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	<title>Arquivos Matérias - Informações confiáveis para o setor rental</title>
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	<description>ALEC - Associação Brasileira de Locadores de Equipamentos</description>
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	<title>Arquivos Matérias - Informações confiáveis para o setor rental</title>
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		<title>Atlas Copco expõe portfólio completo e sustentável na Analoc Rental Show 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 14:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[analoc rental show]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na Analoc Rental Show, a Atlas Copco Power Technique apresentará um panorama completo de suas quatro linhas de negócios.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na terceira edição da <a href="https://analocrentalshow.com.br/">Analoc Rental Show</a>, que acontece de 4 a 6 de junho no Expominas, a Atlas Copco Power Technique apresentará um panorama completo de suas quatro linhas de negócios, reafirmando o compromisso de oferecer ao mercado de locação soluções eficientes e de baixo impacto ambiental. Instalada no estande 02, a companhia levará equipamentos de bombeamento, geração de energia, iluminação e ar comprimido — além de ferramentas e insumos de pós-vendas — para demonstrar a sinergia entre tecnologias a diesel, elétricas e movidas a energia solar.</p>



<p>Entre as soluções de bombeamento, estará a motobomba de drenagem PAS150 HF, compacta, silenciosa e equipada com escorva automática a vácuo. O modelo integra o sistema telemático Fleet Link, que permite ao locador monitorar a performance em tempo real. Ainda na mesma linha, o público poderá conferir as bombas submersíveis elétricas WEDA, indicadas para drenagem, lodo e dragagem. Com impulsores de cromo endurecido (55 HRC) e difusores ajustáveis, esses equipamentos suportam ambientes abrasivos, pesam até 40 % menos que produtos equivalentes e oferecem manutenção direta no local de trabalho.</p>



<p>No segmento de energia e iluminação, o gerador portátil QAS 55, de 55 kVA, se destaca pelo baixo consumo de combustível e pela robustez que garante transporte fácil e anos de operação confiável. Complementando a oferta, a segunda geração da torre de iluminação solar HiLight MS4 cobre até 5 278 m² com média de 20 lux, operando sem emissões e exigindo intervenção mínima, o que a torna atraente para eventos, obras e mineração.</p>



<p>A divisão de ar comprimido portátil levará duas soluções desenhadas para contextos distintos: o compressor diesel X-Air 400, equipado com resfriador, filtros, supressor de faíscas e skid metálico que simplifica instalação e manutenção; e o compressor elétrico E-Air T900, com vazão entre 400 e 900 pcm, emissão zero de CO₂, baixos níveis de ruído e intervalos de manutenção estendida de até 2 000 horas ou dois anos. Para completar, rompedores, marteletes e outros acessórios compatíveis com os compressores estarão expostos, bem como a linha de lubrificantes desenvolvida especificamente para prolongar a vida útil dos equipamentos e reduzir o custo total de propriedade.</p>



<p>Durante o evento, a empresa vai demonstrar o leque de soluções para apoiar as locadoras na transição por operações mais sustentáveis e rentáveis. Ao reunir no mesmo espaço soluções movidas a diesel, energia elétrica e luz solar, Atlas Copco se posiciona como a parceria ideal para cada aplicação, com foco em eficiência, segurança e baixo Total Cost of Ownership (TCO), em português “Custo Total de Propriedade”.</p>



<p>Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p><a href="https://alec.org.br/construa-2/">Lideranças da construção e governo debatem o futuro da habitação popular no Construa Sul 2025</a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/beneficio/">ALEC lança benefício exclusivo que une seguro de vida obrigatório e pacote de saúde por apenas R$ 49,00 por vida</a></p>
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		<title>Setor de construção diz que liberação do saldo retido do FGTS &#8216;coloca financiamento da habitação em risco&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2025 14:50:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[cbic]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[liberação do saldo remanescente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A CBIC divulgou nota criticando a liberação do saldo remanescente do FGTS para trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário e ficaram com o dinheiro retido após serem demitidos sem justa causa desde 2020. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) divulgou nota na sexta-feira passada criticando a <a class="" href="https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/02/28/fgts-governo-publica-mp-e-libera-saldo-retido-do-saque-aniversario.ghtml">liberação do saldo remanescente</a> do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (<a class="" href="https://oglobo.globo.com/tudo-sobre/assunto/fgts">FGTS</a>) para trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário e ficaram com o dinheiro retido após serem demitidos sem justa causa desde 2020. Para a entidade, a medida &#8220;coloca o financiamento da habitação em risco e compromete uma poupança destinada a proteger o trabalhador&#8221;.</p>



<p>A CBIC afirma que apresentou seus argumentos a &#8220;diversas instâncias do Executivo e Legislativo&#8221; e disse contrária a &#8220;toda medida que pulverize recursos do FGTS para finalidades fora de sua missa institucional&#8221;.</p>



<p>De acordo com a entidade, desde 2020 cerca de 37 milhões de pessoas usaram o saque-aniversário e sua antecipação, movimentando R$ 141,9 bilhões até dezembro de 2024. A CBIC argumenta que, se esse valor tivesse sido investido em habitação, seria suficiente para construir 2 milhões de moradias.</p>



<p>A medida provisória (MP) que autoriza a retirada dos recursos foi publicada em edição extra do Diário Oficial na tarde desta sexta-feira. Os trabalhadores vão poder acessar o aplicativo FGTS no celular ainda nesta sexta para saber se terão direito de sacar o saldo da conta vinculada.</p>



