 2026 também terá a participação de especialistas em contabilidade, tributação, auditoria, M&amp;A, precificação e gestão empresarial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os nomes confirmados estão Rodrigo José, apresentador oficial do evento; Paulo Henrique Souza, CEO da AUDITLocOne; Jéssica Fernandes, especialista contábil e tributária da AUDITLocOne; Lourivaldo, CEO da Devout Auditoria e Consultoria Empresarial; Carlos Tristão, sócio fundador e diretor de M&amp;A da GO2 Capital; e André Luis Salemi, sócio fundador e especialista em pricing na KIBRA Business.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do conteúdo técnico, o Fórum Rent também se consolida como um ambiente de relacionamento para empresas que atuam no ecossistema rental. O evento reunirá lideranças, fornecedores, consultores e profissionais interessados em soluções voltadas à gestão, tecnologia, contabilidade, tributação e crescimento das locadoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As inscrições para o 6º Fórum Rent de Contabilidade já estão abertas e podem ser realizadas pelo site Eventos Rental.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Serviço</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Evento:</strong> 6º Fórum Rent de Contabilidade <br><strong>Tema:</strong> Reforma Tributária e os Impactos nas Locadoras <br><strong>Data:</strong> 1º de outubro de 2026 <br><strong>Local:</strong> Auditório da TOTVS – São Paulo/SP <br><strong>Público-alvo:</strong> Empresários, gestores, contadores, profissionais financeiros, tributários e demais interessados no setor de locação <br><strong>Inscrições:</strong> <a href="https://eventosrental.com.br/ingressos/evento/6-forum-rent-de-contabilidade-reforma-tributaria-e-os-impactos-nas-locadoras">https://eventosrental.com.br/ingressos/evento/6-forum-rent-de-contabilidade-reforma-tributaria-e-os-impactos-nas-locadoras</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Oportunidades para patrocinadores</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas interessadas em patrocinar o 6º Fórum Rent de Contabilidade poderão solicitar o mídia kit do evento. A iniciativa oferece oportunidades de exposição de marca em ações digitais, materiais de divulgação e ativações estratégicas direcionadas ao público do setor rental.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Solicitação de mídia kit:</strong> +55 11 91454-3079</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Contato para imprensa</strong> <strong>Organização:</strong> Fórum Rent / AUDITLocOne <br><strong>WhatsApp:</strong> +55 11 91454-3079 <br><strong>Site de inscrições:</strong> <a href="https://eventosrental.com.br/ingressos/evento/6-forum-rent-de-contabilidade-reforma-tributaria-e-os-impactos-nas-locadoras">clique aqui</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/vida/">Minha Casa, Minha Vida foi responsável por quase metade das vendas de imóveis no primeiro trimestre</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/rental-9/">Como a I.A. pode ajudar de verdade o Rental Service</a></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/forum-2/">6º Fórum Rent de Contabilidade reunirá especialistas para debater os impactos da Reforma Tributária nas locadoras</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
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		<title>Minha Casa, Minha Vida foi responsável por quase metade das vendas de imóveis no primeiro trimestre</title>
		<link>https://alec.org.br/vida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 20:02:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[minha casa minha vida]]></category>
		<category><![CDATA[venda de imóveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O programa Minha Casa, Minha Vida se mantém como principal motor do mercado imobiliário brasileiro, sendo responsável por 49% das vendas no primeiro trimestre de 2026.</p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/vida/">Minha Casa, Minha Vida foi responsável por quase metade das vendas de imóveis no primeiro trimestre</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Levantamento realizado pela CBIC em 221 cidades</em><br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa Minha Casa, Minha Vida se mantém como principal motor do mercado imobiliário brasileiro, sendo responsável por 49% das vendas no primeiro trimestre de 2026, com 54.510 unidades vendidas no período. Esse dado faz parte do levantamento da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) sobre indicadores imobiliários nacionais e foi apresentado durante coletiva de imprensa nesta segunda-feira (25/5). Com estoque estimado em 7,6 meses, o programa segue em ritmo saudável e atua como âncora da demanda popular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em termos percentuais, o Norte tem a maior participação do programa na oferta total de imóveis (52%), enquanto o Sul tem a menor (17%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As informações foram colhidas em 221 cidades, incluindo as 27 capitais e respectivas regiões metropolitanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o vice-presidente Financeiro da CBIC, Eduardo Aroeira, os números reforçam a importância da política pública no combate ao déficit habitacional. “O Minha Casa, Minha Vida vem cumprindo o seu papel de tornar realidade o sonho da casa própria para milhões de brasileiros. Ao longo do tempo, vem se mostrando como grande impulsionador da