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19

Dec 2019

Indústria de Materiais de Construção continua crescendo em novembro

 

A ABRAMAT (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) divulgou em 12 de dezembro, a nova edição do Índice. A pesquisa reúne dados do IBGE e indicadores elaborados pela FGV das variações em faturamento e emprego da indústria de materiais de construção mensalmente.

O Índice de novembro aponta crescimento de 1,3% no faturamento das indústrias de materiais de construção em relação a outubro. Já em comparação com novembro de 2018, observa-se alta de 4%. O faturamento acumulado desde janeiro registra alta de 2,1%.

Os números positivos confirmam a expectativa apontada pela associação de crescimento de 1,5% para 2019. Contudo, segundo Rodrigo Navarro, presidente da ABRAMAT, este percentual pode ser ainda melhor se a média for mantida em dezembro. “Acredito que 2019 atinja um crescimento na ordem de 2%, ou seja, o dobro registrado em 2018. Alguns pontos, como a abertura de novos canais de comunicação com o Governo nos auxiliaram no diálogo sobre os principais gargalos do setor. Além disso, crescemos em tecnologia com o aperfeiçoamento do BIM, da Indústria 4.0 e reforçamos importantes parcerias com InMetro e ABNT, para auxiliar nas questões que envolvem a conformidade técnica”, explica Rodrigo Navarro, presidente da associação.

Em novembro, quem puxou o crescimento da indústria da construção foram os materiais de base. No mês, a segmentação obteve alta de 0,8% em comparação a outubro e 7,4% em comparação com novembro de 2018. O acumulado do ano registra alta de 3,4%. Já os materiais de acabamento registraram crescimento de 1,7% em relação ao mês anterior e uma leve retração, de 0,7% na comparação com novembro de 2018. O acumulado, de janeiro a novembro, está em 0,4%.

Em relação aos empregos nas indústrias de materiais de construção, novembro apresentou retração em números totais. A pesquisa indica que houve uma retração de 0,3% em comparação com outubro e queda de 0,5% em relação ao mesmo mês do ano anterior. O acumulado do ano tem retração de 0,3% se comparado com o mesmo período de 2018.

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