<p>Se um trabalhador aderiu ao saque-aniversário e foi demitido em 2023, por exemplo, e voltou a trabalhar em 2024, ele poderá retirar o saldo retido no momento da demissão. Ou seja, o valor que ele possuía no FGTS em 2023. O saldo retido não deve ser confundido com o saldo do emprego atual, pois ele se refere ao montante acumulado em empregos anteriores.</p>



<p>Fonte: <a href="https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/02/28/setor-de-construcao-diz-que-liberacao-do-saldo-retido-do-fgts-coloca-financiamento-da-habitacao-em-risco.ghtml">O Globo</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p><a href="https://alec.org.br/reforma-4/">Além do óbvio: os impactos da Reforma Tributária nos contratos privados</a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/compressores/">3º Alugar Compressores: Insights Estratégicos e Tendências do Setor</a></p>
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		<title>NR-1 atualizada: Saúde mental e gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho</title>
		<link>https://alec.org.br/nr-1/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 19:13:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[NR-1]]></category>
		<category><![CDATA[psicossociais]]></category>
		<category><![CDATA[riscos ocupacionais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) passará por mudanças substanciais a partir de 24 de maio de 2025, enfatizando o gerenciamento proativo de riscos ocupacionais, com destaque para a inclusão de riscos psicossociais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) passará por mudanças substanciais a partir de 24 de maio de 2025, conforme estabelecido pela Portaria MTE Nº 1.419, de 27 de agosto de 2024. Essa atualização enfatiza o gerenciamento proativo de riscos ocupacionais, com destaque para a inclusão de riscos psicossociais, ampliando o alcance das regulamentações de saúde ocupacional no Brasil.</p>



<p>Um dos avanços mais significativos na nova redação da NR-1 é a inclusão explícita dos riscos psicossociais dentro do gerenciamento de riscos ocupacionais (GRO). Esta mudança reflete uma crescente conscientização sobre o impacto das condições de trabalho na saúde mental dos empregados, reconhecendo que fatores como estresse no trabalho, assédio, e carga de trabalho excessiva podem afetar gravemente a saúde e a produtividade.</p>



<p>A inclusão dos riscos psicossociais na NR-1 reconhece o impacto significativo que eles podem ter na produtividade, no aumento do absenteísmo e no índice de doenças ocupacionais, como estresse, síndrome do burnout, ansiedade e depressão. Esses problemas não só afetam trabalhadores, mas também geram custos elevados para as empresas decorrentes de afastamentos, baixa produtividade e processos judiciais.</p>



<p>Uma pesquisa realizada pelo InfoJobs, plataforma de classificados para vagas de emprego, no último ano, revelou que 86% dos funcionários no país consideram trocar de emprego por conta da saúde mental. É um número alarmante e preocupante se consideramos que se nada for feito, essa porcentagem ficará ainda maior.</p>



<p>A insegurança mental no ambiente de trabalho é um fator que pode comprometer significativamente a saúde dos trabalhadores. A insegurança mental no trabalho geralmente decorre de fatores organizacionais, como instabilidade profissional, pressão excessiva por resultados, falta de comunicação clara e clima organizacional tóxico. Ademais, a insegurança mental no trabalho não é apenas uma questão individual, mas uma questão estratégica para as empresas.</p>



<p>A NR-1 atualizada vai exigir que as empresas incluam a avaliação e gestão de riscos psicossociais como parte do programa de gerenciamento de riscos (PGR). As empresas deverão mapear os fatores que podem contribuir para o surgimento desses riscos, considerando aspectos como a organização do trabalho, condições físicas e sociais do ambiente laboral.</p>



<p>Com base no resultado da análise de riscos, as empresas irão precisar implementar ações preventivas e corretivas, como programas de treinamento, melhorias nas condições de trabalho, fortalecimento da comunicação organizacional e criação de canais de apoio psicológico para os trabalhadores.</p>



<p>Ademais, o processo de gestão dos riscos psicossociais deve ser contínuo e revisado periodicamente para garantir a eficácia das medidas implementadas pelas empresas.</p>



<p>Outro ponto importante que trouxe a atualização foi a necessidade de capacitar os empregadores e gestores para identificar e lidar com estes riscos, com o intuito de serem os responsáveis por promover uma cultura organizacional voltada para o bem-estar dos colaboradores.</p>



<p>A implementação dessas mudanças pode apresentar desafios significativos, especialmente para as pequenas e médias empresas. A complexidade de identificação e do gerenciamento de riscos psicossociais exige investimentos e até a contratação de especialistas para realizar a adaptação de processos internos. Fora a mudança na cultura das empresas para redução desses riscos que pode vir a encontrar muita resistência dos gestores, por simplesmente não levarem a sério ou minimizarem a relevância da saúde mental dos colaboradores.</p>



<p>Riscos psicossociais, como o estresse no trabalho, assédio moral e sobrecarga de tarefas, demandam métodos de análise e intervenção diferentes dos riscos físicos ou químicos tradicionais. As empresas precisam desenvolver estratégias eficazes para detectar e mitigar esses riscos, o que pode incluir o aprimoramento de políticas de recursos humanos, programas de apoio ao empregado e treinamentos focados na saúde mental.</p>