indústria da construção, representando a metade do mercado imobiliário residencial”, pontuou Aroeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre o início de janeiro e o fim de março deste ano, foram lançadas 97.802 unidades residenciais, uma redução se comparado com o primeiro trimestre de 2025 de 4,9%. A diferença é maior se comparada ao 4º trimestre de 2025, com redução de 32,1%. Historicamente, o último trimestre de cada ano costuma ser o que há maior quantidade de lançamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o dado geral tenha apresentado retração, houve forte expansão no Centro-Oeste no período, com crescimento de 38,3% no número de lançamentos na região, melhor desempenho no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o diretor de economia do SECOVI-SP, Celso Petrucci, a queda de lançamentos já era esperada, dada a sazonalidade do mercado imobiliário — que concentra muitos lançamentos no fim do ano — e que o pequeno recuo das vendas não é motivo de preocupação. “Houve uma redução de 2,6%, o que, no contexto atual, consideramos que é praticamente uma estabilidade em relação ao trimestre anterior”, afirmou Petrucci.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A divulgação será conduzida pelo vice-presidente Financeiro da CBIC, Eduardo Aroeira; pelo vice-presidente da Indústria Imobiliária da entidade (CII/CBIC), Ely Wertheim – também presidente executivo do SECOVI-SP; pelo conselheiro da CBIC, Celso Petrucci – também economista-chefe do SECOVI-SP; e pelo CEO da Brain Inteligência Estratégica, Fábio Tadeu Araújo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento apontou que o número de unidades vendidas cresceu na maior parte do Brasil, apesar da redução de lançamentos. Apenas a região Sul teve recuo nas vendas, com 0,05% menor do que o mesmo período do ano passado. No acumulado dos últimos 12 meses, foram vendidas 438.012 unidades, com o Sudeste respondendo por mais da metade deste número (223.670).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O comparativo entre as unidades vendidas e o valor geral de vendas (VGV) cresceu 0,5% em relação a 2025, atingindo R$ 65,9 bilhões. A oferta final teve uma elevação mais expressiva, de 8,2%,com 350.891 unidades disponíveis. Considerando a média dos últimos 12 meses, se não houvesse novos lançamentos, a oferta final se esgotaria e menos de 10 meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento também ouviu pessoas quanto à intenção de compra de imóvel nos próximos dois anos. Ao todo 49% dos entrevistados declararam interesse na compra, sendo as casas em rua o principal tipo de imóvel pretendido (47%), seguido de apartamento (35%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Deixar de pagar aluguel é apontado como principal motivo para a compra (38%), seguido de sair da casa dos pais (12%) e mudança de localidade (8%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Minha Casa, Minha Vida passou por uma reformulação recente em que houve aumento nas faixas de renda e no valor máximo dos imóveis. Isso tem potencial de aumentar ainda mais a participação do programa no mercado imobiliário”, disse o vice-presidente de Habitações de interesse social da CBIC, Clausens Duarte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os efeitos inflacionários da crise do petróleo, provocada por tensões no Estreito de Ormuz, já refletem nos indicadores da construção, com aumento nos preços dos materiais e tem preocupado o setor da construção. Outro fator de atenção é a iminente aprovação da PEC que estabelece o fim da escala 6&#215;1 e redução de carga horária para 40 horas sem que haja contrapartidas ou aumento de produtividade. Também preocupa a incerteza quanto à regulamentação da Reforma Tributária, etapa essencial para a clareza do ambiente tributário e a transição entre o antigo e o novo modelo. De acordo com o vice-presidente da Indústria Imobiliária da entidade, Ely Wertheim, essas questões precisam de uma solução, pois impactam profundamente no desempenho do setor. “Precisamos dar um encaminhamento que não penalize tanto o setor, sobretudo porque há muitos contratos que foram firmados com as regras vigentes atuais, de escala 6&#215;1 e jornada de 44 horas semanais. Além disso, os impactos da guerra têm aumentado o custo da construção civil em todas as etapas da obra. E por fim, precisamos que o arcabouço tributário esteja claro para o início da transição, e por isso, é fundamental que definida a regulamentação da Reforma Tributária o quanto antes”, finalizou Wertheim.<br><br><a href="https://s2601.imxsnd100.com/link.php?code=bDpfLTIwLV8lMkZ4JTJGMTIwOTQlMkZiMzElMkZiMzEyM2JhZTRmN2JlMTU1MjgzMjk3OTNmNzMyYTVhNC5wZGY6MzIyMDk2NDM0MDoxMjk3MzMzNjMwOjI2MjI6MTM2NjpjYjEyOmU1">Indicadores imobiliários nacionais:&nbsp;</a><a href="https://s2601.imxsnd100.com/link.php?code=bDpfLTIwLV8lMkZ4JTJGMTIwOTQlMkZiMzElMkZiMzEyM2JhZTRmN2JlMTU1MjgzMjk3OTNmNzMyYTVhNC5wZGY6MzIyMDk2NDM0MDoxMjk3MzMzNjMwOjI2MjI6MTM2NjpjYjEyOmU1">anexo 1.pdf</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/rental-9/">Como a I.A. pode ajudar de verdade o Rental Service</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/construcao-46/">Construção paulista fecha março com saldo positivo em todas as regionais do SindusCon-SP</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/vida/">Minha Casa, Minha Vida foi responsável por quase metade das vendas de imóveis no primeiro trimestre</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
