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25

Nov 2019

Planos otimistas da construção civil para 2020

A manutenção das baixas de juros, inflação sob controle, condições de financiamentos mais favoráveis, com bancos oferecendo custos menores que os praticados no passado, têm sido um alento a um estímulo positivo para empresários da construção civil, cliente final e investidores no mercado imobiliário.

No último dia 30 de outubro, a Selic — a taxa básica de juros da economia brasileira — foi cortada de 5,5% para 5% ao ano, atingindo o menor patamar histórico. E a expectativa do mercado, apurada pelo Banco Central em seu Boletim Focus, é que a taxa continue caindo nas próximas reuniões e feche 2019 a 4,5%, mesmo valor estimado para o final de 2020.

Pensando nisso, a OGFI Governance, empresa especialista em governança financeira para o setor imobiliário, apresenta com pioneirismo no mercado brasileiro o primeiro produto de “liberação de recursos do crédito imobiliário por chamada de capital” focado na captação de recursos para pequenos e médios incorporadores. “A estratégia de nossa abordagem, de forma bastante objetiva, é tornar o crédito, ao mesmo tempo, mais competitivo e de menor risco para os empresários”, afirma Gênesis Baptista, diretor da OGFI Governance.

O diretor da OGFI Governance diz que normalmente, a construção civil é considerada um eficiente instrumento de análise comparativa sobre o vigor da economia, afinal, concilia investimentos e geração de empregos. “O cenário de construção civil reflete um pouco da confiança dos empresários e até a expectativa das famílias diante de ofertas de crédito e lançamentos imobiliários”, completa Baptista.

Em 5 tópicos, entenda os benefícios da proposta:

1) Imersão na prioridade: o produto vai deixar o pequeno e médio incorporador trabalhando com o seu core business, ou seja, não precisará se desgastar pensando em como conquistar o capital externo.

2) O alívio da antecipação: o produto permitirá a captação de recursos em menor tempo para o do investidor PME.

3) Simplificação burocrática: o investidor PME não precisará movimentar recursos da Sociedade de Propósito Específico (SPE) diferentes. Será o fim da prática de “tirar o dinheiro de um prédio e colocar no outro”.

4) Padrão de Compliance: certeza da destinação dos recursos do crédito imobiliário para a obra.

5) O conceito de “IRP”: Receita após a entrega da chaves e mais 50% do valor do estoque liberado. E mais: análise de crédito de adquirentes a partir de 50% de obra evoluída.

O novo produto da OGFI, liberação do crédito imobiliário por chamada de capital conta com características operacionais de medição de obra, estoques e recebíveis, revisão contábil e fiscal, projeção do fluxo de caixa e chamada de capital e pagamento.

“Nosso produto, além de oferecer as melhores características operacionais do mercado, também apresenta diversas vantagens, como por exemplo, liberação semanal ou quinzenal do crédito imobiliário, eficiência na gestão do fluxo de caixa dos empreendimentos, maior poder de negociação com fornecedores no processo de compras, redução do prazo do término de obra e dos custos indiretos”, conclui Gênesis.

Além disso, o principal diferencial do produto é o fim do processo de reembolso de despesas, onde o capital do crédito imobiliário fica disponível no momento em que a incorporadora necessita.

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