<p>A atualização da NR-1 reforça a necessidade de uma abordagem integrada e estratégica para a gestão de riscos no ambiente de trabalho. Incorporar os riscos psicossociais ao PGR, é um avanço significativo, alinhando práticas internacionais de saúde ocupacional. &nbsp;</p>



<p>Apesar dos desafios de implementação, as empresas que investirem nesse processo poderão não apenas cumprir as exigências legais, mas também fomentar ambientes mais saudáveis e produtivos e sustentáveis.</p>



<p>Com essa atualização, o Ministério do Trabalho destaca que a saúde mental é tão essencial quanto a segurança física, promovendo uma visão mais abrangente e humana da relação entre trabalho e qualidade de vida.</p>



<p><strong>Patricia Punder,&nbsp;</strong>é advogada e compliance<em>&nbsp;officer com experiência internacional. Professora de Compliance no pós-MBA da USFSCAR e LEC – Legal Ethics and Compliance (SP). Uma das autoras do “Manual de Compliance”, lançado pela LEC em 2019 e Compliance – além do Manual 2020.&nbsp;</em></p>



<p><em>Com sólida experiência no Brasil e na América Latina, Patricia tem expertise na implementação de Programas de Governança e Compliance, LGPD, ESG, treinamentos; análise estratégica de avaliação e gestão de riscos, gestão na condução de crises de reputação corporativa e investigações envolvendo o DOJ (Department of Justice), SEC (Securities and Exchange Comission), AGU, CADE e TCU (Brasil).&nbsp;</em><a href="https://www.punder.adv.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>www.punder.adv.br</em></a></p>



<p>Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p><a href="https://alec.org.br/casa-5/">Casa do Construtor chega à Argentina com primeira unidade em Buenos Aires, unindo histórias de pioneirismo e sucessão familiar </a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/varejo-2/">Vendas do varejo de materiais de construção fica estável em novembro, destaca levantamento   </a></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/nr-1/">NR-1 atualizada: Saúde mental e gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Empresas de construção civil podem economizar 30% na conta de energia com a migração para o mercado livre</title>
		<link>https://alec.org.br/energia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jan 2025 21:51:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Livre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na construção civil, por exemplo, o insumo energia representa cerca de 5% a 10%* dos custos mensais das empresas,</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A migração para o Ambiente de Contratação Livre (ACL), ou simplesmente mercado livre, está avançando em vários setores da economia brasileira. Na construção civil, por exemplo, o insumo energia representa cerca de 5% a 10%* dos custos mensais das empresas, tanto diretamente &#8211; nos canteiros de obras, como indiretamente &#8211; na utilização de materiais como o alumínio, cuja produção exige alta demanda de energia elétrica.</p>



<p>“Para essas empresas, onde o custo da energia elétrica representa uma parte significativa das despesas fixas, a migração para o mercado livre de energia pode proporcionar até 30% de economia na conta de luz. Essa redução é decisiva para liberar recursos que podem ser reinvestidos no negócio, seja em expansão ou melhorias operacionais”, explica&nbsp;Talissa Paiola, coordenadora de marketing da CPFL Soluções, comercializadora varejista com clientes em 12 estados brasileiros e parte do Grupo CPFL Energia.</p>



<p><strong>Avanço nas migrações</strong>&nbsp;&#8211; Segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), em 2024, empresas do grupo A, ligadas em alta tensão, correspondem a 89,3% das migrações para o mercado livre, um aumento expressivo em comparação aos 63,3% de 2023. Dessa lista fazem parte empresas com carga menor do que 500 kWh&nbsp;e que gastam a partir de R$ 5 mil&nbsp;ao mês com energia.</p>



<p>Além da redução na conta de energia, no mercado livre os contratos atendem mais às especificações do cliente. A adoção de fontes renováveis de energia também é um diferencial do ML. “Isso traz benefícios adicionais como certificados de energia renovável e possíveis incentivos fiscais para fabricantes que buscam fortalecer suas credenciais de sustentabilidade e aderir às práticas ESG (Environmental, Social and Governance)”, explica Talissa.&nbsp;</p>



<p><strong>Simulação</strong>&nbsp;&#8211; Empresas interessadas em explorar a oportunidade do ML podem realizar uma simulação online que permite calcular rapidamente o potencial de economia com a transição. A ferramenta é gratuita, simples e rápida. Acesse <a href="https://bit.ly/simuladorcpfl" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>. Mais informações em <a href="https://cpflsolucoes.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CPFL Soluções</a>.&nbsp;</p>



<p>*<em>Fonte: Relatórios de sustentabilidade e eficiência energética na construção civil, ABNT, 2020.</em></p>



<p>Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p><a href="https://alec.org.br/networking/">Sete estratégias para mulheres empreendedoras ampliarem o networking em 2025</a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/metro/">Confira o valor do metro quadrado da construção com base nos dados do SINAPI</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Boletim Focus: projeção de IPCA volta a subir; previsões de Selic e PIB são mantidas</title>
		<link>https://alec.org.br/previsoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2024 16:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Índice de Atividade Econômica do Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[pib]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório Focus]]></category>
		<category><![CDATA[taxa selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As projeções dos analistas para a inflação em 2024 voltaram a subir nesta semana,  segundo dados do Relatório Focus do Banco Central.</p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/previsoes/">Boletim Focus: projeção de IPCA volta a subir; previsões de Selic e PIB são mantidas</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As projeções dos analistas para a inflação em 2024 voltaram a subir nesta semana, enquanto as estimativas para o PIB, a taxa básica de juros (Selic) e para o câmbio no ano se mantiveram, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (7) pelo Relatório Focus do Banco Central.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-inflacao">Inflação</h2>