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		<item>
		<title>Construção paulista fecha março com saldo positivo em todas as regionais do SindusCon-SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 14:09:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
		<category><![CDATA[geração de vagas]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores formais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Construção encerrou o mês com 841,8 mil trabalhadores formais; capital liderou a geração de vagas, com saldo de 5,1 mil empregos, enquanto Campinas criou 1,2 mil postos e Sorocaba abriu 1 mil novas vagas.</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Construção encerrou o mês com 841,8 mil trabalhadores formais; capital liderou a geração de vagas, com saldo de 5,1 mil empregos, enquanto Campinas criou 1,2 mil postos e Sorocaba abriu 1 mil novas vagas</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A construção civil do estado de São Paulo terminou o mês de março com saldo positivo de 9.635 empregos com carteira assinada, diferença entre admissões e desligamentos, e encerrou o período com 841.867 trabalhadores formais. O resultado manteve o estado na liderança nacional da geração de vagas na construção, concentrando aproximadamente 27% das contratações líquidas e do total de vínculos ativos do setor no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Yorki Estefan, presidente do SindusCon-SP, o desempenho do primeiro trimestre demonstra a capacidade da construção civil de manter a geração de empregos formais, mas alerta sobre o aumento dos custos do setor. “Medidas como o fim da escala 6&#215;1 podem elevar significativamente os custos das obras, afetar a viabilidade de novos empreendimentos e impactar diretamente o ritmo de contratações da construção civil”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento foi realizado por meio da ferramenta online do SindusCon-SP, que acompanha mensalmente o desempenho do emprego formal na construção em todas as suas regionais. Os dados são apurados pelo FGV Ibre, com base nas informações do Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego. A plataforma considera série histórica iniciada em 2021 e permite monitorar o comportamento regional das admissões e desligamentos, além do saldo mensal de vagas, diferença entre contratações e demissões, e do estoque total de trabalhadores com carteira assinada na construção civil paulista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Regiões com maior geração de empregos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A capital paulista encerrou março com 373.750 trabalhadores com carteira assinada, o maior estoque do Estado, e saldo positivo de 5.191 vagas no mês. Do total de vínculos ativos, aproximadamente 160 mil estão nos serviços especializados, 120 mil em edificações e 94 mil em obras de infraestrutura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Campinas registrou saldo positivo de 1.223 empregos e terminou março com 103,1 mil trabalhadores formais, o segundo maior estoque do Estado. Sorocaba também se destacou, com abertura de 1.003 vagas e total de 99,3 mil empregados formais na construção civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bauru apresentou saldo positivo de 679 empregos e encerrou o período com aproximadamente 35,1 mil trabalhadores formais. No litoral, Santos abriu 422 vagas em março e alcançou um estoque de 29,5 mil vínculos ativos, impulsionada principalmente pelas obras de infraestrutura e edificações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Santo André registrou saldo positivo de 415 empregos e terminou o mês com 47,2 mil trabalhadores formais. Já São José dos Campos abriu 333 vagas e encerrou março com estoque de 52,8 mil empregados com carteira assinada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Regionais com menor ritmo de contratação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mogi das Cruzes registrou saldo positivo de 184 empregos em março e terminou o período com 13,6 mil trabalhadores formais na construção civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Presidente Prudente abriu 86 vagas no mês e encerrou março com aproximadamente 8,6 mil trabalhadores com carteira assinada, o menor estoque entre as regionais analisadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São José do Rio Preto registrou saldo positivo de 81 empregos e terminou o período com aproximadamente 25,2 mil vínculos formais no setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ribeirão Preto apresentou saldo de 18 vagas em março e encerrou o mês com estoque de 53,7 mil trabalhadores formais na construção civil. Os dados são do Novo Caged e podem sofrer revisões nos meses subsequentes, em função do envio de informações fora do prazo legal, ajustes realizados pelas empresas ou atualizações decorrentes do cruzamento de bases oficiais do mercado de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/empregos-8/">Construção civil mantém geração de empregos e financiamento em alta no primeiro trimestre</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/ecos-chega-a-sua-setima-edicao-e-projeta-mais-de-r-500-milhoes-em-negocios/">ECOS chega à sua sétima edição e projeta mais de R$ 500 milhões em negócios</a></p>
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		<title>Construção civil mantém geração de empregos e financiamento em alta no primeiro trimestre</title>
