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31

Jan 2019

País precisa priorizar iniciativas anticorrupção

No dia em que a Lei Anticorrupção Empresarial completa cinco anos (29/01), com resultados pífios, a Transparency International divulgou seu ranking anual indicando que a percepção da corrupção no setor público brasileiro disparou. “O resultado demonstra que temos ainda uma longa caminhada pela frente e que toda e qualquer iniciativa anticorrupção, seja no plano governamental ou empresarial, deve ser prioridade e precisa ser apoiada”, destaca a presidente do Fórum de Ação Social e Cidadania (Fasc) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ana Claudia Gomes.

O Brasil perdeu mais nove posições e agora ocupa o 105º lugar em um conjunto de 180 países analisados, empatado com Argélia, Armênia, Costa do Marfim, Egito, El Salvador, Peru, Timor Leste e Zâmbia. A pesquisa é feita junto a especialistas e empresários e usa uma escala de 0 a 100, onde 0 é altamente corrupto e 100 é muito limpo.

A sondagem revela que o constante fracasso da maioria dos países em controlar significativamente a corrupção está contribuindo para uma crise na democracia em todo o mundo. Embora haja exceções, os dados mostram que, apesar de alguns progressos, a maioria dos países não consegue atacar a corrupção.

No setor da construção, a CBIC vem desenvolvendo desde 2015 Seminários de Ética & Compliance para uma Gestão Eficaz junto às suas entidades associadas. O objetivo é disseminar o Guia de Ética & Compliance e o Código de Conduta Concorrencial de autoria da CBIC, despertar a consciência sobre o tema e dar suporte aos empresários do setor para a gestão da ética em suas organizações. Essa ação é complementada com o Programa de Capacitação Semipresencial em Ética & Compliance.

“Se torna cada vez mais necessário o compliance nas empresas. Essa iniciativa, que começou lá atrás, coloca o setor da construção em um outro patamar”, diz o presidente da CBIC, José Carlos Martins, reforçando que o setor é a opção para o País crescer com segurança.

Essas iniciativas são realizadas pelo Fórum de Ação Social e Cidadania (Fasc) da CBIC, com a correalização do Sesi Nacional. O programa de capacitação visa instrumentalizar as entidades para que possam dar suporte aos empresários do setor na gestão ética em suas organizações.

“Além de aulas à distância sobre os pilares do Programa de Ética e Compliance, os participantes também recebem capacitação e consultoria individualizada para implantar em suas entidades processos legítimos de Compliance, incluindo código de ética, treinamentos, canais de ouvidoria e governança dos processos mais críticos.

 

Fonte: CBIC

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