<p>A estimativa do&nbsp;<a href="https://www.infomoney.com.br/guias/ipca/">IPCA</a>&nbsp;para 2024 subiu de 4,37% para 4,38%. A previsão para a inflação de 2025 continuou em 3,97%. A projeção para 2026 ficou nos mesmos 3,60%, enquanto para 2027, a estimativa continua em 3,50% há 66 semanas.</p>



<p>As expectativas para a variação dos preços administrados dentro do IPCA em 2024 subiram novamente nesta semana, de 4,77% para 4,79%. As projeções para 2025 foram mantidas em 3,80. Para 2026, a estimativa se manteve em 3,70%. A previsão para 2026 está em 3,50% há 53 semanas.</p>



<p>Para o IGP-M, as projeções para 2024 subiram de 3,96% para 3,98%, enquanto a estimativa para 2025 caiu de 4,0% para 3,96%. Para 2026, a projeção de inflação permaneceu em 4,0% e a de 2027 ficou nos mesmos 3,90% da semana anterior.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-pib">PIB</h2>



<p>Para o&nbsp;<a href="https://www.infomoney.com.br/guias/pib-produto-interno-bruto/">produto interno bruto (PIB)</a>, a mediana das projeções de 2024 permaneceu em 3,0%. A previsão para 2025, no entanto passou de 1,92% para 1,93%. A estimativa para 2026 permanece nos mesmos 2,0% há 61 semanas. A projeção também está em 2,0% para 2027, há 63 semanas.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-selic">Selic</h2>



<p>As projeções dos analistas para a&nbsp;<a href="https://www.infomoney.com.br/guias/taxa-selic/">taxa básica de juros (Selic)</a>&nbsp;em 2024 se mantiveram em 11,75%. A estimativa para 2025 também continuou a mesma da semana anterior, de 10,75%. A projeção para 2026 permaneceu em 9,50% e a de 2027 continuou em 9,0%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Câmbio</h2>



<p>A mediana das projeções para o dólar em 2024 se manteve em R$ 5,40, enquanto a de 2025 subiu de R$ 5,35 para R$ 5,39. Para 2026, a estimativa permaneceu em R$ 5,30, enquanto a projeção para 2027 também ficou nos mesmos R$ 5,30.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-resultado-primario">Resultado primário</h2>



<p>A projeções para o resultado primário brasileiro ficaram estáveis em todo o horizonte da pesquisa: continuaram em -0,60% do PIB para 2024 (pela quinta semana seguida), em -0,73% do PIB para 2025, -0,67% do PIB em 2026 e -0,30% do PIB em 2027.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-divida-publica">Dívida pública</h2>



<p>Para a dívida líquida do setor público, as estimativas se mantiveram em 2024, ficando nos mesmos 63,50% do PIB da semana passada. Para 2025, também permaneceu em 66,50% do PIB. Mas as estimativas para 2026 cresceram de 69,23% do PIB para 69,27% do PIB, enquanto para 2027 avançaram de 71,48% do PIB para 71,49% do PIB.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-balanca-comercial">Balança comercial</h2>



<p>A projeção para a balança comercial brasileira 2024 caiu de US$ 81,0 bilhões para US$ 80,05 bilhões, enquanto o saldo positivo estimado para 2025 se manteve em US$ 76,19 bilhões. Para 2026, a projeção continuou em US$ 78,00 bilhões, enquanto a estimativa para 2027 foi mantida em US$ 80,0 bilhões.</p>



<p>Fonte:<a href="https://www.infomoney.com.br/economia/boletim-focus-projecao-de-ipca-volta-a-subir-previsoes-de-selic-e-pib-sao-mantidas/"> Infomoney</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p><a href="https://alec.org.br/caged/">Construção civil gera mais de 13 mil postos, segundo Caged</a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/digitais/">Construção civil: Cresce o uso de canais digitais no reabastecimento de estoques no setor   </a></p>
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		<title>Resiliência e união diante da catástrofe gaúcha</title>
		<link>https://alec.org.br/resiliencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 17:31:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[enchente]]></category>
		<category><![CDATA[resiliência]]></category>
		<category><![CDATA[tragédia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na tragédia no RS, Karine de Matos, da CSM, Mecan e MTower, liderou esforços de socorro em São Leopoldo, exemplificando a resiliência humana.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na história do Brasil, poucos eventos capturaram a devastação e a resiliência humana como a recente tragédia no Rio Grande do Sul. Diante de uma catástrofe sem precedentes que atingiu 447 dos 497 municípios do estado, a história de como uma comunidade inteira se uniu, com lideranças que surgiram da adversidade, é tanto inspiradora quanto desoladora. Karine de Matos, representante da CSM, Mecan e MTower, foi uma das voluntárias que não só testemunhou, mas também orquestrou esforços de socorro em São Leopoldo e compartilhou conosco uma narrativa que é um verdadeiro testamento da força do espírito humano em tempos de crise.</p>