		<link>https://alec.org.br/empregos-8/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 13:56:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[carteira assinada]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
		<category><![CDATA[INCC]]></category>
		<category><![CDATA[vagas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A construção civil apresentou desempenho positivo de geração de empregos, na expansão do financiamento imobiliário e no aumento nas vendas de cimento no primeiro trimestre de 2026.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A construção civil apresentou desempenho positivo de geração de empregos, na expansão do financiamento imobiliário e no aumento nas vendas de cimento no primeiro trimestre de 2026. Apesar dos indicadores favoráveis, o setor já sente os efeitos do cenário econômico mais desafiador, marcado por juros elevados, inflação persistente e aumento nos custos dos materiais de construção.&nbsp;<strong>Os dados foram apresentados pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC)&nbsp;</strong>durante coletiva sobre o desempenho do setor no primeiro trimestre do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A entidade revisou a expectativa de crescimento da construção civil em 2026 de 2% para 1,2%</strong>. Segundo a economista da CBIC, Ieda Vasconcelos, o setor segue sustentado pelos resultados do mercado imobiliário registrados em 2025 e pelo volume de investimentos em infraestrutura previstos para este ano. “O número de lançamentos e vendas do ano passado continua movimentando o nível de atividade da construção em 2026, porque o ciclo produtivo do setor é longo”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Construção respondeu por 20% dos empregos gerados no país</strong> Um dos principais destaques do trimestre foi o mercado de trabalho. Entre janeiro e março, a construção civil criou 120.547 empregos formais, resultado 18,8% superior ao registrado no mesmo período de 2025. Com isso, <strong>o setor passou a responder por praticamente 20% de todas as vagas com carteira assinada</strong> criadas no país no período. A construção encerrou março com 3,063 milhões de trabalhadores formais. O resultado representa crescimento de 3,5% em relação ao primeiro trimestre do ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Ieda, o desempenho foi o melhor para um primeiro trimestre desde o início da atual série histórica do Novo Caged, iniciada em 2020. “<strong>O setor voltou a contratar em todos os segmentos</strong>&nbsp;após o período sazonal do fim do ano. O resultado do primeiro trimestre foi o melhor dos últimos sete anos”, destacou. Entre as cidades, São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba registraram os maiores volumes de contratação. Curitiba destacou-se com a geração de 3.025 postos de trabalho, impulsionada principalmente por obras de infraestrutura e construção de edifícios.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Crédito imobiliário cresce com FGTS e SBPE</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O financiamento imobiliário também apresentou expansão no primeiro trimestre.&nbsp;<strong>As operações com recursos do FGTS somaram R$ 32,5 bilhões</strong>, alta de 21,6% em relação ao mesmo período de 2025. Já os financiamentos via Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) alcançaram R$ 42,3 bilhões, crescimento de 11,9%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em número de unidades financiadas, o FGTS respondeu por 142,4 mil imóveis entre janeiro e março. Pelo SBPE, foram 125,4 mil unidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o presidente da CBIC, Renato Correia, o FGTS continua sendo uma das principais bases de sustentação da habitação popular no país. “<strong>O FGTS é fundamental para financiar habitação de interesse social</strong>. O déficit habitacional brasileiro ainda é muito elevado e o setor depende desses recursos para ampliar o acesso à moradia”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Custos e juros pressionam setor</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com indicadores positivos,&nbsp;<strong>a construção enfrenta um cenário mais desafiador em 2026</strong>. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) acumulou alta de 5,84% em 12 meses até março, acima da inflação oficial do país, medida pelo IPCA, que ficou em 4,14%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O maior impacto veio da mão de obra, com aumento de 8,82% no período. Além disso, a CBIC alertou para a aceleração recente dos custos de materiais e equipamentos, influenciada pelo aumento do petróleo. “<strong>O aumento do custo dos materiais preocupa porque não era previsto no início do ano</strong>. O setor já enfrenta juros elevados e dificuldade de contratação de mão de obra”, explicou Ieda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<strong>taxa Selic elevada voltou a aparecer como a principal preocupação dos empresários da construção</strong>. Em abril, o Índice de Confiança do Empresário da Construção caiu para 46,4 pontos, permanecendo abaixo da linha dos 50 pontos, que separa confiança de falta de confiança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Renato Correia, a combinação entre juros altos, pressão nos custos e redução das margens exige atenção, especialmente em obras públicas e projetos habitacionais de interesse social. “Os contratos de habitação popular trabalham com margens muito estreitas,concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.cimentoitambe.com.br/construcao-civil-mantem-geracao-de-empregos-e-financiamento-em-alta-no-primeiro-trimestre/?utm_source=newsmassacinzenta&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=construcao-civil-mantem-geracao-de-empregos-e-financiamento-em-alta-no-primeiro-trimestre%2F&amp;utm_term=post_21&amp;utm_content=Mai_semana_3">Cimento Itambé</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