<p>Os gaúchos estão acostumados a enfrentar as águas dos rios que cercam suas casas, mas nada poderia prepará-los para o que aconteceria em maio último. Karine descreve cenas que parecem tiradas de um filme de ficção.<em> &#8220;O dique, que deveria proteger a cidade, rompeu como se uma comporta de hidrelétrica fosse aberta no centro da avenida principal,”</em> conta ela. Em apenas meia hora, as águas engoliram São Leopoldo, deixando milhares isolados em seus apartamentos, enquanto outros tantos buscavam refúgio onde podiam.</p>



<p>O Sindicato dos Metalúrgicos abriu as portas de seu ginásio de esportes e abrigou mais de 900 desabrigados apenas na primeira noite que o dique rompeu. Sem estrutura alguma, as necessidades básicas começaram a se acumular. <em>&#8220;Começamos sem colchões, sem roupas, sem cobertores. Tivemos que improvisar em tudo,&#8221;</em> relata Karine emocionada. A comunidade local, igrejas e mercados abriram suas portas, qualquer espaço era transformado em abrigo.</p>



<p>Nesse contexto, a ALEC fez um apelo urgente aos seus associados para que se unissem e apoiassem os esforços de Karine. A resposta foi imediata e abrangente, possibilitando a compra de alimentos, roupas, calçados, equipamentos de proteção individual (EPIs) e materiais de limpeza, entre muitos outros itens essenciais. <em>&#8220;Essa mobilização foi vital para atender às necessidades imediatas e continuadas dos afetados,&#8221;</em> destaca Karine, evidenciando a força da solidariedade no setor.</p>



<p>O voluntariado, segundo Karine, não segue uma lista ou uma coordenação formal. <em>&#8220;Você simplesmente chega e faz o que precisa ser feito. É uma dinâmica surpreendente e desafiadora, mas que funciona.&#8221;</em> Este espírito de iniciativa e auto-organização foi fundamental para enfrentar cada novo desafio, como a escassez de alimentos que levou Karine a mobilizar recursos através de suas redes sociais, adquirindo inclusive uma máquina de lavar para ajudar com a limpeza das roupas de centenas de famílias, ninguém imagina que isso também é necessário.</p>



<p>O povo de São Leopoldo e regiões afetadas do Rio Grande do Sul continua a mostrar uma resiliência que é raramente vista em face de tal destruição. A história de Karine e os milhares como ela, que abriram suas portas e corações em meio à tragédia, são um lembrete do poder do espírito humano. Enquanto o Rio Grande do Sul se reconstrói, a solidariedade permanece como o alicerce para a recuperação. Com olhares fixos no futuro, a proposta de Karine de &#8220;Adotar uma Família&#8221; sugere um caminho para a cura e uma nova esperança para aqueles que perderam tudo. A tragédia ensinou que, embora as águas possam subir, o espírito de uma comunidade permanece inabalável, sempre emergindo mais forte das profundezas do desespero.</p>



<p>A reconstrução se faz necessária. E o presidente da ALEC convoca todos os associados, <em>“Se tem uma coisa que nós, locadores, entendemos é de construção e, por isso, a ALEC, propõe que cada locador e fabricante associado à ALEC doe um equipamento para locadores da região que passarão para frente a corrente do bem. Vem com a gente. Ajude-nos a ajudar.”</em> Quem quiser saber mais como ajudar, <a href="https://conteudo.alec.org.br/ajuda-aos-locadores-do-rio-grande-do-sul">clique aqui.</a></p>



<p>Fonte: matéria publicada na edição maio/junho da Revista Rental News</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p><a href="https://alec.org.br/a-seco-2/">Crescimento e inovações na construção a seco</a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/reforma/">Reforma tributária vai promover mudanças no canteiro de obra</a></p>
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		<title>Minha Casa, Minha Vida aumenta vendas e lucros da construção civil</title>
		<link>https://alec.org.br/vendas-3/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 May 2024 21:18:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[MCMV]]></category>
		<category><![CDATA[minha casa minha vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O MCMV ajudou significativamente o setor da construção civil aumentando em 6% as vendas de residências no primeiro trimestre de 2024.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) ajudou significativamente o setor da construção civil para aumentar, em 6%, as vendas de unidades residenciais no primeiro trimestre de 2024. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o total de imóveis vendidos passou de 76.794 unidades para 81.376 neste ano. Já o percentual de residências do MCMV no total comercializado passou passou de 33,7% em 2023, para 38,59%.</p>



<p>Nos últimos 12 meses foram vendidas 331.311 unidades, número 3,9% maior que nos 12 meses anteriores, quando foram comercializadas 318.973 unidades. Os dados são da pesquisa Indicadores Imobiliários Nacionais do 1º Trimestre de 2024, divulgada nesta segunda-feira (27) pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).</p>



<p>O estudo abrange 220 cidades, incluindo as 27 capitais e as principais regiões metropolitanas do país.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sinal positivo</h2>



<p>“Se em unidades vendidas, nós estamos com 6% a mais, em valores estamos com 12,5% a mais nos últimos 12 meses. Trata-se de um bom sinal para o restante do ano, pois os demais trimestres costumam concentrar mais vendas”, disse o economista Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis de São Paulo (Secovi-SP) Celso Petrucci ao anunciar os números.</p>



<p>No primeiro trimestre deste ano, foram comercializadas 31.407 unidades do programa MCMV – quase 6 mil unidades a mais do que o resultado (25.882 unidades) observado no primeiro trimestre de 2023.</p>



<p>Petrucci explica que, também na comparação com 2023, o mercado tem respondido positivamente aos “avanços promovidos no MCMV”, apresentando “grande diferença” de resultados em relação ao que vinha acontecendo no primeiro semestre de 2023. Os lançamentos do MCMV cresceram 24,7% (de 21.207 para 26.439 unidades) e as vendas cresceram 21,3%, na mesma base de comparação.</p>



<p>“O aumento das vendas, de fato, foi impulsionado pelo MCMV. Isso mostra que o programa vem respondendo bem desde os avanços de julho de 2023”, disse o economista ao lembrar que essa situação veio após “um período de desencadeamento” do programa, observado antes de 2022.</p>



<p>Até então, a participação do MCMV era de quase 50% no mercado dessas 220 cidades. “Chegou a cair para 31% no segundo trimestre do ano passado, mas as mudanças feitas em julho de 2023 deram resultado, e já vemos uma tendência de estar muito mais próximo de 50% das unidades em lançamento. Estamos voltando aos patamares que tínhamos antes do programa se mostrar desenquadrado e, vamos dizer, atrasado em relação às curvas de subsídio e aos limites operacionais”, acrescentou.</p>



<p>Em julho do ano passado, o governo mudou as regras do programa,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-07/novas-regras-do-minha-casa-minha-vida-entram-em-vigor-nesta-sexta" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aumentando o subsídio para aquisição</a>&nbsp;de imóveis e reduzindo a taxa de juros para famílias de baixa renda, nas faixas 1 e 2 do programa.</p>



<p>O presidente da CBIC, Renato Correia, disse ter recebido muitos retornos positivos de prefeitos e parlamentares, no sentido de ampliar a abrangência ao programa. “Nas conversas que tive com eles, tenho observado acenos no sentido de fortalecer o movimento habitacional do país. É um setor muito importante para várias coisas. Hoje nós estamos com 2,8 milhões de trabalhadores com carteira assinada na construção civil”, argumentou.</p>



<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-05/minha-casa-minha-vida-aumenta-vendas-e-lucros-da-construcao-civil">Agência Brasil</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p><a href="https://alec.org.br/igp-10-2/">IGP-10 sobe 1,08% em maio</a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/compartilhada/">Economia compartilhada traz novas formas de acessar e usar bens</a></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/vendas-3/">Minha Casa, Minha Vida aumenta vendas e lucros da construção civil</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
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		<title>IGP-10 sobe 1,08% em maio</title>
		<link>https://alec.org.br/igp-10-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLANEJA COMUNICAÇÃO COMPLETA E MARKETING ASSERTIVO Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 May 2024 14:24:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[IGP-10]]></category>
		<category><![CDATA[Índice Geral de Preços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10)  subiu 1,08% em maio. No mês anterior, a taxa havia sido -0,33% acumulando alta de 0,34% no ano.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O&nbsp;<strong>Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10)</strong>&nbsp;&nbsp;subiu 1,08% em maio. No mês anterior, a taxa havia sido&nbsp;-0,33%. Com esse resultado, o índice acumula alta de 0,34% no ano e queda de 1,27% em 12 meses. Em maio de 2023, o índice caíra 1,53% no mês e acumulava queda de 3,49% em 12 meses.</p>



<p>“<em>Em maio, os três componentes do IGP-10 mostraram aceleração. O Índice de Preços ao Produtor (IPA), que tem maior peso no IGP-10, registrou aumento de 1,34%, com o minério de ferro contribuindo sozinho para 53% desse resultado. No Índice de Preços ao Consumidor (IPC), o destaque foi para o grupo Transportes, que registrou aumento de 1,44% no preço da gasolina. No Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), o principal destaque foi a mão de obra, cuja taxa de variação avançou de 0,50% em abril para 0,92% em maio</em>”, conforme apontado por André Braz, economista do FGV IBRE.</p>



<p>Em maio, o&nbsp;<strong>Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA)&nbsp;</strong>observou uma alta de 1,34%, invertendo o comportamento quando comparado à taxa registrada no mês anterior, de -0,56%. Analisando os estágios de processamento mais detalhadamente, nota-se que os preços dos&nbsp;<strong>Bens Finais</strong>&nbsp;apresentaram uma nova queda, porém em patamar inferior, variando de -0,36% em abril para -0,18% em maio. Esse movimento foi influenciado principalmente pelo subgrupo de alimentos processados, que viu sua taxa variar de -0,93% para 0,76%. Por outro lado, o índice relativo a Bens Finais (ex), com exceção dos subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, apresentou alta de 0,45% em maio, um acréscimo em relação a taxa de -0,28% observado no mês precedente.</p>



<p>No grupo de&nbsp;<strong>Bens Intermediários</strong>, a taxa acelerou de 0,71% em abril para um notável aumento de 0,91%, em maio. Esta alta foi primordialmente impulsionada pela recuperação nos preços do subgrupo de materiais e componentes para a construção, que viu sua taxa passar de uma queda de 0,21% para um crescimento de 0,85%. Excluindo-se o impacto do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, o índice de Bens Intermediários (ex) registrou um aumento de 0,88% em maio, superior a alta de 0,63% vista no mês anterior.</p>