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<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/materiais-10/">Indústria de materiais perde ritmo em abril após retomada observada no mês anterior</a></p>
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		<title>ECOS chega à sua sétima edição e projeta mais de R$ 500 milhões em negócios</title>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2026 13:15:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[construção modular]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ECOS - Expo Construção Offsite 2026, o maior evento da construção modular da América Latina acontece de 16 a 19 de junho, no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>A ECOS &#8211; Expo Construção Offsite 2026, o maior evento da construção modular da América Latina acontece de 16 a 19 de junho, no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo<br><br>Feira terá uma arena inédita construída em apenas três dias</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A ECOS &#8211; Expo Construção OffSite 2026 chega à sua sétima edição consolidada como o principal evento de construção modular do Brasil e da América Latina. Reunindo inovação, sustentabilidade, tecnologia e eficiência, a feira acontece entre os dias 16 e 19 de junho, no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo, com uma infraestrutura preparada para receber um público altamente qualificado e proporcionar experiências imersivas aos participantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento contínuo do setor e da própria feira se reflete na expectativa de movimentação de negócios desta edição, que deve ultrapassar a marca de R$ 500 milhões gerados durante e após o evento. Ao longo de suas sete edições, a Expo Offsite já reuniu mais de 700 marcas expositoras e recebeu um público superior a 50 mil visitantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A feira reúne empresas líderes do segmento, startups, fornecedores de materiais, fabricantes de tecnologias e prestadores de serviços especializados, apresentando soluções voltadas à construção industrializada, eficiência energética, automação, digitalização de processos e sustentabilidade. Com uma curadoria criteriosa, a ECOS se consolida como uma plataforma estratégica para atualização profissional, geração de negócios e fortalecimento de toda a cadeia produtiva da construção modular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os estandes funcionarão como espaços de conhecimento e networking&nbsp; oferecendo demonstrações práticas, lançamentos de produtos, experiências interativas e consultorias técnicas personalizadas. O objetivo é aproximar profissionais, empresas e instituições de referência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Expo Construção Offsite, desde a sua criação, vem impactando de forma positiva o setor da construção”, afirma Marcos Bueno, CEO do evento. “Na realização da primeira edição, o mercado offsite era completamente desconhecido e as empresas estavam muito regionalizadas. Ao longo de todas as edições, a Expo Offsite reuniu empresas de todo o país em um local dedicado ao segmento, gerando oportunidades para que se tornassem conhecidas do público. O público visitante também vem aumentando a cada ano, fortalecendo ainda mais o mercado”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os destaques da edição de 2026 está a inédita Arena Expo Offsite, uma estrutura inovadora que será construída em apenas três dias utilizando módulos habitacionais e telhas autoportantes. O projeto demonstra, na prática, a agilidade e versatilidade da construção modular, além de apresentar aplicações que vão além das edificações tradicionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os participantes da Arena Expo Offsite e da feira poderão acompanhar de perto como a construção modular pode ser aplicada em diferentes formatos e usos, reforçando o potencial da industrialização da construção civil. O projeto arquitetônico da Arena é assinado por Marcos Bueno, arquiteto urbanista e CEO da exposição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação da ECOS 2026 contará com 15 horas de conteúdo distribuídas ao longo de três dias, reunindo profissionais reconhecidos do mercado para palestras, debates e apresentação de cases de sucesso relacionados à construção modular offsite. &nbsp;A expectativa da organização é ampliar ainda mais o posicionamento do evento como principal vitrine do mercado de construção modular da América Latina, fortalecendo a indústria e impulsionando novos negócios, parcerias e soluções inovadoras para o setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A programação completa do da 7ª edição da Expo Construção Offsite estará disponivel em breve. &nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



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<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://alec.org.br/gestao/">Gestão do Ativo: manter, vender ou substituir?</a></p>



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