<p>A taxa do grupo&nbsp;<strong>Matérias-Primas Brutas</strong>&nbsp;passou de -2,23% em abril para 3,45% em maio. As principais contribuições para a troca do sentido do índice do grupo partiram dos seguintes itens: minério de ferro (-14,46% para 11,70%), café em grão (3,52% para 15,28%) e bovinos (-2,13% para 0,54%). Em sentido descendente, os movimentos mais relevantes ocorreram nos seguintes itens: laranja (4,50% para -8,51%), cana-de-açúcar (-0,97% para -2,59%) e aves (-1,02% para -2,32%).&nbsp;</p>



<p>O&nbsp;<strong>Índice de Preços ao Consumidor (IPC)</strong>&nbsp;subiu 0,39% em maio. Em abril, o índice variara 0,21%. Quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação:&nbsp;<strong>Educação, Leitura e Recreação</strong>&nbsp;(-1,72% para -0,51%),&nbsp;<strong>Transportes&nbsp;</strong>(0,19% para 0,64%),&nbsp;<strong>Saúde e Cuidados Pessoais</strong>&nbsp;(0,49% para 0,78%) e&nbsp;<strong>Comunicação</strong>&nbsp;(-0,21% para 0,57%). As principais contribuições para este movimento partiram dos seguintes itens: passagem aérea &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; (-10,60% para &nbsp;-3,71%), gasolina (-0,07% para 1,44%), medicamentos em geral (1,16% para 2,66%) e tarifa de telefone móvel (0,36% para 1,90%).</p>



<p>Em contrapartida, os grupos&nbsp;<strong>Habitação</strong>&nbsp;(0,54% para 0,26%),&nbsp;<strong>Alimentação</strong>&nbsp;(0,73% para 0,53%),&nbsp;<strong>Vestuário</strong>&nbsp;(0,05% para -0,02%) e&nbsp;<strong>Despesas Diversas</strong>&nbsp;(0,19% para 0,16%) apresentaram decréscimo em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, as maiores influências partiram dos seguintes itens: aluguel residencial (2,07% para 1,19%), frutas (3,61% para 0,98%), calçados (0,07% para -0,35%) e serviços bancários (0,34% para 0,04%).</p>



<p>Em maio, o<strong> Índice Nacional de Custo da Construção (INCC)</strong> registrou uma variação de 0,53%, mostrando um aumento em relação à taxa de 0,33% observada no mês anterior. Analisando os componentes do INCC, observamos movimentações iguais entre os grupos. <strong>Materiais e Equipamentos</strong> apresentaram nova alta, passando de crescimento de 0,19% em abril para 0,24% em maio. Por outro lado, <strong>Serviços</strong>, que subira 0,40% em abril, apresentou um aumento de 0,52% em maio. Já a <strong>Mão de Obra</strong> obteve aumento importante, passando de  0,50% em abril para 0,92% em maio.</p>



<p>Fonte: Portal FGV/IBRE</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p><a href="https://alec.org.br/compartilhada/">Economia compartilhada traz novas formas de acessar e usar bens</a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/meses/">Procura por imóveis aumenta no primeiro trimestre e empresas visam novos empreendimentos nos próximos meses, aponta pesquisa ABRAINC-Deloitte</a></p>
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		<item>
		<title>SindusCon-SP: CUB registra variação nula em janeiro de 2024</title>
		<link>https://alec.org.br/nula/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Feb 2024 15:02:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[CUB]]></category>
		<category><![CDATA[Custo Unitário Básico]]></category>
		<category><![CDATA[Sinduscon-SP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O CUB da construção do Estado de SP teve variação nula em janeiro de 2024, acumulando variação positiva de +2,37% na variação em 12 meses.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Custo Unitário Básico (CUB) global da indústria da construção do Estado de São Paulo registrou variação nula em janeiro de 2024, acumulando variação positiva de +2,37% na variação em 12 meses.</p>



<p>Os dados são do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) e da FGV (Fundação Getulio Vargas). O CUB é o índice oficial que reflete a variação dos custos das construtoras, de uso obrigatório nos registros de incorporação dos empreendimentos imobiliários e um importante termômetro na variação dos custos de mão de obra e serviços.</p>



<p>Em janeiro, as variações dos custos com administrativo (salário dos engenheiros) foram nulas no mês; e +2,71% na variação em 12 meses. Com a mão de obra, a variação no período foi de +0,02%. Na comparação em 12 meses, a variação foi positiva em +4,67% em janeiro. Com os custos dos materiais, as variações foram negativas em -0,03% no mês, e -0,67% na comparação com os últimos 12 meses.</p>



<p>O CUB representativo da construção paulista (R8-N) ficou em R$ 1.957,89 por metro quadrado em janeiro.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Com desoneração</strong></h4>



<p>Nas obras incluídas na desoneração da folha de pagamentos, o CUB registrou variação nula em janeiro. A variação em 12 meses foi positiva em +2,21% no primeiro mês de 2024.</p>



<p>O custo médio da construção paulista (R8-N) subiu para R$ 1.826,50 por metro quadrado em janeiro.</p>



<p>Em janeiro, na comparação com o mês anterior, a variação dos custos médios das construtoras com administrativo foi nula. Já com mão de obra, a pesquisa revela que houve uma variação positiva de +0,02%; e, com os materiais, a variação foi negativa -0,03% em janeiro.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Custos dos insumos</strong></h4>



<p>Em janeiro, 18 itens apresentaram variações acima do IGP-M (+0,07%), sendo as mais representativas: Brita 2 (+1,32%), Esquadrias correr 4 folhas al. 2,0X1,4m (+1,19%), janela de correr 2 folhas 1,2&#215;1,2m (+0,95%), disjuntos tripolar 70 A (+0,75%), cimento CPE-32 saco 50 kg (+0,57%) e areia média lavada (+0,50%).</p>



<p>Em janeiro, as variações de 24 itens pesquisados ficaram acima da variação do IGP-M (-3,32%), em 12 meses: Brita 2 (+8,53%), bloco de concreto 19x19x29 cm (+7,46%), Emulsão asfáltica com elastômero impermeabilizante (+6,50%), alimentação tipo marmitex número 8 (+6,17%) e placa de gesso &nbsp;para forro sem colocação (+5,86%).</p>



<p>Confira as tabelas da pesquisa nos modelos <a href="https://sindusconsp.com.br/download/boletim-economico-janeiro-2024-sem-desoneracao/">sem desoneração</a> e <a href="https://sindusconsp.com.br/download/boletim-economico-janeiro-2024-com-desoneracao/">com desoneração</a>.</p>



<p>Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<p><a href="https://alec.org.br/mwm/">MWM, subsidiária da Tupy, lidera transformação veicular com motor a gás para Rodotril</a></p>



<p><a href="https://alec.org.br/trabalhadores/">Número de trabalhadores formais na Construção Civil cresceu 6,57% em 2023</a></p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/nula/">SindusCon-SP: CUB registra variação nula em janeiro de 2024</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Setor de materiais de construção cai 0,9% em dezembro, aponta Índice Stone Varejo</title>
		<link>https://alec.org.br/stone-3/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marot Gandolfi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2024 17:07:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[Índice Stone]]></category>
		<category><![CDATA[índice Stone Varejo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alec.org.br/?p=22136</guid>

					<description><![CDATA[<p>A 12ª edição do Índice de Atividade Econômica Stone Varejo apontou queda de 0,9% do volume de vendas do setor de materiais de construção, na comparação anual.</p>
<p>O post <a href="https://alec.org.br/stone-3/">Setor de materiais de construção cai 0,9% em dezembro, aponta Índice Stone Varejo</a> apareceu primeiro em <a href="https://alec.org.br">Informações confiáveis para o setor rental</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A 12ª edição do <strong>Índice de Atividade Econômica Stone Varejo</strong> apontou queda de 0,9% do volume de vendas do setor de materiais de construção, na comparação anual. O estudo, que apresenta dados mensais de movimentação varejistas, é uma iniciativa da Stone, empresa de tecnologia e serviços financeiros que é a principal parceira do empreendedor brasileiro, em parceria com o<a href="https://s2401.imxsnd22.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRmluc3RpdHV0b3Byb3BhZ3VlLm9yZyUyRjo3NDQ0OTMyNjE6aW1wcmVuc2FAYWxlYy5vcmcuYnI6NWU2ODY2OjZh"> Instituto Propague</a>. </p>



<p>O levantamento tem como base a metodologia proposta pelo time de Consumer Finance do Federal Reserve Board (FED), que idealizou um modelo de indicador econômico similar nos Estados Unidos. São consideradas as operações via cartões, voucher e Pix dentro do grupo StoneCo. O objetivo é mapear mensalmente os dados de pequenos, médios e grandes varejistas e divulgar um retrato do setor nacional. </p>



<p>Entre os seis segmentos analisados, o relatório indicou que três deles registraram um aumento anual significativo, com o setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo liderando as estatísticas, com uma alta de 2,2%, seguido por tecidos, vestuário e calçados (1,8%) e artigos farmacêuticos (0,7%). Os outros dois que &#8211; além de materiais de construção &#8211; registraram queda, foram os de móveis e eletrodomésticos (2,1%) e livros, jornais, revistas e papelaria (1,9%). </p>



<p>&#8220;Com esses dados, o varejo fecha o ano de 2023 apontando para uma tendência positiva, exemplo da resiliência e capacidade de recuperação do setor, que gerou dúvidas passando boa parte do ano negativo.&#8221;, afirma o pesquisador Matheus Calvelli.</p>



<p>Essas e muitas outras informações podem ser encontradas no dashboard do Instituto Propague, que centraliza todos os dados essenciais em um único local, tornando a pesquisa e análise mais simples. Essa plataforma foi desenvolvida para atender às demandas de pesquisadores e interessados no setor, oferecendo acesso fácil a informações valiosas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Destaques regionais</strong></h4>



<p>No recorte estadual, quatorze estados, mais o Distrito Federal, registraram alta no mês no comparativo anual: Amapá (7,6%), Tocantins (4,3%), Distrito Federal (3,9%), Mato Grosso (3,3%), Rio de Janeiro (2,8%), Piauí (2,4%), Rondônia (2,2%), Santa Catarina (1,8%), Paraná (1,8%), Espírito Santo (1,6%), Maranhão (1,4%), Pará (1,4%), São Paulo (1,3%), Rio Grande do Norte (0,2%) e Bahia (0,1%). </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Segmentos analisados</strong></h4>



<p>O Índice de Atividade Econômica Stone Varejo avalia seis segmentos:</p>



<p>1) Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, perfumaria e cosméticos;</p>



<p>2) Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo;</p>



<p>3) Livros, jornais, revistas e papelaria;</p>



<p>4) Móveis e eletrodomésticos;</p>



<p>5) Tecidos, vestuários e calçados;</p>



<p>6) Material de Construção.</p>



<p>Fonte: Assessoria de Imprensa</p>



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